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Avaliação de clientes

4,3 de 5 estrelas
13
Quem era ela
Formato: eBook Kindle|Alterar
Preço:R$22,43


em 22 de outubro de 2017
Demora um pouco pra chegar na parte do suspense, mesmo assim achei um livro bom. O final é surpreendente. Legal!
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em 20 de julho de 2017
Sim , mas até agora fico pensando quem era ela? Ela ia e voltava?era ela no final? Surpreendente gostei muito
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em 31 de março de 2017
Resumindo: Uma casa, duas mulheres, dois homens. Relacionamentos se formam e se rompem. Regras são quebradas, pessoas manipuladas, transgressões cometidas. Talvez o intuito do autor tenha sido transformar a história num thriller eletrizante. Para mim não passou de uma tentativa de chocar e surpreender. Comigo não aconteceu nem uma coisa nem outra e talvez isso tenha causado minha frustração.

De qualquer forma, gostaria de deixar claro o seguinte, quebrei a principal regra de uma leitora inquieta: criei expectativas. E o problema de criar expectativas a respeito de algo é que elas pode muito bem ser superadas... Mas podem também não ser correspondidas. Esse foi meu caso. Vale lembrar, entretanto, que o livro está despertando não só a curiosidade dos leitores, mas também agradando e surpreendendo várias pessoas. Não rolou comigo, mas isso não significa que a fórmula não vá funcionar para vocês. Caiam dentro, permitam-se conhecer o nº 1 da Folgate Street. Vocês podem se apaixonar.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 16 de julho de 2017
Quem Era Ela é um thriller psicológico manipulador, tenso e envolvente!!!
O que pode ser mais inocente do que procurar um novo imóvel para morar?
O que está por trás desta atitude? Um recomeço?
Em Folgate Street, nº 1 o inquilino certamente encontrará uma grande mudança.
Morar em Folgate Street, nº 1 será uma grande experiência de vida...
A casa foi projetada por um dos renomes da Arquitetura Mundial e obedece o critério minimalista, além de abusar do uso da tecnologia no dia a dia de seus moradores.
Não será fácil ser selecionado para morar em Folgate Street, nº 1, o candidato deverá preencher um formulário com cerca de 200 questões extremamente pessoais, desvendando seu verdadeiro eu e deverá incluir o envio de três fotos recentes.
Algumas regras deverão ser observadas: nada de crianças, animais de estimação, cortinas, almofadas, móveis, flores, nada de plantar no jardim, apenas o estritamente necessário deverá ser levado e nada poderá ser modificado no imóvel.
A princípio parece um privilégio morar em um lugar de tamanha beleza e único, abdicando de todos seus excessos, toda sobrecarga que normalmente carregamos ao longo da vida.
Jane Cavendish foi aprovada na entrevista com o arquiteto que desenvolveu o imóvel, Edward Monkford e se muda para a casa buscando recomeçar sua vida após a perda de sua filha, a bebê nasceu morta.
Em pouco tempo Jane descobre que a antiga inquilina, Emma, morreu na casa vítima de um acidente doméstico.
A partir deste momento Jane inicia uma busca alucinada para saber quem era Emma e as semelhanças entre elas começam a aparecer...
A história é contada em 1º pessoa, com capítulos alternados por duas narradoras: Emma no passado, três anos atrás e Jane no presente.
Porém, além de Emma e Jane existe um outro personagem poderoso nesta obra: a própria casa!!
Folgate Street, nº 1 é austera, parece ter vida própria, é misteriosa e aparenta ser a grande vilã interferindo na vida de Emma e Jane, duas personagens reais com erros, que buscam se perdoar.
O cenário é limitado, quase que exclusivamente a casa e quando o leitor se dá conta está tão envolvido com as vidas de Emma e Jane, que também se sente sufocado pelo imóvel. A sensação que vivenciei ao longo da leitura foi indescritível!!!
Daí a conclusão que somente um autor excepcional, com apenas o recurso do seu texto, pode provocar tal reação em seus leitores!!
Os capítulos são curtos, instigando o leitor a ler rapidamente para descobrir mais sobre Emma e Jane.
O livro aborda temas como violência contra a mulher, erro médico, manipulação policial, além de invasão de privacidade.
Quem Era Ela tem uma pegada poderosa, a construção narrativa é absoluta, inteligente e muito real.
Este thriller psicológico é diferente de tudo que já li, intenso e muito forte, me envolvi demais com a história e quando cheguei ao final a sensação de opressão não passava...
No final, alias surpreendente, descobrimos que o leitor também estava sendo manipulado por J. P. Delaney, que por sinal é apenas seu pseudômino...
Eu recomendo muitoooo Quem Era Ela para todos fãs do gênero!!!
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 19 de abril de 2017
Quem Era Ela é narrado em primeira pessoa, com capítulos curtos, divididos em “Antes: Emma” e “Depois: Jane”, mas de uma forma que um capítulo completa o outro, quase como uma sequencia de fatos repetidos.
Duas personagens que sofreram, estão fragilizadas e querem mudar de apartamento para tentar um recomeço. O que liga essas duas personagens é a oportunidade de morar em Folgate Street, nº 1: uma casa ultramoderna, em excelente bairro, pagando muito abaixo do valor de mercado. Mas, tem um porém: antes de assinar o contrato, um questionário tem que ser preenchido e avaliado, e o pretenso inquilino tem que passar por uma entrevista com o proprietário do lugar: Edward Monkford. O questionário tem todo tipo de perguntas para determinar seu caráter e sua estabilidade emocional. Além disso, você tem que mudar para lá levando basicamente suas roupas e itens de higiene pessoal e deve responder à questionários periodicamente.

