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em 19 de novembro de 2016
Rita Lee, a grande estrela do rock nacional, apresenta a sua história. Não é, em particular, a história dos mutantes ou da estrela Rita Lee. É a história franca e escancarada da figura humana com suas qualidades e defeitos, suas derrotas e sucessos, de como a menina caçula de uma família de classe média paulistana, apaixonada pela família, mas de atitude rebelde e experimentadora, que tinha tudo pra dar errado, como qualquer um de nós, deu certo e errado. Suas histórias da infância, adolescência, dos mutantes e seu casamento bem sucedido(contra todas as possibilidades e causações que ela própria originou) com Roberto Carvalho, sua bipolaridade, seus filhos e a consciência de que a vida tem um fim e que pode ser melhor vivida, que vem com o nascimento da neta. Tudo isso escrito de uma forma agradável e leve. Uma joia pra quem viveu isso tudo, como eu, acompanhando a sua carreira, mas sobretudo um presente para aqueles que nem eram nascidos mas que, em tempo de Spotify e Deezer, podem ter acesso à uma discografia riquíssima. Recomendo muito.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 13 de dezembro de 2016
Além de compositora e cantora, Rita Lee revela-se agora uma excelente escritora. Acabei hoje a leitura do livro e já estou com saudade das aventuras da sua autora. Rita Lee tem a incrível capacidade de rir de si mesma e de fazer leves até mesmo momentos de sua vida bastante difíceis. Sua infância com seus pais e suas irmãs, além de seus animais, tem passagens hilárias. Adorei e ri muito de sua conversa com Gilberto Gil sobre o convite para a participação dos Mutantes com ele em um dos festivais de música para cantarem juntos nada menos que o maravilhoso "Domingo no Parque". Durante o festival, nos bastidores, ela e os Mutas (como ela chama os Mutantes), riam e debochavam da caretice reinante, colocando apelidos em todos os participantes mais famosos. Sua paixão até hoje por Roberto Carvalho é comovente. Gostei do fantasminha palpiteiro que aparece de vez em quando no final de alguns capítulos para acrescentar alguma informação esquecida ou não bem descrita. Somente no final do livro descobre-se quem é o fantasminha abelhudo. A questão com as drogas é tratada com honestidade e ausência de culpa. Se você está procurando um livro para ler nas férias, dar de presente e comentar com os amigos, esse foi escrito para você.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 2 de março de 2017
Rita Lee é e sempre foi maior do que os Mutantes(aliás, quem quiser saber sobre os Mutantes, que compre uma biografia específica, pq aqui o que temos é a história da vida de Rita e c ênfase no seu período pós-Mutantes, que é muito mais significativo....). Sua carreira solo quebrou todos os recordes que uma artista poderia quebrar. Sua música transcendeu o Brasil e conquistou o mundo e fãs ilustres. Seu casamento musical com Roberto de Carvalho - justiça seja feita a esse monstro da música brasileira - é dos mais felizes da história do pop e elevou a arte de Rita ao patamar onde hoje se encontra. Pq ela é uma das pessoas mais legais já surgidas por aqui. E ainda nos privilegia com esse primor de livro onde coloca seus 'pingos nos is' e se realoca no lugar que sempre lhe pertenceu: o olimpo do pop. Ao final da leitura, onde se desnuda com a coragem que poucas celebridades têm, entendemos o significado dessa expressão tão usada, mas pouco justificada: quem é rainha, jamais perde a majestade. Long Live Lovely Rita!
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 28 de junho de 2017
Rita Lee é ótima. Eu a considero um patrimônio nacional, com seu talento como letrista, como cantora, como artista, enfim. Uma autêntica rocker. Sua autobiografia é interessante, muitos casos engraçados, outros tristes, mas sempre contados de um jeito todo próprio, sempre com humor.

No entanto, faltou muita coisa. Detalhes que só um biógrafo isento, dedicado, poderia publicar. E não acho que essa lacunas devam-se a algum tipo de pudor por parte dela, mas - como ela mesma admite - por ela ter esquecido muitos fatos, esquecimentos esses causados em sua maior parte pelos excessos de drogas e álcool. A história por trás das principais canções, por exemplo. Só uma ou outra merece algumas linhas.

