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em 28 de setembro de 2016
Nunca pensei que bons livros tivessem o título rium ou visse versa. Porém me enganei. "A garota no trem", que título sem originalidade. Todavia, o conteúdo é extraordinário. Um romance que te deixa sem fôlego, que suga todas as suas horas de sono, acrescentando dúvidas pertinentes ao desfecho. A autora usa de acontecimentos corriqueiros, casuais e de certo modo até costumeiros na sociedade, como brigas familiares, depressão, solidão, ciúme, traição, inveja, dentre outros, para destrinchar um obra muito bem planejada. A cada página lida, o leitor jugar, questionar, e tenta entender as ações de cada personagem, que não são muitos, entretanto bem construídos. A descrição fornecida é bem detalhada e satisfatória, os capítulo são bem curtos, a leitura é bem fluída e a trama tem facilidade de situar o leitor na obra, familiarizando-os com os acontecimentos. Quem nunca brigou como a esposa ? Quem nunca quis ficar sozinho? Quem nunca passou por crise de identidade ? Essas manifestações de sentimentos pessoais, afloram no livro e sentimo-nos mais aptos a formar uma opinião. De todo modo é assim, um belíssimo exemplar de suspense com drama. Um romance verdadeiro e dos bons.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 17 de fevereiro de 2017
Uma garota nada exemplar.
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Rachei pode ser tudo, menos Amy. E A Garota no Trem não tem nada a ver com Garota Exemplar. Pessoas, por que vocês insistem?
A única semelhança é o desaparecimento de uma mulher casada. A partir daí, os personagens, o cenário, a narrativa e a própria história são completamente distintas. E não, isso não é prejuízo algum.
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Rachel pega o mesmo trem todos os dias e gosta de imaginar a vida das pessoas que moram nas casas à beira da linha do trem. E seu casal favorito é Jess e Jason, cujos nomes e histórias ela mesma criou a partir de suas observações.
Entre um gole e outro do vício que o desastre amoroso de seu casamento a acometeu, ela vive uma vida vazia, cercada de sombras e imersa em autocomiserações.
Em uma certa noite, Rachel exagera na bebida e decide ir à casa do ex-marido, pelo simples motivo que sim (nós cometemos erros quando incentivados pelo nosso amigo álcool, não dá pra evitar), o qual ainda vive na casa que escolheram juntos na beira da linha do trem. Pela manhã, contudo, ela se vê em sua própria casa, com inúmeros hematomas pelo corpo e um violento machucado com sangue seco em sua cabeça. E nem uma única lembrança da noite anterior.
Para piorar a situação, "Jess" está desaparecida e a polícia está à sua porta para entender o que Rachel vazia em uma rua que não a sua na noite anterior.
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Não dá pra parar de ler!
A narrativa é incrível e o modo como a descrição das personagens ocorre - seus dramas, opiniões, medos - honra todos os grandes clássicos de thrillers psicológicos.
Além disso, a cada nova página uma nova verdade, e suas consequências, surgem e reviram nossas suspeitas e certezas anteriores.
Ao mesmo tempo, o clima é tenso, nebuloso e angustiante, de forma que Rachel, uma protagonista que não tinha nada para dar certo, funciona perfeitamente e você logo estará torcendo por ela, envolvida com as escolhas bizarras que ela toma e imersa em carisma e solidariedade por ela. Go Rachel!
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Uma leitura de tirar o fôlego e excelente para te deixar matutando sobre a história o dia todo.
Aquele livro que você deixa na bolsa, mas ele não deixa você. Recomendo!
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 15 de fevereiro de 2017
Confesso que custei a me sentir capturado pela estória. Achei o começo meio repetitivo e meio confuso pelas alternâncias de narrador e de tempo da narrativa. Mas aos poucos fui me habituando à narração e de repente me vi completamente preso ao clima de suspense da história.

A autora soube dosar muito bem o momento certo de acrescentar informações que fomentaram ainda mais a ansiedade de saber o que realmente aconteceu com Megan.

Por fim a alternância de narradores e de tempo da narrativa da história acabou se mostrando um trunfo que contribuiu muito para manter a leitura do livro interessante até o fim.

O final não me agradou muito. Um fim meio óbvio, onde caberia alguma reviravolta. A narração do desfecho foi meio cansativa e acabou contrastando com os pontos altos do livro. Também acho que autora poderia ter explorado com mais profundidade a complexidade da personalidade dos personagens, principalmente Megan. Mas estes foram pontos que, apesar de terem me incomodado, não desmerecem o livro, que é realmente muito bom, muito bem escrito, com uma história muito interessante.