“Estão proibidas alterações de qualquer tipo, exceto com acordo prévio. Nada de tapetes ou carpetes. Nada de quadros. Nada de vasos de plantas. Nada de ornamentos, nada de livros…
– Nada de livros! Isso é ridículo!”

Folgate Street, nº 1 é quase uma personagem do livro. A maior parte da trama se passa dentro da casa e ela tem uma influencia direta sobre as duas inquilinas que a habitaram: Emma e Jane.
Emma foi para Folgate Street, nº 1 com seu namorado Simon após sofrerem uma invasão no apartamento onde moravam. Emma se encantou com a casa assim que a viu, assim como se encantou com o arquiteto e proprietário Edward. Simon não ficou tão entusiasmado quanto Emma, mas para vê-la feliz concorda em se mudar e seguir as regras loucas da casa.
Jane foi para Folgate Street, nº 1 depois de dar à luz um natimorto. Triste, desolada, de luto, ela precisa de um recomeço e a austeridade da casa a atraí de imediato, assim como o arquiteto que a projetou.
Edward demonstra interesse em Jane desde o início e já vai direto ao ponto: quer ir pra cama com ela, mas não quer se envolver emocionalmente. A princípio, Jane aceita, mas a medida que Edward vai entrando em sua vida, questões vão sendo levantadas e Jane, ao procurar saber mais sobre a casa e sobre Edward, descobre que Emma morou ali antes dela e morreu dentro daquela casa imaculada.
A morte de Emma é muito suspeita e a investigação sobre o ocorrido nunca foi concluída. Curiosa, Jane começa a investigar o que pode ter acontecido com Emma, e tudo aponta justamente para Edward, com quem Emma também se envolveu…
Numa história onde as pessoas não são bem o que parecem inicialmente, não dá pra torcer por ninguém, afinal, todos são meio suspeitos, manipuladores, egoístas, e obcecados em ter controle… Mas, talvez seja exatamente por isso que eles gostaram de morar em Folgate Street, nº1.

“Aquela sensação que eu tinha de estar representando para uma plateia invisível foi substituída pela consciência, pela onipresença do olhar perspicaz de Edward, e a sensação de que a casa e eu somos parte de uma indivisível mise-em-scène”.

Não dá para contar muito sobre a história em si, porque corro de risco de soltar spoillers gigantes. Mas, dá para dizer que devorei o livro em poucos dias, queria desesperadamente saber o que aconteceu em Folgate Street, nº 1, mas confesso que o final achei meio corrido. Sim, todas as perguntas são respondidas, não fica nenhuma ponta solta, mas achei que poderia ter sido feito de forma menos apressada. Não que isso tire o brilho do livro, porque toda a narrativa é de prender a atenção do início ao fim!

