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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 5 de junho de 2017
Idas e vindas na intrigante estória do desaparecimento da menina me deixaram completamente envolvida e ansiosa pelo final do livro. A narrativa da Fiona Barton em seu livro de estreia é corrida e me arrastou com ela até a última página. Só não dei 5 estrelas porque em minha opinião o final podia ser mais bem explorado. Mas é uma ótima leitura.
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em 1 de maio de 2017
Gostei da narrativa ágil e com capítulos curtos, fazendo com que a leitura se desenvolva bem.
Embora com poucas reviravoltas, A Viúva prende pelo aprofundamento psicológico da protagonista.
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em 23 de dezembro de 2017
A história se desenrola no presente e no passado mantendo o suspense até o capítulo final quando se descobre o que realmente aconteceu.
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em 23 de abril de 2017
Muito bom livro, mas o fim deixa a desejar, não acompanhando o excelente desenvolvimento da história. A narrativa nos prende do inicio ao fim.
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em 9 de agosto de 2017
Um dos melhores livros que já li! Narrativa que prende bastante e nada óbvia! Vale bastante a pena ler! Legal demais!
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 7 de fevereiro de 2017
A VIÚVA
Título original: The Widow
A autora: Fiona Barton é jornalista e escritora britânica, trabalhou como jornalista para o Daily Mail e no Daily Telegraph.
Notabilizou-se pela série de reportagens sobre o caso Maggie (filha do casal McCann desparecida em Portugal, em 2007).
A Viúva é seu livro de estreia.
Sobre o livro: Trata-se de uma trama do gênero suspense psicológico e investigação policial, na qual são abordados temas como pedofilia, relacionamentos e a influência da mídia nas investigações policiais.
A história é contada sob os pontos de vista de três personagens: a viúva Jean Taylor, a jornalista Kate Waters e o detetive Bob Sparkes.
Jean e Glenn eram casados e levavam uma vidinha tranquila. Ela era cabeleireira e ele trabalhava num banco. Eles não tinham filhos e isso era motivo de tristeza para Jean, mas Glenn nem queria pensar em qualquer tratamento ou adoção.
A vida do casal sofre um baque quando Glenn é suspeito e depois formalmente acusado pelo desaparecimento de Bella Elliot, uma garotinha de 3 anos. O caso mobilizou o país e a vida do casal se transforma num inferno, com assédio da imprensa e de pessoas comuns. Os amigos e vizinhos se afastam, os parentes ficam horrorizados.
A polícia tem uma série de provas circunstanciais, mas nada de concreto. O suficiente para abalar o relacionamento do casal.
“Meu único pensamento é que preciso ir para casa com ele. Ficar sozinha com ele. Como será quando fecharmos a porta? Sei coisas demais sobre esse outro homem com o qual sou casada para poder ser como antes”.
Quatro anos depois, Glenn está morto.
Então a imprensa, a polícia e o público decidem que chegou a hora de Jean contar tudo que sabe, inclusive o que realmente aconteceu com a pequena Bella.
É uma história de investigação policial, contada de um jeito que é muito comum atualmente: alternar diferentes perspectivas, com capítulos que alternam os pontos de vista dos principais personagens.
O livro vai agradar ao leitor que aprecia literatura policial e de suspense psicológico.
O final foi razoavelmente bem resolvido.
Pela caracterização dos personagens, pode ser que a escritora venha a escrever outras histórias com a jornalista Kate Waters e talvez com o detetive Bob Sparkes.
CONCLUSÃO: Bom.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 1 de maio de 2017
Toda vez que vejo alguém dizendo que não gostou de um livro policial porque não tinha ação suficiente, que era monótono e tal, percebo o quanto as pessoas estão preferindo histórias básicas repletas de clichês, desde que sejam ágeis e não as façam pensar muito.

Li alguns comentários assim sobre este livro. Mas "A viúva" é muito mais do que um thriller, é sobre um relacionamento codependente que só termina com a morte.

Em pleno século XXI, Jean Taylor é uma jovem mulher casada que não tem vida fora do matrimônio. Ela trabalha, mas sua atividade como cabeleireira é menosprezada pelo marido e ela mesma sente que não terá um bom futuro profissional porque não é grande coisa. Enquanto o marido tem, além do trabalho, atividades que ele não faz questão nenhuma de partilhar com ela, Jean vive só para o marido, o "seu" Glen, a quem idolatra e obedece acima de todas as coisas. Sua única transgressão: a obsessão por bebês e crianças, já que eles não podem ter filhos. Quando Glen é acusado de um crime terrível, ela fica ao lado dele e eles sofrem juntos as consequências do assédio da imprensa e da investigação da polícia. Quando ele morre, ela está livre para dizer a verdade.

