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Avaliação de clientes

4,7 de 5 estrelas
36


AVALIADOR Nº 1em 26 de agosto de 2015
Você já assistiu a versão de Tim Burton para o livro "Alice no País das Maravilhas"?

No filme, a protagonista já adolescente, retorna ao mundo subterrâneo para salvá-lo da Rainha Vermelha. Em apenas três páginas, recheadas de metáforas, Irka Medeiros recria essa mesma história, proporcionando um leque de distintas interpretações.

Para isso, ela lança mão de apenas três personagens:
- Alice: O alter-ego do leitor. Isso mesmo, nós somos Alice!
- Coelho Branco: Um boneco de pelúcia. Representa a passagem do tempo e é a chave para a compreensão narrativa.
- Absolem, a lagarta: Um "motorista de táxi com hirsutas sobrancelhas, fumando um aromático cigarro". Ele é o oráculo do País das Maravilhas e dá um sábio conselho para a protagonista: "Não se atrase mais".

Flertando com Proust, a vida pode ser capturada num único instante, e com Borges, o presente não existe, autora sai ilesa de um terreno pedregoso. Em síntese, ela trafega com toda liberdade pelo surreal, surpreendendo pela ousadia e originalidade.

Para finalizar, tomo a liberdade apresentar minha opinião pessoal. Observando livro, filme e conto, há uma linha mestra conduzindo Alice: somente enfrentando nossos próprios medos (personificados pela Rainha Vermelha), é possível encontrar o verdadeiro sentido da vida (a missão de Alice). No entanto, muitas vezes, o imponderado reside na sua brevidade (o coelho branco).
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em 8 de agosto de 2015
O Coelho Branco da escritora Irka Barrios me surprendeu muito por propor uma reflexão ao leitor da sua vida, das suas memórias e lembranças. É um conto vibrante, instigante e emocionante, que te leva a várias formas de interpretação. Adorei a relação com o coelho branco, me lembrou um pouco da Alice, da imaginação, do tempo e de como as situações podem acontecer. A questão da foto nos leva a relacionar com o passado e presente e como isso muitas vezes afeta a nossa vida. Cada vez que o leitor ler o conto fará uma nova interpretação, uma nova relação com a sua vida. Adorei o conto, pois me deu vontade de lê-lo muitas e muitas vezes.
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em 15 de novembro de 2015
O conto eh instigante, traz a curiosidade ao ler, a pergunta o que tá acontecendo? O que vai acontecer? Mas no fim me vi sem muitas respostas, fiquei perdida mesmo não entendi, afinal o que queria dizer a tal foto? O que o autor queria passar. Pois eh voei, acho q esse conto não era msm pra mim.
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em 28 de julho de 2015
Será que o que entendemos por “tempo” não seria algo ilusório, fruto de nossos instrumentos de medição limitados? Haverá uma realidade ulterior, básica e acessível apenas por alguns instantes, em eventos decisivos na existência de cada um? Neste conto vigoroso e delicado, Irka Barrios nos faz enxergar um pouco atrás da cortina; estamos no espetáculo do Existir, onde o coelho branco do Grande Mágico quer nos mostrar algo...
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em 1 de agosto de 2015
A chave para entender melhor esse conto está em "Alice no país das Maravilhas". Trata-se da questão do tempo, do "devagar depressa do tempo". Alice vai atrás do coelho branco e vive aventuras. A narradora desse conto encontra o (seu) coelho com o pelo encardido por esperar ; e sente que já é tarde, muito tarde.
Todavia o coelho do conto é de pelúcia. Quem sabe existe alguma chave?

obs: O coelho de Alice pode ser metáfora para a imaginação.
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em 26 de julho de 2015
A autora demonstra uma enorme sensibilidade que possibilita ao leitor uma viagem no tempo. Este tempo que pode ser o nosso tempo interior, quanto o tempo cotidiano. O texto está bem escrito, leve, bonito e cativante, ao mesmo tempo que é denso e capaz de instigar os leitores à refletir e se identificar com o personagem em muitos momentos da história. Espero poder contar com outras obras desta autora. Parabéns
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em 6 de agosto de 2015
Um conto contemporâneo, que aborda de forma inteligente a questão do passar do tempo.
Tudo parece igual, mas não está. O tempo passa. As coisas mudam, e como fazer para perceber e conviver com o agressivo ponteiro do relógio que nunca para?
Gostaria de conhecer mais obras desta autora, que em uma rápida e agradável leitura me pôs a pensar. Parabéns Irka.
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em 22 de agosto de 2015
Com domínio total da narrativa, a autora conduz o leitor por caminhos angustiantes e que indicam não haver esperança. Em ritmo rápido, que não deixa tempo para respirar, somos atados à história e chegamos ao baque final sem escapatória.
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em 26 de julho de 2015
Em poucas páginas o tempo passa incessantemente. A escritora Irka Barrios narra com intensidade o desespero da narradora diante do seu próprio envelhecimento. A procura pela antiga foto em Polaroid pode ser o encontro entre a narradora e o seu coelho branco.
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em 27 de julho de 2015
É um daqueles contos que prendem nossa atenção logo do início até o final, sem dar chance sequer para um xícara de café.
Muito bem escrito, embora a dinâmica do texto não seja pretensiosa, o que me me agrada muito na maioria dos textos contemporâneos.
Recomendo, sem distinção de leitor. Adorei!
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