Uma leitura mais que indicada para fãs de suspenses.
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100 PRINCIPAIS AVALIADORESem 14 de janeiro de 2016
A Garota no Trem é atualmente um dos grandes best-sellers mundiais e que ainda vai ser muito mais popular depois que o filme vier esse ano.

O livro trás narrativas alternadas na visão de três personagens femininas: Rachel (a garota no trem, que é alcoólatra e solitária após divorciar de Tom), Anna (a esposa do Tom, que ocupou o lugar de Rachel) e Megan (A aparentemente inofensiva babá de Anna).

A leitura é fácil e muito envolvente para quem gosta de livros de suspenses. Não aconselho ler antes de dormir porque é o tipo do livro que é difícil de parar de ler, a cada instante tem uma revelação diferente para desvendar o mistério e a pessoa acaba se perdendo nas horas, hehehe.
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em 25 de setembro de 2017
Gostei bastante do livro, é envolvente e me fez querer terminar de ler logo.
O livro é narrado em 3 visões e isso deixa bastante dinâmico.
Não vi o filme ainda, mas temo que não conseguiram levar esse suspense todo do livro para o filme.
Algumas horas eu queria bater na protagonista, mas entendi tudo depois. Aliás esse livro levanta uma questão importante, a violência psicológica escondida em culpa.
Vale a leitura!
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em 4 de dezembro de 2016
Uma obra boa, que não chega a ser incrível, mas, boa. O enredo envolve diversos personagens no cerne da estória e cria um ambiente de suspense amplo, com diversas possibilidades, diversos "prováveis culpados" , porém, no meu caso, previsível. Em alguns momentos, o enredo se entrelaça de certa maneira que não é possível discernir se o autor quer lhe induzir à história de Megan ou ao erro absoluto. O que não deixa de ser um aspecto interessante, apesar de desconectar a história de seus princípios em diversos pontos.
Outro aspecto interessante foram os capítulos divididos conforme a visão das três narradoras: Anna, Megan e Rachel. Sou aficionado em cinema, não me atenho muito à literatura, mas poucas vezes li uma obra que apresentasse os pontos de vista de quase todos os personagens. Era como estar onipresente no enredo, como se pudéssemos nos sentir e entender cada reação das personagens antes de julgá-las. Neste aspecto, gostei imensamente do livro!
Enfim, não é a melhor estória, nem o melhor desfecho que já vi, porém, não é uma obra a ser esquecida.
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em 31 de outubro de 2016
Talvez pelo fato de eu ser depressiva, (embora não seja alcoólatra e tampouco fui traída) me identifiquei totalmente com Rachel, me vi na personagem principal e me compadeci tanto dela que fiquei torcendo todo o tempo para que a assassina fosse a Anna, como uma forma de ela ser punida por tomar o marido da Rachel e causar sua infelicidade. Realmente odiei a Anna.

É isso que o livro faz, mexe um pouco com o psicológico do leitor, o envolve tanto na trama que se torna impossível parar de ler até chegar ao desfecho. É como se quem está lendo fizesse parte de tudo.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 31 de outubro de 2016
Enredo clichê, tenho absoluta certeza de que muitas outras pessoas também perceberam como o livro terminaria. A ideia de colocar 3 narradores em primeira pessoa só confunde o leitor e atrapalha no entendimento dos fatos. Personagens sem desenvolvimento, sem um passado que descreva suas ações. O thriler "psicológico" não existe, pois a autora não soube desenvolver em nenhum momento a tensão que deveria existir em momentos críticos do livro. Fraco demais, ainda não consigo entender o hype causado por este livro.
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em 14 de julho de 2017
O livro tem uma premissa atrativa, bem interessante, no entanto, o desenvolvimento fraco e a conclusão previsível fazem com que o livro deixe a desejar. Se fosse um livro que eu o pegasse para ler de modo aleatório sem ter visto sua divulgação como um thriller maravilho, surpreendente e coisas do tipo que as campanhas de marketing anunciam para poder "vender seu peixe", seria um bom livro, porém com toda euforia e repercussão, que até rapidamente foi transformado em filme, então impossível você não criar expectativas, pode-se afirmar que este é um clássico livro "modinha".
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em 2 de dezembro de 2016
Bom não digo que é a pior história do mundo, longe de mim fazer tal julgamento.
Mas não gostei das personagens, da história, no começo me prendi ao livro e fui devorando-o, mas era uma leitura cansativa e chata, e as cenas finais são mal elaboradas, somos levados a um clímax muito sem graça.
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