O livro alterna passado e presente, primeira e terceira pessoa e se concentra especialmente na viúva, do detetive e na jornalista. Os personagens são bem construídos, o detetive especialmente carismático e a história é densa, o que explica em parte a lentidão. Os personagens têm vários questionamentos e dúvidas. A esposa que precisa ser leal, mas questiona o certo e o errado; o detetive que quer fazer a coisa certa, mas tenho medo de estar equivocado; a jornalista que sabe que faz parte de um circo midiático, mas tenta manter a ética.

Gostei muito da estreia de Fiona Barton na literatura. Ela não procurou o caminho mais fácil e eu gostei disto.
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100 PRINCIPAIS AVALIADORESem 11 de março de 2017
O retrato de um casamento perfeito sob o ponto de vista de Jean, a esposa dedicada, domesticada e dominada pelo marido.
Sob o seu departamento, Jean cuidava da casa, cozinhava e trabalhava em um salão de cabeleireiro, seu sonho era ser mãe!
Glen era o marido amoroso, provedor, que determinava como ele e Jean deveriam viver.
O seu departamento era cuidar de Jean e seguir carreira no seu cargo importante em um grande banco.
Glen era um homem bonito, inteligente e curioso com seus desejos sexuais...Glen era impotente.
O leitor é guiado pelos relatos da viúva, do detetive e da repórter durante um período de quatro anos, em épocas aleatórias, alternando investigações sobre uma criança de 2 anos desaparecida na região.
Um dos pontos marcantes para mim foi a apresentação e a influência da imprensa britânica na condução de um crime bárbaro, com entrevistas vendidas aos órgãos da mídia que se despusessem pagar mais.
Além da verdadeira caçada ao suspeito (sem condenação) e a transformação de sua vida em um verdadeiro inferno.
Desprezível, manipuladora, repugnante e cruel!!!

Será que realmente conhecemos a pessoa que dorme durante tantos anos ao nosso lado na cama??
Jean desconhecia e acredito que Glen também subestimou toda obediência e inocência de Jean.

O livro trata da pornografia que se escancarou com a era da Internet.
As salas de bate papo on line, os nick names criados, os avatares desenvolvidos e a facilidade de evoluir com a pornografia livremente, a rede não tem limites, basta ter um cartão de crédito para comprar qualquer imagem arrepiante.
É uma doença silenciosa que vai se instalando e tomando proporções monstruosas, mascarada por um trabalhador normal que pode lhe fazer uma entrega, um vizinho simpático passeando com o cachorro ou...alguém dentro da sua casa e da sua vida!!
A Viúva é um livro imperdível para todos que apreciam um suspense/policial com um final surpreendente!
Eu indico muitooooo
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em 22 de junho de 2017
Quanto ao formato, foi muito legal usar várias perspectivas, mas as narrativas da viúva e da jornalista iam e voltavam no tempo e se intercalavam. Já a narrativa do policial era bem linear e se estendia por vários capítulos sem intercalar com outras. Essa falta de uniformidade tirou um pouco da beleza da estrutura narrativa.
Quanto à trama em si, eu passei o livro todo com vontade de sacudir a viúva, de gritar com ela, tentando mostrar que ela era um indivíduo e não a extensão daquele marido maluco. Você se questiona o tempo todo como é que ela permitiu que as coisas chegassem naquele ponto? Por que não foi embora? Como pode seguir partilhando a cama com ele?
É uma leitura bem difícil porque estamos mais acostumadas com mulheres no papel de heroínas, em cujos atos, por piores que sejam, encontramos algumas justificativa.
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em 23 de abril de 2017
Um ótimo suspense
Personagens bem construídos, completos e quase reais. Todos os personagens são narradores, mostram-se para o leitor, isso torna o livro bem interessante. Para manter o suspense, o personagem suspeito só narra uma única vez. A personalidade da viúva é bem peculiar, pois é muito submissa e fraca a princípio, deixando todas as escolhas para o marido. Entretanto, a medida que ela começa a conhecer as fraquezas de seu marido, começa a ganhar força, pois já não pode mais confiar o seu destino nas mãos desse estranho. No fim do livro, ela já é completamente independente e forte. A história vai se revelando lentamente a medida que os personagens vão se movimentando e se revelando dentro da história., prendendo o leitor do início ao fim. Um ótimo suspense.
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