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em 15 de maio de 2016
Uma série tão interessante, com bom desenvolvimento no primeiro e segundo livros tem no último uma grande decepção. Com um final horrível e um desenrolar fraquíssimo, é um livro chato e muito decepcionante.
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em 25 de maio de 2017
A história acabou como deveria, mas não foi um bom último livro. Tiveram pontos incompletos ou encerrados abruptamente, acho que o autor deve ter ficado triste ou coisa parecida.
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em 15 de fevereiro de 2018
Se a premissa da obra, baseada na vida do enigmático Thomas Cale – a fúria de Deus materializada – era interessante, o desfecho da saga, com O bater de suas asas, foi desastrosa, para dizer o mínimo. Cabe lembrar que torci o nariz desde o início pela displicência demonstrada pelo autor na construção de seu universo e dos personagens, todos eles, inclusive o protagonista, incapazes de gerar qualquer laço de empatia com o leitor e, talvez, por isso, minha leitura tenha guardado vieses. Contudo, pelo potencial das premissas dei um voto de confiança e segui, literalmente, me arrastando neste calvário literário.

Apesar das baixas expectativas, esperei muito para que, enfim, a estória deslanchasse para um grande final que compensasse toda a modorra dos volumes anteriores. Mas, infelizmente, o desejo de vingança contra o Santuário e seu antigo mentor, Bosco, não fizeram com que Thomas Cale batesse suas asas, como anunciado no título. Ele continuou um grande enigma, e, ao fim, não sabemos se ele realmente era o arauto do Juízo Final – o Anjo da Morte – ou apenas um órfão sádico, pelo menos eu não consegui chegar a nenhuma conclusão.

Não sei se rolou uma certa preguiça por parte do autor ou se, realmente, ele se perdeu no meio de sua proposta, mas o fato é que nada deu certo, isso, claro, na perspectiva elaborada a partir de minha leitura. Muitos personagens, ditos centrais, simplesmente sumiram, vários fatos importantes, porém inexplicáveis, continuaram sem nenhuma pista e, o clímax, foi pra lá de decepcionante. A narrativa é muito chata (bem, para ser justo, há alguns momentos interessantes, mas são poucos).

E, vale pontuar, existe uma grande diferença entre não gostar de uma estória e ela ser mal construída. Cito, por exemplo, a trilogia A Primeira lei, de Joe Abercrombie, uma obra super cultuada mundo afora. Pois é, eu sou uma das raras pessoas que não gostou, mas reconheço, sem dúvidas, de que a obra, em termos de world building, é impecável, no entanto, a narrativa não me atraiu. Acontece! Mas, no caso de A Mão Esquerda de Deus, além de a estória ser um porre, a construção da obra, em si, foi pessimamente desenvolvida. Acho que o próprio Hoffman percebeu que esta não era sua praia, tanto que não encontrei mais nenhuma obra de fantasia de sua autoria.

Em suma, essa foi a pior trilogia que li até o momento, mas, claro, deixando evidente que é apenas minha opinião. O que tenho observado dos leitores que se debruçaram sobre a saga de Thomas Cale é de que a obra é polarizada: ou você gosta muito ou odeia, sem meios termos. Acrescento, ainda, sem nenhum exagero, que toda a estória poderia ser contado, com folgas, em único volume, dado o excesso de fatos e personagens desnecessários. Em pouquíssimas vezes me encontrei nesta incômoda posição, mas encerro esta resenha não recomendando a obra, pelo menos aos leitores mais exigentes, que esperam viver profundas emoções em uma leitura.
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em 16 de outubro de 2013
Muito bom o último livro foi sem dúvida o melhor , o autor se superou o que é difícil de acontecer.
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em 11 de dezembro de 2013
Só posso dizer que o volume l e o volume ll foram melhores. Indico a trilogia a todos que gostem de anti-heróis nem um pouco convencionais.
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em 14 de dezembro de 2013
Achei um desfecho decepcionante, o autor arrastou a história neste volume 3 e finalizou sem muito cuidado e com muita pressa, não foi bem costurado. Estava há tanto tempo aguardando o fim da saga que o final me decepcionou, uma pena, pois, a história é ótima. Pode ser que as criticas que o autor faz no final sobre o processo de plágio tenha afetado o processo de escrita do último livro da trilogia.
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em 10 de dezembro de 2013
Ainda estou em êxtase. A narrativa se mantém naquele tipo livre que tanto divide os leitores entre os que amam e os que odeiam a saga, mudando o foco de um personagem a outro numa mesma cena e que pode ser até meio confusa se você já não estiver acostumado com os outros livros. Os personagens consolidam suas características mais marcantes e nos impressionam com atitudes inesperadas, resultado da pressão psicológica a qual todos no decorrer da trama estão constantemente submetidos. As cenas de guerra estão ainda mais fortes e, particularmente, achei algumas lindas. Todo pequeno detalhe desencadeando uma série de eventos que termina no mesmo local em que tivemos o primeiro vislumbre de Thomas Cale, com um final épico capaz de emocionar aqueles que como eu se ligaram intimamente a alguns personagens.
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em 22 de novembro de 2015
Este é o livro mais fraco dos três. A condução é lenta. Mas o desfecho salva o livro de uma classificação ruim. Vemos Thomas Cale em fúria pura e decidindo seu destino.

A saga como um todo, deixou a desejar no desenvolvimento do mundo criado. A forma como os Redentores ganham poder é exagerada. Foi um bom passatempo, mas nada marcante.
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em 23 de junho de 2016
O livro merece 3 estrelas porque o tema foi desenvolvido pobremente, a estória não flui, o desfecho foi sem graça. Sem dúvida o 1º livro da triologia foi o melhor o último foi o pior. Parecia que o autor não tinha muito conteúdo a acrescentar ao final da estória, tanto é que tem uma cena onde Cale vai a "Casa de conforto da Ruby" e que não tem absolutamente nada a ver com a estória, não acrescenta nada de importante. É lamentável que um enredo tão rico, que poderia ter sido trabalhado tão bem e gerado uma estória incrível, na verdade não foi muito explorado. Poderia ter sido muito melhor.
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em 11 de abril de 2014
Livro com final bem fraquinho, sem muita ligação com os outros livros, me pareceu que o autor só queria acabar e se livrar disso de uma vez.
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