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em 30 de novembro de 2015
Depois de 'Comer, rezar e amar' achei que dificilmente leria outro livro de Liz Gilbert, mas o estímulo à vida criativa me chamou atenção. A autora combate a ideia do autor atormentado e estimula todos a terem uma existência criativa. Sua arte pode ser escrever, jardinar, desenhar, dançar, o importante é praticar e criar algo que traga satisfação pessoal. É um bom livro para quem se cobra demais e precisa de novas perspectivas sobre criatividade, Para quem já está praticando, pode não ser tão provocativo.
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em 10 de janeiro de 2018
Muito mais pra auto ajuda que pra um livro sobre criatividade...Não curti...mas vai de cada um, não é mesmo. Boa sorte.
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em 30 de março de 2017
Só não é ótimo porque se estendeu um pouco mais do que o devido, em termos de manter o interesse. Muito bem escrito, com exemplos muito interessantes e, de certa forma, desafiantes. A questão da criatividade debatida com originalidade e inteligência. Muito bom mesmo!
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em 10 de fevereiro de 2016
O livro não é apenas destinado àqueles que são iniciantes no assunto da criatividade e seu exercício, seja na escrita como em outras artes e atividades criativas. Discordo quando dizem que os conselhos que Liz Gilbert dá são apenas para quem tem algum bloqueio criativo ou seja incipiente no assunto, aliás um dos vários méritos do livro reside aí mesmo: ser interessante tanto para a pessoa que está começando a ser mais criativa quanto para aquela que já flerta com a criatividade a tempos.
Sem dúvida, o otimismo também é a grande chave de Grande Magia, com pontos de vista que, por vezes, contradizem os grandes que escrevem sobre o ato de escrever, e isso é muito positivo, revolucionário até. Com isso ela consegue contrapor as ideias Sartre e Rilke quando falam sobre o quanto um escritor ou criador precisa ser infeliz/ ter tido uma infancia triste para poder desempenhar sua arte quando adulto. E aí ela questiona um dos dogmas mais arraigados na arte: por que cultivar e supervalorizar o sofrimento para criar? Por que precisamos nos martizar em excesso para escrever, pintar, etc? Qualquer pessoa mais escolada nas artes sabe que esse mito vem galopante, se não pela pressão dos outros por quererem que se confirme a narrativa do sofrimento frente à experiencia artistica - como algo doloroso visando deificar (de um jeito bem esquisito) a arte - ou dentro de nós mesmos, achando que para ter algum valor artistico precisamos sofrer e nos martirizar para criar durante o processo.
Elizabeth Gilbert é incrível e é curioso que sempre me acompanha no momento certo: quando li comer, rezar e amar ela me inspirou a viajar, e depois escrever um relato de viagem sobre a experiencia, agora, prestes a terminar um livro sobre escrever, ela vem novamente ao meu encontro com conselhos a respeito do assunto. Deve ser a grande magia...
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em 13 de maio de 2017
Liz Gilbert simplesmente disse tudo o que eu precisava, na hora em que precisava. Leitura prazerosa que veio me trazendo insights a todo instante.
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em 20 de setembro de 2017
A Elizabeth Gilbert fala sobre criatividade de forma leve e descontraída, ela traz exemplos de sua própria experiência e nos ajuda a desconstruir os medos que sentimos com relação à vida criativa.
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em 19 de julho de 2017
Mais um sucesso de Liz Gilbreth, Grande Magia eh leve, insightfull, e eh escrito da mesma maneira que a caracteriza, como se ela estivesse conversando com vc!
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em 3 de novembro de 2015
Leve como um sopro, traz ânimo para o leitor que se propõe a produzir algum trabalho criativo, sem se lamuriar.
É bom encontrar as histórias das outras obras já conhecidas de Elizabeth Gilbert, narradas pela própria autora.
Anima!
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 17 de fevereiro de 2017
Sabe quando você tá andando em direção a algo mas não sabe bem em direção a quê? E não, ~à lá ~gato de Alice nos Pais das Maravilhas, tanto faz pra onde você vai tá errado. O caminho é esse mesmo, ele só é incerto e não dá para ver direito o que me aguarda no final.
Então, é assim que me sinto desde que decidi escrever.
Sei que a trilha é incerta, que caminhar por ela é andar na contramão do fluxo do dinheiro, e que se isso não é problema para você no momento, acredite: vai ser. Mas você sabe que gosta de escrever, que tem mais ânimo pra coisa que a maioria, que não tem essa de "não importa quanto tempo leve" – leve tempo para que? Para fazer a única coisa que te completa? "Já estou fazendo", você pensa. Aliás, resultados não influenciaram na decisão de tomar essa estrada, e se não influenciou antes, não vai influenciar agora. Você escreve por que se não escrever, endoida.
Foi assim, tentando enxergar entre as nuvens do horizonte que encontrei Grande Magia, da Elizabeth Gilbert.
Comprei pelo título e pela capa, por que ando lançando dados com o universo: se acho que algo tem uma mensagem para mim, o dado está lançado. Não fazia ideia do que se tratava o livro, mas conhecia algo da obra da autora e fiquei intrigada com o nome. Só isso: Magia. (Sempre gostei do borogodó).

Então, eis que o livro chega, e descubro que ele fala sobre o quê? Sobre Processo criativo! Sobre nossa busca incessante por sentido dentro da área. Sobre ser escritor, e todos os medos que nos afligem. Uau.
Era isso que eu pedia: validação! Conforto de outra voz, mesmo que mega reconhecida na área. Não sou uma artista melancólica, revoltada, incompreendida: sou o contrário! Animada, mãe de duas crianças, casada com um cara super legal, e louca pra escrever (qualquer coisa! Sou a rainha dos recados mal-educados para gente que estaciona em cima da faixa) Eu não me sentia tendo um perfil de artista, sabe? Ainda assim, eu me sentia pouco validada como escritora. (E validaçãoo , aqui, é algo pessoal. Quem pode se chamar de escritora se não publica nada, não tem livros em livrarias ou dinheiro no fim do dia para trazer para casa?)
É nesse momento, com esses questionamentos que me deparo com esse livro fenomenal, que assenta alguns anseios, clareia a poeira da estrada e afirma, em tom amigo, que a escrita deve ser vista como uma "prática devocional, um ato de amor e um compromisso vitalício com a busca da graça e da transcendência."
Está aí firmado o meu amor pela obra, e o desejo mais sincero de espalhar esse otimismo pela escrita por aí. Dei cinco estrelas mas a vontade era dar mais.
Então, para os escritores otimistas por aí, apaixonados pela escrita e "fora da curva" em todo sentido da palavra, me segue lá no Face, @karinaheidr
vai ter post sobre o livro, e um tantão deles!
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em 31 de março de 2016
O livro é gostoso, de leitura agradável e dá um ânimo e coragem para o empreendedor continuar seu trabalho apesar de tudo. Porém, um pouco superficial, sem dar dicas ou sugestões mais práticas. Parece uma conversa com um amigo que quer te animar pra você continuar no seu caminho.
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