“Porque foi isso que eu percebi morando em Folgate Street, nº1. Você pode tornar o ambiente em que vive tão refinado e vazio quanto quiser. Mas isso não importa se você ainda estiver bagunçado por dentro. E, na verdade, todos nós estamos buscando isso, não é mesmo? Alguém que cuide da bagunça que há dentro da nossa cabeça.”
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em 1 de agosto de 2017
Adorei como o autor instiga o leitor a tentar descobrir a verdade por trás da trama.
As duas mulheres, Emma e Jane, descrevem os eventos de forma alternada dando uma impressão de que estamos olhando um espelho em que uma é reflexo da outra.
Os fatos se repetem com as duas mulheres e o leitor fica apreensivo sobre até que nível tudo será igual.
Os personagens são todos, em alguma medida, sociopatas.
O personagem do arquiteto da casa, Edward, é o elo de ligação entre as mulheres e parece que vem realizando um desenho de relacionamento em vários rascunhos até encontrar a perfeição. Edward tem uma personalidade impactante, ele se comporta como um sociopata, narcisista, manipulador, perfecionista e obsessivo. Mas, nem tudo que parece é a verdade.
Ao terminar o livro eu tive vontade de ler tudo de novo, após a revelação, para ver os personagens sob uma nova ótica.
Este livro deveria chamar: "nada é o que parece" kkkk
Muito bom! Adorei!
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 12 de março de 2017
J. P. Delaney é o pseudônimo do publicitário britânico Tony Strong.
Nesse suspense psicológico ele explora a obsessão pelo minimalismo e o desejo de levar uma vida perfeita, sobretudo quando, para alcançar esses objetivos, se vai longe demais.
As personagens principais são duas mulheres – Emma e Jane. Os capítulos se alternam entre passado e presente, entre Emma e Jane, tendo como ponto de ligação entre as duas uma linda casa.
As duas mulheres passaram por momentos dramáticos em suas vidas e ambas resolvem recomeçar em outra casa.
Jane procurava um local cujo aluguel coubesse no seu orçamento, depois que passou a trabalhar numa organização assistencial. E a oportunidade parecia ótima: uma casa linda por um preço baixo. O proprietário é Edward, um arquiteto que tem como principal objetivo afetar o modo como as pessoas se sentem. A casa é especial: não há nada fora do lugar, os móveis se resumem ao mínimo, mínimo, necessário. E tudo é controlado por um software chamado Governanta.
Para ser aceito na casa, era necessário preencher um longo questionário e depois passar por um rigoroso processo seletivo.
Jane conseguiu, preencheu o questionário e assinou o contrato contendo várias cláusulas como não ter animal de estimação nem crianças, não alterar absolutamente nada na propriedade, não trazer nada além do estritamente necessário, entre outras.
Poucos dias após sua mudança, Jane descobre que a inquilina anterior havia morrido na casa. Ela teria caído da escada, ou fora empurrada?
Jane fica obcecada em descobrir o que realmente aconteceu com a mulher. E parte para uma investigação própria, entrando em contato com o policial responsável pelo caso e com a psicoterapeuta que atendia a vítima.
O livro é muito bom pelo suspense e pela percepção de que ninguém é realmente o que parece. Todos têm um lado sombrio e segredos não revelados.
Como em todas as boas histórias desse gênero, é melhor não contar mais nada.
CONCLUSÃO: Muito bom.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 17 de julho de 2017
Na minha opinião a história é bastante inverossímil, pelo menos na nossa realidade tupiniquim, mas é bem contada. A trama vai crescendo e quando você percebe não consegue parar de ler até o final que apesar de previsível é bastante satisfatório. Vale a pena ler!
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em 12 de agosto de 2017
Muito bom bem diferente, muitas reviravoltas o suspense psicológico é bem feito o clima criado é de arepiar... Super Recomendo.
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em 17 de agosto de 2017
Um livro surpreendente, que você não larga até chegar ao final. O autor consegue manter o suspense e as histórias entrelaçadas tornam ainda mais curioso o final.
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