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O livro retorno de Izabel é a continuação de a Morte de Sarai. Sinceramente esperava mais desse livro porque o primeiro foi otimo. A foma que a autora conduzio o livro não foi do meu agrado e ouso dizer que se soubesse que o livro era dessa foma não teria contado
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 12 de fevereiro de 2017
Definitivamente, acho que nem os Minions trocariam a descompensada Scarlett Overkill por Sarai... Ela se tornou, no segundo livro, o que eu tanto temia no final do primeiro. Irritante e sem a menor autocrítica... Daquelas que se acham muito espertas, mas só fazem besteira. Enfim... A "evolução" da personagem tirou o brilho do enredo e das demais personagens - algumas muito interessantes, mas que não receberam o devido tratamento.
O livro inteiro é cheio de ideias contraditórias e "erros de continuidade". Além disso, vejo uma porção de explicações fajutas sobre o que consiste a "arte de matar", "os motivos para se matar", "quem merece ser morto", "quem nasceu para matar"... Tudo isso numa lógica infantil pra caramba. Infelizmente, a autora tornou o enredo a mais estranha combinação entre romance água com açúcar da Harlequin Books e o filme "Assassinos Por Natureza". Sinceramente, o que eu estava esperando, desde "A Morte de Sarai" era conhecer os meandros da Ordem, ver o Vonnegut em ação e Viktor transitando por esse universo cruel, torcendo para que conseguisse sair e se redimir; acompanhar Sarai em sua nova vida, considerando opções inteligentes e mais edificantes (e, assim, mostrar que valeu a pena salvar sua vida depois de uma fuga tão difícil do cativeiro). Mas, infelizmente, não foi assim... J.A. Redmerski teria se dado bem se tivesse se esquivado do dilema "vida normal versus vida de matador" e partido direto para a ação. Ao invés disso, a estória gira em torno de Sarai e suas vontades sociopatas.
"O Retorno de Izabel" é uma leitura diferente, porém, a estória me frustrou pra caramba (prometia ser muito melhor!) Sarai se transformou em uma pessoa pela qual é impossível, para mim, sentir qualquer simpatia. Não por ser metida à esperta (isso é o de menos), mas porque a moral da garota tem dois pesos e duas medidas – ela parte para o ataque e curte matar.
Já vi tudo... A série "Na Companhia de Assassinos" é algo que não pretendo acompanhar. "O Cisne e o Chacal" está aí, mas vou deixar passar. A autora está mexendo com valores muito complexos e perigosos, que precisam ser cuidadosamente trabalhados para um livro obter resultado realmente positivo e/ou impactante.
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em 22 de maio de 2017
Nesse segundo livro encontramos, inicialmente, uma Sarai que tenta levar uma vida normal, porém sem muito sucesso. Depois de tudo que vivenciou a garota não consegue deixar pra lá a vontade de se vingar daqueles que ela julga que merecem pagar por seus crimes. Arthur Hamburg está no topo da “lista negra” da moça.
Sem notícias de Victor há mais de oito meses Sarai decide que vai atrás de justiça por conta própria. Com um plano mirabolante e nada perfeito, ela vai atrás de Arthur, e óbvio, nada sai como planejado. O inesperado acontece quando – novamente – Victor Faust surge para salva-la.
Irritadíssimo com a atitude inconsequente e irresponsável da moça, Victor toma a decisão de treina-la. Já que não pode impedi-la e nem simplesmente passar a vida como babá dela, junte-se a ela, né!? Ele decide então atender ao desejo de Sarai e torna-la uma integrante do seu grupo de assassinos altamente treinados.

Depois de um período de calmaria, e até tédio para a moça, tudo explode e se torna caos depois que Sarai confronta Arthur por conta própria. Agora ela e Victor estão sendo caçados e tem suas cabeças a prêmio, tornando impossível qualquer chance de ter uma vida normal.

A fase de treinamento de Sarai ocupa a maior parte da história, e claro, com a nova proximidade entre ela e Victor, a atração e qualquer sentimento que um tem pelo outro, estão à flor da pele e nenhum dos dois consegue mais negar ou resistir. Mas será que depois de tanta destruição e sofrimento em suas vidas, eles vão saber se entregar a um sentimento tão forte e belo quanto o amor?

