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AVALIADOR Nº 1em 2 de outubro de 2015
Inspirado no absurdismo de Kafka, Bruno Ribeiro empresta a mosca que pousou na sopa do Raul Seixas para eviscerar a morte em vida.

Quem discorre sobre essa arte é um perito entomologista que frequenta bares esquecidos pela inspeção sanitária com o intuito de diagnosticar o problema por meio de sua visão Raio X, surrupiada de algum filme do Super-Homem.

Grotesco, cheirando gordura e com o sabor férrico de sangue, esse conto revela o estilo ousado e absolutamente pessoal do autor. Repleto de estranhezas, pode ser comparado a um exótico banquete, portanto, quem deseja apreciar um simples prato de bife com batatas fritas é melhor deixá-lo de lado.

Sem dúvida, Bruno Ribeiro ainda vai dar muito mais o que falar...
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 27 de julho de 2015
Bruno tem uma habilidade fora do comum para criar personagens interessantes, narradores interessantes e situações interessantes. Certa vez ele disse que, se tem uma coisa que ele faz questão, essa coisa é que seus textos sejam divertidos. E não tem outra não: ele consegue isso com maestria. Impossível ler seus contos e não imaginá-los na telona. A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero é um conto brilhante, mas não para quem tem estômago de maricas.
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em 23 de agosto de 2015
Excelente forma de capturar uma dita realidade através de uma amálgama de ironia, crueza, bons diálogos e imprevisibilidade. Trabalhando um conto com a exatidão paranoica pela biologia das moscas em contraponto com o niilismo do personagem, Bruno cria uma realidade que se aproxima e muito do cinema, do noir, dessas células em que grandes tragédias podem estar comprimidas em um cenário minimalista. O conto tem um arsenal de diálogo em que mostra que o autor está muito bem dominando tudo, como um diretor que dirige um curta com total independência de outros fatores. E o foco é isso. Irretocável.
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em 30 de julho de 2015
foi o que senti ao ler o conto.
Uma narrativa redonda. Diálogos bem trabalhos - o momento em que a garçonete sai do piloto automático, ao aludir à barata, em meio a conversa destritiva sobre a mosca que o cliente fazia, é magistral.
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em 8 de agosto de 2015
O conto é curto, porém extremamente direto no que se propões a dizer. Prosa sem arrodeios. O conto de Bruno é pra ser lido e relido.
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em 26 de julho de 2015
Bruno Ribeiro senta à mesa com Cronemberg, Kafka e Raulzito neste conto de perturbar o sono, uma breve amostra do que é capaz a literatura do autor de "Arranhando Paredes".
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em 24 de agosto de 2015
Bem escrito, bom ritmo, apenas tive a impressão de já ter lido algo semelhante, no geral considerei o conto bom.
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em 22 de agosto de 2015
Deixa claro que as obras literárias também tiveram espaço no Brasil em Prosa.

Nos leva para uma realidade suja, em decomposição, mas com frases, parágrafos e conjunto lapidados com habilidade.

As questões que ele desperta também merecem destaque em seu realismo cru.

Pode-se encontrar um viés preconceituoso, mas duvido que se trate disso de fato pois forma-se um laço de cumplicidade entre os personagens e o leitor. É um dos meus favoritos para primeiro lugar.
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em 26 de julho de 2015
A existência humana se dá, afinal, com que propósito? Nesse breve e engenhoso conto, o autor nos coloca diante de uma das perguntas mais ancestrais, cuja resposta, pode ser menos grandiosa do que gostaríamos. Nossa vida, no final, vale mais que a de uma simples mosca? De Lispector à Kafka, muitos dos grandes autores se questionaram de maneira semelhante. Bruno Ribeiro mostra que partilha das mesmas inquietações e do mesmo talento para expressá-las. Recomendo.
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em 22 de junho de 2017
De Kafka e Palahniuk, Bruno Ribeiro tem na medida certa! O encontro de um cliente, uma garçonete, um bife suculento e um inseto resulta em um encontro inusitado com a boa literatura.
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