amazon-prime-video Books eBooks Kindle eBooks Kindle Kindle Paperwhite Cloud Drive Photos Electronics Fire TV Stick home_improvement home_kitchen Office PC videogames wireless



em 10 de junho de 2018
Ao Farol é um livro primoroso para ler com calma.
Logo no início já se percebe que Virgínia Woolf é uma autora muito diferente, incomum. Ela escreve prosa de maneira tão poética, e em uma profusão de pensamentos que o resultado em mim enquanto leitor foi parar por diversas vezes para refletir.
A vida, a morte, o amor, a admiração e desprezo caminham juntos nesse romance em que as ações dos personagens tem menor importância do que os seus pensamentos. Cada um com seu mundo interior, cada um com sua solidão. A complexidade do ser humano exposta. Nada mais verdadeiro.
A edição está muito boa. Pode comprar sem receio.
|0Comentar|Informar abuso
10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 6 de março de 2015
Considerado pela crítica como um dos três melhores romances de Virgina Woolf – os outros são ‘Orlando” e Mrs. Dalloway. No livro, quase todos os personagens são impulsionados por desejos, em geral pelo desejo de conseguir algo, embora isso possa assumir muitas formas. O exemplo mais famoso na narrativa, claro, é o próprio farol. James, o caçula dos filhos dos Ramsay, é consumido pelo desejo de ver o farol do outro lado da baía. Seus pais lhe prometeram uma viagem no dia seguinte, e a Sra. Ramsay, mãe do garoto, se apega a essa promessa ainda que o pai, o Sr. Ramsay, insista que o clima vai forçar o adiamento. James, consequentemente, odeia o pai, e ama a mãe ainda mais. A Sra Ramsay deseja ter seus méritos reconhecidos; o Sr. Ramsay deseja ser “o intelectual”; Lily Briscoe tem sua pintura --, e quer a aprovação da família Ramsay. Só na terceira seção, “O farol”, ela entendeque isso deve vir de dentro, de si mesma. Ela recebe as últimas palavras do romance: “Eu tive a minha visão”. A capacidade de ter uma visão, o espaço para persegui-la, a maturidade para expressá-la a seu próprio modo, livre de influências externas. Isso é desejo? Acredito que é!
6 pessoas acharam isso útil
|0Comentar|Informar abuso
em 24 de agosto de 2015
Infelizmente, pelo fato das duas línguas não serem calodadas lado a lado (isto é, uma página em inglês + a seguinte em português), ficou muito difícil ler bilíngue, tinha que ficar indo e voltando. Só dá para ler uma língua de cada vez no kindle, o que não é o que eu queria, tanto que dps acabei comprando a versão em papel, para poder ler as duas línguas ao mesmo tempo. Tá faltando as editoras fazerem livros bilíngues alternando a língua página a página!
2 pessoas acharam isso útil
|0Comentar|Informar abuso
AVALIADOR Nº 1em 14 de novembro de 2013
Virgínia Woolf (1882-1941) foi uma das mais destacadas figuras do modernismo na literatura. Ensaísta, escritora e editora britânica, seu trabalho caracteriza-se pelo emprego do fluxo da consciência.

Essa técnica procura transcrever fielmente o pensamento de uma personagem cujas reações íntimas jorram livres e espontâneas num fluxo desarticulado e descontínuo, levando frequentemente a rupturas na sintaxe e pontuação. Complexo, seu entendimento exige vagar e atenção e "Ao Farol" é um belo passaporte para arriscar-se nessa aventura.

Sua narrativa tem como cenário a casa de veraneio dos Ransay nas Ilhas Hébridas (Escócia) e divide-se em dois momentos,1910 e 1920, antes e depois da Primeira Grande Guerra, quando são apresentados três belos e sensíveis episódios.

A JANELA: Aborda os preparativos da família e seus hóspedes para um passeio a um farol que acaba adiado por conta do mau tempo. Aqui, somos apresentados a uma longa lista de personagens, encabeçada pela mãe, a figura central da história, o pai, oito filhos além de alguns amigos divididos entre intelectuais e artistas.