Esse segundo livro é repleto de revira voltas, de surpresas – nem tudo que parece é - e muita ação. Apesar do fato de a protagonista estar toda trabalhada nos “pitis” e repleta de uma atitude infantil, – que me surpreendeu bastante depois de tanta maturidade no primeiro livro – a história é fantástica e no fim Izabel consegue se redimir de tudo isso e mostrar sua força novamente.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 24 de novembro de 2015
Li o primeiro livro e gostei muito. A série trás uma premissa bem diferente da maioria, aonde os personagens são assassinos.
Nesse livro posso dizer que teve o dobro de romance, o que agradou muitíssimo porque é uma das coisas que acho essencial em um livro.
Sarai depois de um tempo sozinha reencontra Victor e ela decide ser chamada de Izabel por definitivo.
Novos personagens são apresentados e os antigos passam a ter um maior aprofundamento.
O livro trás romance, suspense, um pouco de ação, em alguns momentos cenas que te deixam tentando entender coisas e como já disse na minha primeira resenha desse livro, direi novamente: é um livro que ao meu ver possui algumas cenas pesadas de se ler, não tanto quanto o primeiro, mas ainda assim, elas são necessárias para compor todo o enredo do livro, então se você é menor de 18 anos ou não gosta de determinados assuntos, quase indo para o lado do estupro e essas coisas, pense bem.
Não é nada chocante ao ponto da pessoa ficar horrorizada, mas sei que existem pessoas mais sensíveis a determinados assuntos então já acho bom deixar um pequeno alerta.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 24 de setembro de 2015
Gostei tanto do primeiro e esperei tanto esse segundo,que só posso atribuir a minha ansiedade a minha total frustração.
Não gostei no que Izabel se transformou, acredito que o amor muda as pessoas, eleva e melhora. No primeiro livro era essa a expectativa que tinha do amor entre Vitor e Saraiva, a transformação de Vitor...
Requintes de frieza e crueldade dominam essa continuação.
O que mais me cativou foram os personagens secundários.
Enfim, esperava a redenção e evolução do casal.
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No segundo livro, vemos Sarai de volta à sua casa e a uma vida dentro da normalidade a qual não está mais acostumada.

“Continuo vivendo uma mentira.”

Tanto tempo vivenciando cenas chocantes e muita barbárie a faz com que ao voltar para casa, se pegue pensando quase que todo o tempo em Victor, e em um desejo de vingança.
A jovem com sede de justiça, decide pôr em prática o plano de matar Arthur Hamburg. A partir daí consegue colecionar uma sucessão de erros, ficando bem encrencada.
Claro que Victor, sempre com um olho distante resolve aparecer para ajudar a desmiolada da Sarai. Decidindo assim, treinar a jovem, antes que a situação acabe ocasionando a morte dela.

Victor precisa dar continuidade aos seus planos e seus serviços e para não perder o foco pede auxílio ao seu grande amigo Frederik, que esconde alguns mistérios e tem sua história contada no terceiro livro da série Na companhia de assassinos, apesar de sua história começar a ser contada em meio a muitas perguntas de Sarai.

"Parece que fomos feitos um para o outro, como duas peças de um quebra-cabeça que de início parece não se encaixar, mas que se adaptam perfeitamente quando vistas pelo mais improvável dos ângulos."

Não diferente do primeiro livro, a trama vem carrega de muita ação, mortes, perseguições, sangue e emoção do início ao fim. Ora o leitor pensa que é uma coisa e lá na frente descobre outras, ficando fascinado nessa trama perspicaz.

Com narrativas alternadas, os dois personagens em meio a todo o caos que envolve as suas vidas, conseguem ainda viverem um romance não convencional mas muito bem descrito.

O livro é maravilhoso, chama atenção pelas capas que são lindas, é cheio de nuances, e é daqueles livros que prende o leitor do início ao fim.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 26 de outubro de 2015
Li A morte de Sarai, primeiro livro da série Na Companhia de Assassinos, no começo do ano e fiquei completamente viciada, como podem ver nessa resenha. Por isso, foi com muita animação e expectativa que peguei O Retorno de Izabel para ler. É bom? Ótimo, e continua viciante (li em apenas dois dias), mas não tão bom quanto o primeiro. Síndrome de segundo livro, talvez. Algumas coisas me incomodaram, mas ainda assim essa é uma sequência digna e espetacular e, se você leu o primeiro livro e gostou, com certeza deve ler esse também.

Cuidado, essa resenha contém spoilers do primeiro livro: A Morte de Sarai.

A melhor coisa em O Retorno de Izabel já era também uma das grandes qualidades no livro anterior: a narrativa. Envolvente, sedutora, viciante: J. A. Redmerski cerca o leitor de tal maneira com sua escrita que é impossível não devorar o livro. É fácil ser contagiado, é simples ser conduzido pelos ganchos. Além disso, mesmo que haja mais de um ponto de vista de personagens, tudo é em primeira pessoa, o que só insere ainda mais o leitor diretamente na pele dos personagens. A primeira regra para fisgar um leitor, afinal, é fazê-lo se identificar e se importar com os personagens. E isso a autora faz brilhantemente.

