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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 10 de abril de 2017
O livro é excelente para quem se interessa pelos experimentos promovidos nos países comunistas. Mostra um cotidiano de pessoas comuns e como a revolução cobrou um alto preço de uma parte da sociedade cubana. A ressalva que faço é ao uso da tragédia numa atitude comum, porém antiquada e conservadora. Mais uma vez ela recai de modo seletivo e particular. Fato comum na produção cultural do século XX e nos primeiros anos de nosso século, porem recentemente questionado e em superação. Tratando-se de um livro de 2014, esperava uma atitude mais atualizada.
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em 11 de setembro de 2016
Já conhecia outras obras do autor como "Trilogia suja de Havana", "O rei de Havana", "Nosso GG em Havana", e este "Fabian e o caos" não deixa nada a desejar aos outros, com pinceladas autobiográficas tendo como pano de fundo a Revolução Cubana esta obra trata da improvável relação de amizade entre dois homens diferentes em seus modos de vida e de compreensão do mundo. Vale a pena a leitura
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em 30 de junho de 2018
Pedro Juan Gutiérrez acerta em cheio mais uma vez. Uma tocante história de amor, que tem como fundo as intensas mudanças políticas em Cuba no século passado. Uma história com a marca de Gutiérrez, que transita com muita elegância o submundo da vida na ilha. Linda e dolorosa história.
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em 2 de outubro de 2016
Pedro Juan produz uma literatura crua, cativante e incisiva. É um estilo bem marcado e nem por isso menos poderoso em sua crítica socio-politica.
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em 18 de dezembro de 2016
Excelente.Linguagem crua. História envolvente. Para se um conhecer realmente o que é viver em Cuba por um escritor cubano que vive em Cuba até hoje. Um país bem diferente daquele que o marketing do ditador Fidel vendeu pro mundo
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em 30 de janeiro de 2017
Pedro Juan Gutiérrez é sempre mais do mesmo. Ou seja, sempre vale a leitura. Texto dinâmico, com história bem amarrada.
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em 27 de setembro de 2016
Muito bom. Autor maravilhoso. Fazia tempo que não lia nada dele. O ultimo foi sobre Javana que é excelente. Boa leitura
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em 8 de agosto de 2016
O livro retrata, por meio de uma narrativa de tom seco e frases curtas, o quão opressor era o regime socialista cubano. Não apenas contra os gays, mas contra todos aqueles que não se encaixavam no padrão considerado adequado pela ditadura de Fidel.
A história também mostra de maneira tocante que uma improvável amizade pode nascer até mesmo nesse ambiente hostil. Basta que se consiga superar o preconceito.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 15 de janeiro de 2017
Narrado em dois planos simultâneos. No primeiro é um romance intimista que trata da relação entre dois personagens antagônicos, mas, paradoxalmente, para o regime castrista, desajustados e insubmissos, merecedoras de todos os castigos possíveis. Figuras muito bem construídas, bem reais e humanas, nos seus sentimentos e reações.
Noutro plano, este “Fabián e o Caos” é um interessante livro de análise crítica de cunho político-social. Enquanto, vai narrando as trajetórias de Fabián e Pedro Juan, conta como se deu a implantação da ditadura castrista com repercussões sobre os diversos segmentos sociais que viviam em Cuba. Neste sentido, aponta fatos curiosos como, por exemplo, o de que Batista já havia abandonado o país muito antes da vitória de Fidel. Por outro lado, ficam bem evidenciadas as dificuldades materiais, inclusive fome, para a população que, independente da classe e condição social, perdeu com a estatização de todas as atividades, de uma hora para outra, sua fonte de renda e sustento. Quem pressentiu o que viria a seguir tratou de emigrar. Quem ficou teve teve de arcar com as consequências.
Apesar de diferentes, os personagens conseguem manter a amizade até o fim. Fabián, delicado, excluído do exército pela miopia acentuada, inclinado para a música, tendo até sido aluno do conservatório, acabou sendo perseguido, afastado do curso e mandado para fazer trabalho braçal porque era homossexual. Pedro Juan, machão, brigador, indisciplinado, também não se enquadrava no modelo da nova sociedade. Depois do exército foi mandado ao trabalho braçal, sem mais oportunidades.
Portanto, um livro merece ser lido, especialmente por quem tenha espírito aberto, livre de conceitos e preconceitos.
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em 2 de setembro de 2016
Já havia lido o rei de havana do mesmo autor, para mim chega, não preciso mais ler nada dele. Embora nos apresente uma Cuba que eu não conhecia, poderia passar sem conhece-la desse modo. Na verdade me senti agredida por esses dois livros.
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