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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 26 de junho de 2015
De certa forma compartilho com a opinião do resenhista que me antecedeu. O relato é muito pautado nos sentimentos da jornalista e desvenda muito menos do que se esperaria dos jihadistas.

A princípio, especialmente pela proximidade do militante envolvido com o alto comando do ISIS, até surge uma dúvida sobre a verossimilidade do relato, mas a contar pelas referências na Internet, bem como as ameaças sofridas pela jornalista-autora me levaram a crer que a história toda foi real, embora as entrevistas em mídias como a CNN se pautem por deixar claro que não puderam verificar de forma independente o relato.

Surpreende o acesso que estes militantes da Jihad tenham a artefatos modernos como Iphones e acessórios de vestuário de grife como óculos escuros o que definitivamente contrasta com a condenação do islamismos às frivolidades de consumo do mundo ocidental e com as dificuldades do ambiente conturbado de guerra no Iraque. É interessante constatar que estes radicais estão presos a códigos e modelos de atitudes muito anteriores à Idade Média, do século VII, que se reflete em suas atitudes atuais frente à preservação dos valores humanos em geral e particularmente aos direitos das mulheres, mas se colocam em oposição a esta forma de sociedade, que afirmam condenada pelo Alcorão, usando argumentos do século VII e lançando mão da violência suportada por armamentos e tecnologia do século XXI.

Fica também como alerta o fato de que muitas famílias em países europeus, especialmente, Inglaterra e França estão passando por um problema desconhecido no resto do mundo; o súbito interesse de jovens adolescentes masculinos por uma aventura como jihadista e jovens do sexo feminino por oportunidades de participar da Jihad como esposas de militantes. O que levaria esta conduta é algo a ser estudado pelos sociólogos.