O TEMPO PASSA: Trata-se de um capítulo curto no qual uma velha faxineira arruma a casa, aguardando o regresso do grupo depois de dez anos. Ela recorda a alegria de outrora em contraste com o abandono do local.

O FAROL: A passagem do tempo é implacável e uma tragédia abalou a família. O elo que antigamente os unia foi rompido e resta um grande vazio, porém, a vida segue e num belo dia de sol, finalmente acontece a visita ao farol.

Fugindo do modelo tradicional, esse é um romance comovente sobre a beleza e a transitoriedade da vida, remetendo também ao amor, a fidelidade e as complexas relações familiares. Ele faz lembrar a música " Como uma Onda" de Lulu Santos e Nelson Motta:

"Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará

A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito..."
3 pessoas acharam isso útil
|0Comentar|Informar abuso
10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 2 de dezembro de 2014
Virginia Woolf se utiliza do fluxo de pensamento (estilo literário muito popularizado por James Joyce, em Ulisses, que se caracterizado pelo texto que reproduz a trilha de raciocínio, como se o(a) autor(a) transcrevesse no texto o mesmo caminho que o cérebro percorre. Assim, o texto pode parecer desconexo. Mas, na verdade, é assim que pensamos, pulando de um raciocínio para outro sem haver qualquer ligação entre eles).
Toda leitura que segue o fluxo de pensamento, por si só, já é um pouco mais difícil de acompanhar. O que não tira sua atratividade.
Neste livro, toda a história gira em torno da família Ramsey e um malfadado passeio ao farol perto de sua casa no campo. O livro se divide em duas partes principais: A família vivendo em sua casa e planejando (mas não realizando) uma visita ao farol. E, mais de dez anos depois, após a morte de alguns membros dessa mesma família, outros personagens retornando para fazer a visita.
Costumo dizer que grandes livros nos fazem viajar, refletir, filosofar e envolver sem que haja grandes acontecimentos na trama, ou fenomenais reviravoltas.
Nas sutilezas, o autor pega as almas mais sensíveis, mais perceptivas.
E assim Virginia nos ganha.
Todo o livro descreve apenas dois ou três dias.
Assim como "Por quem os sinos dobram" descrevem dois ou três dias e "Ulisses" apenas um dia.
Leitura gostosa, diferente. E que deixa forte impressão.
A casa vazia, sem que a autora precise mencionar, nos passa toda a melancolia nostálgica que a todos machuca.
Impossível ficar indiferente e não sofrer pelo relato pormenorizado do estado de abandono da casa que outrora continha tanta vida.
Aqui, menos é mais.
21 pessoas acharam isso útil
|0Comentar|Informar abuso
em 1 de outubro de 2014
Entrega super rápida e os livros chegaram em ordem, sem amassados. Só poderia fazer boleto como forma de pagamento além de cartão.
1 pessoa achou isso útil
|0Comentar|Informar abuso
500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 27 de fevereiro de 2018
RUIM !!!
Desisti da leitura deste livro depois de 3 tentativas.
A obra pode até ser boa, mas está muito além de minha compreensão.
Talvez volte a tentar novamente sua leitura, mas ... Acho difícil.
1 pessoa achou isso útil
|0Comentar|Informar abuso
em 18 de maio de 2017
Bom livro, esperava um pouco mais do final. Personagens bem interessantes, porém, no auge da leitura vem o final precoce.
1 pessoa achou isso útil
|0Comentar|Informar abuso
em 18 de novembro de 2017
De 1 a 5, fico com a nota 3. Forcando um pouco, dou um 3.5 como avaliacao final do livro.
|0Comentar|Informar abuso
em 3 de julho de 2014
ótimo conteúdo onde transparece o fluxo de consciência.
nao gostei da traducao bilingue que colocou primeiro o texto em portugues, depois em ingles, impedindo assim de cotejar a traducao.
Livro de pouca açao, mas de profunda exposicao da vida humana
2 pessoas acharam isso útil
|0Comentar|Informar abuso

Os clientes também visualizaram estes itens:

Ao Farol
R$26,91

Precisa do serviços de atendimento ao cliente? Clique aqui