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em 11 de setembro de 2017
A história é interessante e mostra a coragem de uma jornalista que leva até quase o final as circunstâncias na qual se colocou propositalmente, ainda que tenha tido um "golpe de sorte" (vendo do ponto jornalístico) ao ser contatada por um dos grandes terroristas e manter com ele contato bem próximo.
Mostra com alguns detalhes como é a forma de recrutamento dos terroristas, as técnicas de convencimento e a agressividade quando não conseguem o que querem.
Leitura interessante, porém para entender melhor a mente terrorista recomendo o livro “Por dentro do Jihad” de Omar Nasiri. Este mostra bem mais o que é o terrorismo, como os terroristas são treinados, quais as motivações que têm, espionagem, entre outras coisas. Vale muito mais a pena!
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 26 de junho de 2015
De certa forma compartilho com a opinião do resenhista que me antecedeu. O relato é muito pautado nos sentimentos da jornalista e desvenda muito menos do que se esperaria dos jihadistas.

A princípio, especialmente pela proximidade do militante envolvido com o alto comando do ISIS, até surge uma dúvida sobre a verossimilidade do relato, mas a contar pelas referências na Internet, bem como as ameaças sofridas pela jornalista-autora me levaram a crer que a história toda foi real, embora as entrevistas em mídias como a CNN se pautem por deixar claro que não puderam verificar de forma independente o relato.

Surpreende o acesso que estes militantes da Jihad tenham a artefatos modernos como Iphones e acessórios de vestuário de grife como óculos escuros o que definitivamente contrasta com a condenação do islamismos às frivolidades de consumo do mundo ocidental e com as dificuldades do ambiente conturbado de guerra no Iraque. É interessante constatar que estes radicais estão presos a códigos e modelos de atitudes muito anteriores à Idade Média, do século VII, que se reflete em suas atitudes atuais frente à preservação dos valores humanos em geral e particularmente aos direitos das mulheres, mas se colocam em oposição a esta forma de sociedade, que afirmam condenada pelo Alcorão, usando argumentos do século VII e lançando mão da violência suportada por armamentos e tecnologia do século XXI.

Fica também como alerta o fato de que muitas famílias em países europeus, especialmente, Inglaterra e França estão passando por um problema desconhecido no resto do mundo; o súbito interesse de jovens adolescentes masculinos por uma aventura como jihadista e jovens do sexo feminino por oportunidades de participar da Jihad como esposas de militantes. O que levaria esta conduta é algo a ser estudado pelos sociólogos.