Vale a pena a leitura que é proporcionada quase em ritmo de um diário.
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100 PRINCIPAIS AVALIADORESem 2 de julho de 2017
Ao ler a capa e a descrição do livro, decidi comprar achando que leria um livro sobre uma investigação jornalística real. Um livro documentário e não uma ficção paupérrima.
A história é muito fraca e extremamente mal escrita, além de ter uma série de erros de lógica o que me faz desconfiar fortemente que nada disso seja verdade, apesar da autora vender o livro como caso real. Cito alguns exemplos:
a) a autora deixa claro, mais de uma vez, que se apresentou para o terrorista (Bilel) com o rosto coberto via videoconferência no Skype (usando técnicas para ocultar o IP que descobriu pesquisando na internet), justamente para proteger sua identidade. Porém, depois do meio do livro, diz que o terrorista conhecia seu rosto e por isso corria perigo. Mais para frente no livro conta que correu para atender a chamada no Skype e esqueceu de cobrir o rosto e foi aí que o terrorista a viu descoberta (muito tosco);
b) a autora menciona também um outro integrante do EI (Guitone) que seria famoso e com quem estaria mantendo contato na condição de jornalista e usando seu nome verdadeiro. No capítulo "O dia seguinte" a autora informa que Guitone morreu. Mais para frente no livro a autora conta que foi viajar para, entre outras coisas, encontrar com este mesmo Guitone que ela já tinha informado anteriormente que estava morto;
c) em plena investigação e depois de inúmeros contatos via Skype com o terrorista Bilel, a autora recebe uma mensagem de uma mulher que ela nunca ouviu falar e esta mulher disse que estava grávida e que seu marido combate para o terrorista com o qual a autora estava se relacionando (Bilel) e que gostaria de ir com ela para a Síria porque se sentiria mais segura viajando em sua companhia. Apesar de todo risco e confidencialidade da investigação, a autora praticamente desconsiderou por completa esta mensagem e nem mesmo se lembrou de checar com o terrorista Bilel se ele deu o telefone da autora para aquela mulher desconhecida. Foi o terrorista que depois comentou que passou o telefone dela para esta mulher e aí ela se lembrou (não tem lógica desconsiderar este telefonema tão suspeito. É ridículo);
d) a autora não fornece datas e nem locais. As informações e descrições são paupérrimas e extremamente superficiais;
e) em relação às informações sobre o estado islâmico em si, praticamente não há nada no livro (lembre-se que a autora diz ser uma investigação!!);
f) A autora diz que trabalha como freelancer para dois jornais franceses, mas não dá qualquer informação e tudo é muito vago. Isso é estranho uma vez que ela escreveu este livro e o assina com seu nome verdadeiro, o que significa que não está se escondendo mais. Não faz sentido.
Há uma série de outros erros, incongruências e coisas sem lógica na narrativa. De maneira geral, o comportamento e as atitudes da autora estão muito distantes do mínimo que se esperaria numa investigação séria, principalmente envolvendo um tema e pessoas altamente perigosos e correndo risco de vida. A autora, de maneira geral, parece muito tosca e amadora e sem noção para algo minimamente sério como uma investigação envolvendo um terrorista do alto escalão do EI a ponto de ter contato com o líder supremo do EI. Além disso, a quantidade de enrolação em diversos capítulos é muito grande. Muito difícil acreditar que alguém com um comportamento tão imbecil e tosco e que, além disso, não apresenta dados, informações ou qualquer descrição minimamente crível ou bem feita sobre a investigação, esteja falando a verdade. Se você ler este livro tendo em mente que é uma história real e com olhar crítico sobre todos os detalhes, fica evidente que é invenção. Ou, se não for invenção, então é muito, muito, muito mal escrito. Se fosse um livro de ficção também seria bem ruim pela falta de sustentação da história. Uma pena porque o tema é bastante interessante, importante e atual. O livro é uma porcaria total. Enganação. Perda de tempo e dinheiro.
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em 5 de junho de 2015
A história vivida pela jornalista chama a atenção pela sua coragem em tentar desvendar o fascínio que o Estado Islâmico tem exercido sobre os jovens europeus, resultando no aumento de recrutados pelo EI. Por outro lado, a narrativa é muito focada nos sentimentos da jornalista e deixa a desejar no quesito investigativo ou histórico deste problema. O livro é fácil e rápido de ler.
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em 11 de setembro de 2017
A história é interessante e mostra a coragem de uma jornalista que leva até quase o final as circunstâncias na qual se colocou propositalmente, ainda que tenha tido um "golpe de sorte" (vendo do ponto jornalístico) ao ser contatada por um dos grandes terroristas e manter com ele contato bem próximo.
Mostra com alguns detalhes como é a forma de recrutamento dos terroristas, as técnicas de convencimento e a agressividade quando não conseguem o que querem.
Leitura interessante, porém para entender melhor a mente terrorista recomendo o livro “Por dentro do Jihad” de Omar Nasiri. Este mostra bem mais o que é o terrorismo, como os terroristas são treinados, quais as motivações que têm, espionagem, entre outras coisas. Vale muito mais a pena!
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em 20 de março de 2016
Excelente!!!
Devorei o livro em um fim de semana. Leitura cativante e com uma visão detalhada de como são feitas as artimanhas para jovens serem recrutados pelo EI na Europa.
Um belo relato e de muita coragem da autora.
Só não vou colocar 5 estrelas devido a alguns erros na redação da versão traduzida ao português. Não compromete, mas esperava um melhor cuidado dos redatores e tradutores.
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em 25 de maio de 2018
Relato muito interessante sobre a relação de uma jornalista com o Estado Islâmico. Entender como ele funciona é essencial para pensar em maneiras de combatê-lo. Embora não tenha gostado muito do final, recomendo bastante a leitura.
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em 28 de novembro de 2017
Um bom livro que retrata muito bem a realidade ainda presente, apesar da decadência do Estado Islâmico. A jornalista com sua coragem, consegue escrever um relato espantoso e ao mesmo tempo abominável. Uma boa leitura para entender o "lado feminino" do grupo terrorista que abalou o mundo.
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em 14 de fevereiro de 2018
Você sente a tensão descrita pela escritora. Inacreditável essa "cultura" terrorista extremista. Muita insanidade sem sentido algum. Vale o conhecimento.
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em 13 de abril de 2016
Narrativa prende o leitor à história, desde as primeiras palavras. Escrito com muita transparência e simplicidade, tornando-o agradável e instigante. História muito envolvente. Vale a pena conferir!
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em 1 de novembro de 2016
O livro é muito interessante e prende a atenção do leitor do início ao fim. Retrata um tema atual e mostra as formas utilizadas pelo EI para recrutar pessoas. Ótima leitura e se trata de uma história verídica.
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