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em 13 de março de 2017
Tolstói descreve sua crise de forma direta e excepcional. Porém, prefere não ser assertivo no encontro da solução. Nós leitores é que percebemos seu retorno aos fundamentos e propósitos das Escrituras em meio às tradições religiosas das instituições. Talvez por ter em mente o restante do trabalho de análise dos dogmas. Mesmo assim, é uma experiência esclarecedora e consoladora.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 5 de setembro de 2017
Liev Tolstói, o gênio criador de Guerra e Paz e Anna Kariênina, era um homem de fases. Numa delas, chegou a contestar a qualidade da obra de Shakespeare, o aclamado escritor inglês. Ao ler toda a obra literária do Bardo em russo, inglês e francês, chegou à conclusão que Shakespeare era uma farsa, tamanha a péssima qualidade de seus personagens.

Nesse pequeno livro Tolstói expõe uma de suas crises mais agudas: a da fé, e ele a sentiu de tal forma que pensou em desistir da vida dar cabo dela.

Seria um tanto sádico dizer que um livro com uma temática tão sombria possa trazer o embevecimento comum aos leitores que estão diante de um grande livro de um grande escritor. Mas é exatamente isso que acontece ao ler as páginas repletas de incerteza, vazio e desilusão. Tolstói é um mestre; mesmo expondo suas mais profundas aflições, a pena do grande romancista vem à tona, ganha espaço apesar da dureza de suas páginas. Os laivos filosóficos, as comparações bíblicas, a busca por respostas na simplória vida do camponês, esses ingredientes fazem a confissão de Liev ser uma obra prima da Biblioteca Gloriosa, como gostava de se referir aos grandes livros a escritora e ensaísta Susan Sontag.

Tolstói mostra toda a força de sua humanidade. Ele descreve com detalhes a hipocrisia que muitas vezes sentiu diante dos complexos processos que engessavam a fé; busca em Schopenhauer e em Salomão os aforismos que por um lado lhe mitigam a vontade de viver e por outro traz a certeza de que a existência tem um propósito. O homem que odiava o ser humano mas que amava a humanidade, também se mostra fraco, como qualquer um de nós!

O livro, embora pequeno, é um verdadeiro tratado para todo aquele que acha que não tem respostas. Ali, será possível enxergar as proprias dúvidas existenciais; o próprio asco em simplesmente ver toda a maldade por traz das próprias intenções. Ali será possível enxergar o caminho de volta ao querer viver, lindamente ilustrado pelo sonho do grande escritor russo. Ou seja, todo o livro é um soco no estômago, dado pelo mais frio cossaco russo. Mas também é, sem dúvida, um grande livro para todo amante dos livros mais que essenciais.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 7 de dezembro de 2017
Confesso que sou um grande admirador do Tolstói, pessoalmente nunca li alguém com maior clareza e beleza no texto. Nesse livro Tolstói descreve o seu processo de conversão ao cristianismo, todas as suas dificuldades, suas visões do verdadeiro cristianismo e por quem ele era realmente praticado. Pra mim, a parte mais fascinante do livro é uma ilustração que ele faz da sua situação espiritual, algo como: "a minha vida é como se eu estivesse no meio de uma floresta pegando fogo em todas as direções, de modo que para todos os lados que eu olhe só vejo fogo. Mas ao correr eu encontro um buraco, mas vi que no fundo desse buraco há um dragão com a boca aberta. Em outras palavras, eu não tenho saída: se ficar onde estou o fogo me consumirá, mas se pular no buraco serei devorado pelo dragão. Quando o fogo se aproxima eu pulo, e quando estava para chegar na boca do dragão consigo segurar em um ramo de uma pequena planta. Quando olhei para cima vi que haviam dois ratos roendo os ramos que eu estava segurando, observei que um rato era branco e o outro era preto. O rato branco era o dia e o rato preto era a noite que vagarosamente consumiam a minha vida".
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 8 de janeiro de 2018
Ler Tolstói é realmente encantador. O homem sabia como lidar com as palavras. O estilo dele te prende de uma maneira tão intelectualmente charmosa que é simplesmente irresistível. Uma Confissão trata de parte da história espiritual do célebre autor russo. Também pode ser encarada como uma pequena autobiografia, ainda que esteja longe de servir como tal por focar quase que exclusivamente no lado religioso de sua vida. Logo, se você espera quaisquer detalhes sobre o fazer de obras como Guerra e Paz, esqueça. O objeto deste livro é a tortuosa jornada mental e espiritual desempenhada pelo autor em busca de um sentido para a vida. Vale demais a leitura. O final não é frustrante, mas provavelmente não é o que eu, pelo menos, esperava.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 4 de agosto de 2017
Este livro merece estrela de 7 pontas. O maior escritor de todos os tempos aqui se confessa em tom filosófico o seu questionamento sobre o sentido da vida, usando um discurso altamente coerente com o seu sentir. Com intertextos para enriquecer sua confissão, Tolstói nos remete a uma intensa reflexão sobre o nosso caminhar. E que edição agradável! Parabéns à editora!
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em 21 de junho de 2017
Este livro vai tratar basicamente de uma crise de fé que Liev teve, suas lutas internas. Começa com ele assumindo que era um religioso, mas que não tinha fé. Entre o momento que ele largou a sua religião e ter uma fé verdadeira, ele escreveu as suas obras mais famosas, porém, mesmo com o reconhecimento de suas obras, ele não via sentido na vida, até que recebeu a fé. "A fé é o sentido da vida humana, graças ao qual o homem não se destrói, e vive."
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em 7 de junho de 2017
Em cada passo da vida o Tolstói ele buscou um sentido que não conseguia encontrar, um sentido errado, mentiroso, sem resposta da vida. A sua dor e seu desespero é tão forte, que em certas ocasiões ele chega ao fundo do poço, quando pensa em dar cabo de sua própria vida, como diz ele.

Aqui ele expressa seus sentimentos e uma história realmente verdadeira, cheia de esperança quando ele encontra o que sempre buscou. Suas respostas não estavam nos pensamentos racionais, mas em Deus.
Leia, encontre o que Tolstói encontrou.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 16 de fevereiro de 2018
Que livro extraordinário! Que bomba contra a estupidez, os costumes instituídos, a massificação das religiões e os jogos assassinos da política! Que violento soco de lucidez no estômago! Este livro deveria ser lido nas escolas; mas por que será que ele nunca será lido nas escolas? Que chamado ao humanismo sincero e à coragem de abraçar a verdade. E que prosa fascinante e grandiosa!
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em 25 de maio de 2018
Recomendo este livro não só para quem deseja se aprofundar no pensamento de um dos maiores escritores e romancistas de todos os tempos, mas para qualquer um que deseja conhecer as próprias ideias e sentimentos, sendo, para isso, conduzido por um grande mestre capaz de explicar o mundo de uma maneira muito clara e lúcida.

O livro contém muitas das percepções que levaram Tolstói a criar algumas de suas obras mais famosas, como os clássicos A morte de Ivan Ilych e Guerra e Paz. Também contém muitas informações essenciais para a compreensão da modernidade artística, científica e intelectual.
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em 17 de fevereiro de 2018
Um livro grandioso embora seja um livro curto. Registro de uma conversa interior do grande russo na sua busca pelo sentido da vida. Leitura direta, pra se fazer de uma vez, deixando-se ser envolvido pelo relato. Gostei demais.
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