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em 10 de setembro de 2017
Depois de ler essa obra-prima, você nunca mais enxergará a gestão de riscos da mesma forma. Nassim Taleb traz a proposta da existência de dois cenários nos quais tomamos decisões e analisamos os dados através de métodos estatísticos, o "Mediocristão" e o "Extremistão". Sua proposta principal é distinguir as formas de atuação nesses dois mundos. Além de reforçar a idéia de que os mecanismos de gestão riscos úteis para assuntos pertencentes ao Mediocristão vão de deixar na mão quando se trata do Extremistão. Valeu muito a leitura, principalmente por trazer propostas que são raramente abordadas no que tange a gestão dos riscos.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 16 de março de 2017
Achei o livro muito interessante. O Autor é fantástico na maneira como escreve sobre o tema, porém acho que muitas vezes exagera um pouco. São muito arrotos intelectuais desnecessários. Mas isso não tira o brilhantismo do livro.
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em 17 de dezembro de 2017
O livro não entra em nenhuma área específica, porém nos leva a refletir sobre como a estatística e a tentativa de se realizar "previsões" através dela pode ser um método questionável, não confiável. O autor nos mostra de maneira majestosa vários motivos para não confiarmos cegamente em cenários futuros, economistas com certezas absolutas sobre o amanhã, pois os métodos atuais não conseguem detectar "Cisnes Negros", ou seja, imprevistos aos quais todas as áreas estão sujeitas no mundo real. Recomendo a leitura.
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em 31 de março de 2017
É um livro que serve para entender como coisas que não levamos em conta tem grande impacto nas nossas visas , uma visão abrangente sobre todos os aspectos do comportamento humano no que se refere a tentar prever as coisas .
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em 21 de dezembro de 2015
Taleb argumenta de forma muito bem elaborada acerca dos eventos altamente impactantes pouco improváveis. E de nossa capacidade de não reconhece los mesmo após seu acontecimento.

O livro é extenso, mas nem um pouco chato. Taleb é crítico, irônico e as vezes um pouco arrogante. Mas isso só torna a leitura mais prazerosa.
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em 9 de maio de 2018
Taleb escreve com extremo sarcasmo e irônia, o que permite que o texto torne-se divertido e fácil de compreender. Embora classificado como um livro de Autoajuda, essa obra pouco têm de auto ajuda. O Cisne Negro explica sobre eventos improváveis, encaixando-se muito mais em uma percepção de riscos, crítica à algumas escolas econômicas, ao mercado financeiro e à uma filosofia de vida onde supõe que devamos ter "menos medo" ou receio de tomar decisões com base em seus riscos, pois o improvável é o que faz as coisas "únicas" e possíveis. Embora essa últíma afirmação parece concretizar o título de "auto ajuda" a idéia de Taleb no "cisne negro" é de que não há como percebermos a chegada de um cisne negro, portanto, nos tornarmos um evento improvável não é algo relacionado a nossas escolhas pessoais e sim à um resultado aleatório socialmente e naturalmente indeterminado.
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em 20 de julho de 2017
O cisne negro é um livro de várias releituras, principalmente pelo que temos passado em nosso país. Nem sempre os cálculos e as verdades estabelecidas te levarão a resulatados positivos por mais, precavido que seja.

Esse livro te inspira a encontrar respostas em lugares simples e também como localizar caminhos diferentes em momentos em que a manada está indo para a mesma direção, e identificar as peculiaridades que o diferente tem e retirar ótimas vantagens sobre o mesmo. É incrível diferente de muita coisa que já li, um divisor de águas.
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em 22 de fevereiro de 2018
...o Problema deste livro é que o autor fica o tempo todo se vangloriando de ser um dos únicos a perceber que as pessoas são falhas ao fazer previsões.

Chega a ser irritante
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em 4 de fevereiro de 2016
Excelente livro! Um livro que desafia o senso comum, com uma riqueza de ideias, referências e exemplos! Um complemento ou continuação para o livro "Iludido pelo acaso do mesmo autor"!
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em 13 de novembro de 2016
O livro traz uma importante reflexão sobre o uso inadequado das ferramentas estatísticas, especialmente a distribuição gaussiana, nas ciências sociais. No entanto, o autor pesa a mão e gasta muitas páginas desfiando seu humor ácido, arrogante e pedante.
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