É interessante ler a história de Rita contada pela própria Rita. Mas certamente essa história seria muito mais interessante, mais valiosa, se contada por alguém com mais "cancha".
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100 PRINCIPAIS AVALIADORESem 10 de setembro de 2017
Confesso que quase desisti de ler a biografia da Rita Lee. Cheguei até uns 35% e cansei. O que se iniciou super bem, divertido até, passou a ser arrastado ao citar em detalhes o panorama musical em que ela começou, anterior ao meu conhecimento musical (ela é de 1947), e que me deixava perdida nas explanações. Segui pulando as partes muito descritivas de shows.
Não há dúvidas que Rita Lee teve uma vida tumultuada, cheia de eventos incomuns e seu livro é um relato bem humorado de tudo que ela viveu. No entanto, é uma leitura para fãs de carteirinha, não tem muito ritmo para quem está em busca de um livro gostoso.
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10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 4 de dezembro de 2016
Adoro Rita Lee, desde que me entendo por gente e ouvi e assisti os Mutantes pela primeira vez acompanhando Gil em Domingo no Parque no festival de record de 1967, lembro-me como se fosse hoje quando o LP Atras do porto tem uma cidade foi lançado, se não me engano no final de 1974, desde então acompanho a carreira da Rita, LP por LP, e sempre fui um ávido leitor de tudo que se publicava sobre ela na imprensa, muito antes da internet. Ao receber da amazon a oferta para comprar a auto biografia da Rita em pre compra pelo kindle topei na hora, e tão logo o ebook foi disponibilizado no meu kindle, devorei-o em pouco mais de 48 horas, usei cada minutinho livre para degustar as aventuras da Rita contadas por ela mesma de maneira dinâmica e divertida como só a Rita sabe fazer. Para os fãs este livro é leitura obrigatória, para os não fans que desejarem entender como esta pessoa humana, normal e maravilhosa chegou onde chegou como o expoente máximo da musica brasileira, é super recomendado. Ler as aventuras da Rita é tomar conhecimento de uma era de ouro do pais escondida entre diversos acontecimentos contemporâneos que fizeram o Brasil ser o que é.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 26 de abril de 2017
Tia Lee é uma artista ímpar no cenário musical nacional, indispensável aos apreciadores de bom gosto. Embora estas memórias não apresentem referências essenciais de seu rico trabalho, conhecemos a intimidade de Ritinha, a qual escreve escancaradamente fatos de sua vida que até o mais extrovertido dos seres negaria/omitiria. Nossa eterna roqueira desenvolve uma narrativa cheia de humor, o que nos leva a gargalhadas impagáveis que nos suavizam a vida. Imperdível!!!!!
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em 20 de julho de 2017
Narrativa leve, inteligente e bastante informativa. Gosto do jeito informal e sagaz que Rita Lee conta a sua história. Não tem dramas, embora o leitor perceba muitas vezes a gravidade dos fatos. Tudo é dito com muita naturalidade, como se estivesse nos convidando para sair da lógica do sensacionailismo, do preconceito, da vitimização, do heroísmo, das dicotomias.. É tudo muito humano, muito bonito, muito simples, muito comum, mas, também, muito raro, especial, rico, etc. Nesse momento em que vive o Brasil, em que tudo torna-se isto ou aquilo, Rita Lee nos traz a sua história intensa com ares de uma história qualquer. A minha alegria é saber que os meus ídolos (Rita Lee é um deles) ainda prezam pela inteligência, pela sensibilidade e pelo humano. Viva Rita Lee, viva o rcck brasileiro, viva a música popular brasileira.
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em 22 de maio de 2017
Uma leitura agradável e fácil. Uma biografia sincera, a autora não se poupa nem poupa ninguém, realmente escreveu o pensa e de um jeito extremamente coloquial. Sensação de estar lendo o seu "querido diário". Por outro lado, um registro muito interessante sobre sua vida, incluindo a intrigante fase Mutantes, com auxílio luxuoso do "fantasminha" que detalha ou esclarece momentos importantes da trajetória da artista. Cantora, compositora, original e louca (no melhor sentido da palavra), o que faz dela uma pessoa interessantíssima, fora do comum, instigante, apaixonante. Um livro divertido sobre uma roqueira que levou a vida à flor da pele. Imperdível.
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em 26 de fevereiro de 2018
No campo musical, Rita Lee dispensa apresentações. Acabei comprando esta obra por recomendação da família, que a curtiu muito.

Estruturalmente, não é uma grande obra literária (e talvez a própria Rita reconheça isso), porém tem de sobra um artigo muito raro hoje em dia: honestidade. Os capítulos são curtos e, às vezes, entrecortados com referências/checagens de fatos, mas nem por isso menos intensos e ricos.

Além de divertido e fácil de ler, o texto revela muitos aspectos pessoais da Rita sem culpas, vergonhas ou pudores nas boas e más fases, e de uma forma inequívoca quanto à sua origem: a própria Rita, sem intermediários ou ghostwriters, como é tão comum neste segmento de "autobiografias" de personalidades.

Esta honestidade com que disseca para o leitor cada fase da sua vida profissional e pessoal só enaltece essa trajetória. Se antes do livro a Rita já era uma figura familiar, depois de lê-lo ela passa a ser uma figura íntima, daquelas que você poderia passar facilmente uma tarde conversando.

No meu caso, a Rita é uma dessas figuras que se confundem com a própria história: não me lembro de nenhum período da minha vida em que não houvesse uma música dela de trilha sonora. Saber de detalhes e inspirações para esta e aquela obra tão marcante é mais um presente que a Rita nos dá, nos permitindo entrar um pouco no seu universo, depois de tanto participar do nosso.

Diante disso, o rótulo "Rainha do Rock" fica pequeno para Rita, que mais uma vez se mostra um grande ser humano: generosa, cheia de qualidades e também ciente dos seus defeitos, e last but not least, repleta de ótimas tiradas sarcásticas sobre os outros e (mais uma prova de honestidade) também de si mesma. Vida longa, Rita!
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