Vale a pena a leitura que é proporcionada quase em ritmo de um diário.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 2 de julho de 2017
Ao ler a capa e a descrição do livro, decidi comprar achando que leria um livro sobre uma investigação jornalística real. Um livro documentário e não uma ficção paupérrima.
A história é muito fraca e extremamente mal escrita, além de ter uma série de erros de lógica o que me faz desconfiar fortemente que nada disso seja verdade, apesar da autora vender o livro como caso real. Cito alguns exemplos:
a) a autora deixa claro, mais de uma vez, que se apresentou para o terrorista (Bilel) com o rosto coberto via videoconferência no Skype (usando técnicas para ocultar o IP que descobriu pesquisando na internet), justamente para proteger sua identidade. Porém, depois do meio do livro, diz que o terrorista conhecia seu rosto e por isso corria perigo. Mais para frente no livro conta que correu para atender a chamada no Skype e esqueceu de cobrir o rosto e foi aí que o terrorista a viu descoberta (muito tosco);
b) a autora menciona também um outro integrante do EI (Guitone) que seria famoso e com quem estaria mantendo contato na condição de jornalista e usando seu nome verdadeiro. No capítulo "O dia seguinte" a autora informa que Guitone morreu. Mais para frente no livro a autora conta que foi viajar para, entre outras coisas, encontrar com este mesmo Guitone que ela já tinha informado anteriormente que estava morto;
c) em plena investigação e depois de inúmeros contatos via Skype com o terrorista Bilel, a autora recebe uma mensagem de uma mulher que ela nunca ouviu falar e esta mulher disse que estava grávida e que seu marido combate para o terrorista com o qual a autora estava se relacionando (Bilel) e que gostaria de ir com ela para a Síria porque se sentiria mais segura viajando em sua companhia. Apesar de todo risco e confidencialidade da investigação, a autora praticamente desconsiderou por completa esta mensagem e nem mesmo se lembrou de checar com o terrorista Bilel se ele deu o telefone da autora para aquela mulher desconhecida. Foi o terrorista que depois comentou que passou o telefone dela para esta mulher e aí ela se lembrou (não tem lógica desconsiderar este telefonema tão suspeito. É ridículo);
d) a autora não fornece datas e nem locais. As informações e descrições são paupérrimas e extremamente superficiais;
e) em relação às informações sobre o estado islâmico em si, praticamente não há nada no livro (lembre-se que a autora diz ser uma investigação!!);
f) A autora diz que trabalha como freelancer para dois jornais franceses, mas não dá qualquer informação e tudo é muito vago. Isso é estranho uma vez que ela escreveu este livro e o assina com seu nome verdadeiro, o que significa que não está se escondendo mais. Não faz sentido.
Há uma série de outros erros, incongruências e coisas sem lógica na narrativa. De maneira geral, o comportamento e as atitudes da autora estão muito distantes do mínimo que se esperaria numa investigação séria, principalmente envolvendo um tema e pessoas altamente perigosos e correndo risco de vida. A autora, de maneira geral, parece muito tosca e amadora e sem noção para algo minimamente sério como uma investigação envolvendo um terrorista do alto escalão do EI a ponto de ter contato com o líder supremo do EI. Além disso, a quantidade de enrolação em diversos capítulos é muito grande. Muito difícil acreditar que alguém com um comportamento tão imbecil e tosco e que, além disso, não apresenta dados, informações ou qualquer descrição minimamente crível ou bem feita sobre a investigação, esteja falando a verdade. Se você ler este livro tendo em mente que é uma história real e com olhar crítico sobre todos os detalhes, fica evidente que é invenção. Ou, se não for invenção, então é muito, muito, muito mal escrito. Se fosse um livro de ficção também seria bem ruim pela falta de sustentação da história. Uma pena porque o tema é bastante interessante, importante e atual. O livro é uma porcaria total. Enganação. Perda de tempo e dinheiro.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 25 de outubro de 2015
O livro trata de uma jornalista francesa fascinada pelas questões dos grupos extremistas que inconformada com os relatos de cada vez mais jovens europeus indo de juntar ao EI mantém um perfil falso em uma rede social para tentar obter informações desse universo.
Em uma dessas noites, replicando um vídeo de propaganda para manter as aparências acaba contactada por um dos recrutadores, o que ela não imagina é que o homem é um peixe grande, braço direito do chefe do EI.
Para desenvolver uma matéria a jornalista começa uma encenação amorosa com o terrorista e não perde a oportunidade de extrair informações.
É um livro fascinante para entender mais sobre o modo como o grupo opera e recruta jovens pelo mundo e é ainda a prova de coragem e de amor a profissão dessa mulher que sacrificou muito por esse relato que intenta alertar o mundo.
Só não ganha todas as estrelas porque infelizmente a edição brasileira tem alguns erros de revisão.
No entanto, recomendo fortemente o livro pra quem se interessa pelo assunto.
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em 20 de março de 2016
Excelente!!!
Devorei o livro em um fim de semana. Leitura cativante e com uma visão detalhada de como são feitas as artimanhas para jovens serem recrutados pelo EI na Europa.
Um belo relato e de muita coragem da autora.
Só não vou colocar 5 estrelas devido a alguns erros na redação da versão traduzida ao português. Não compromete, mas esperava um melhor cuidado dos redatores e tradutores.
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em 5 de junho de 2015
A história vivida pela jornalista chama a atenção pela sua coragem em tentar desvendar o fascínio que o Estado Islâmico tem exercido sobre os jovens europeus, resultando no aumento de recrutados pelo EI. Por outro lado, a narrativa é muito focada nos sentimentos da jornalista e deixa a desejar no quesito investigativo ou histórico deste problema. O livro é fácil e rápido de ler.
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em 10 de fevereiro de 2017
De fácil leitura, o livro relata as abordagens jihadistas aos jovens na internet, que para a maioria das pessoas é uma realidade muito distante. Com capítulos curtos em sua maioria, o livro prende o leitor à história, primeiro por relatar as atrocidades e absurdos do EI e também por ser uma história real.
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em 3 de outubro de 2015
Relato de uma jornalista que, para escrever sobre o jihadismo, criou um personagem e o introduziu no mundo islâmico. Coragem é palavra pouca pra essa moça. Seu relato me dava medo. Tento imaginar o que ela sentiu quando percebeu que o cerco se fechava a seu redor.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 15 de novembro de 2016
Otimo relato da realidade do recrutamento dos jovens! Achei uma leitura muito boa apesar desse tema tão pesado! Leiam, apesar de nos fazer ler mais devagar pra digerirmos a história, achei o conteúdo realmente relevante!!
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em 1 de novembro de 2016
O livro é muito interessante e prende a atenção do leitor do início ao fim. Retrata um tema atual e mostra as formas utilizadas pelo EI para recrutar pessoas. Ótima leitura e se trata de uma história verídica.
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