Apanhamos a história um pouco depois de onde a deixamos, no final do primeiro livro. Sarai está instalada em uma nova casa, tentando manter uma vida normal; ela tem uma “quase” mãe, por qual se afeiçoa (do jeito que ela consegue se afeiçoar a alguém), uma amiga e está namorando, mas, obviamente, não esqueceu Victor. Obcecada, embarca em um plano perigoso de, ao mesmo tempo, tentar chamar a atenção dele e matar/vingar-se de um personagem depravado que apareceu no primeiro volume. É claro que as coisas não saem como planejado (ou mal planejado).

“Matar é a parte fácil. Chegar a esse ponto sem morrer tentando é a parte difícil.”

Foi, talvez, nesse ponto que o livro me desagradou um pouco. O plano de Sarai (ou falta dele) era capenga e beirava o ridículo e houve vários furos nessa primeira parte da história, coisas forçadas, que simplesmente não convenceram; além disso, estava muito claro que ela estava fazendo tudo aquilo para reencontrar Victor, o que me decepcionou um pouco na personagem (really, Sarai?). E, na sequência, ela teve algumas atitudes extremamente infantis, coroadas com uma teimosia irritante. Mas, ao mesmo tempo, também senti que isso talvez seja apenas seja a personagem sendo ela mesma: Sarai teve uma vida tão torta e horrível que não teve como desenvolver algumas nuances de personalidade, não teve como amadurecer sob certos aspectos e sua visão de amor é completamente distorcida. Então, ao mesmo tempo que fiquei irritada com algumas coisas na personagem, também compreendi porque a autora a escreveu dessa maneira. Confuso? É, esse livro desperta alguns sentimentos assim.

Como por exemplo quando você acha OK alguém ser torturado… #medo

Loucuras à parte, não vamos entrar nessas discussões freudianas, certo? O que importa mesmo é que, tirando os pitis de Sarai, essa continuação voltou recheada de ação e sensualidade, dois pontos altos da série. Victor continua intenso e arrasador; por um instante, confesso, achei que ele fosse ficar meloso demais por estar apaixonado, mas depois ele me surpreendeu completamente e essa reviravolta fez o livro todo valer a pena. Para completar, há a adição muitíssimo bem-vinda de Fredrik Gustavsson, um personagem intrigante e perigoso que terá sua história melhor contada no próximo livro (falarei mais sobre isso em instantes).

“Parece que fomos feitos um para o outro, como duas peças de um quebra-cabeça que de início parecem não se encaixar, mas que se adaptam perfeitamente quando vistas pelo mais improvável dos ângulos.”

Foi interessante ver como o romance de Sarai - agora Izabel – e Victor evolui e como os dois personagens gradualmente também mudam, assumindo novas nuances, aprendendo um com o outro. O final foi muito bom (não tanto quanto a reviravolta bombástica que falei acima, mas bom), e completamente satisfatório para fechar a história, o que nos leva à questão que eu realmente queria falar: como assim a série tem 5 volumes?!

Tudo bem, fiquei levemente interessada no próximo livro, que fala mais sobre Fredrik (realmente, um ótimo personagem): O Cisne e o Chacal. Mas fui procurá-lo na internet e qual minha surpresa ao descobrir que teremos não apenas mais um livro, mas três?! E, pelo que li da sinopse, não são só histórias de outros personagens, mas sim continuando a história de Izabel/Sarai e Victor. Desnecessário: o final de O Retorno de Izabel foi mais do que suficiente e, assim como essa continuação já não foi tão incrível quanto o primeiro livro, temo que mais e mais volumes acabem azedando a série, que seria excepcional se parasse por aqui. Sabe aquela história de “sair por cima”? Pois é. Poderia muito bem terminar aqui e sair por cima. Mas, enfim…

Resumindo: o saldo do livro foi muitíssimo positivo. Uma continuação coerente e vibrante, que prende o leitor da primeira à última página, apesar de ter perdido parte do brilho do primeiro volume. Vale a pena? Muito. Resta saber se os próximos três livros manterão, ao menos, o mesmo ritmo de O Retorno de Izabel e se vão provar que eram realmente necessários (e divertidos). Veremos.
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em 24 de janeiro de 2016
Gostei muito dessa sequencia e já descobri que tem outro livro da série. Nesse O Victor está falando mais e a Sarai parou de chorar um pouco e está mais forte e muito louca...kkkk Não conhecia essa autora e estou adorando os livros dela, recomendo!
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em 20 de novembro de 2015
Nesta continuação achei a estoria mais dinamica, porem um pouco mal explorada, por uma escritora ja renomada, mas ainda assim uma boa leitura.
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em 17 de novembro de 2015
Quase viciei no livro, mas não me prendi tanto quanto no primeiro
Ainda assim, o enredo me prendeu do começo ao fim!
E me senti impressionada com o psicológico dos personagens, mais uma vez!
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