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em 13 de maio de 2018
Não há o que se falar acerca da história de Moby Dick, amplamente conhecida. Porém, essa edição da Nova Fronteira deixou muito a desejar. A revisão é péssima, com muitos erros gramaticais e de digitação. Vírgulas erradas, palavras repetidas, entre outros inúmeros erros, os quais estão presentes em TODAS as páginas. Não confio mais em tal editora depois desse desrespeito com obra de tanto valor.
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em 21 de março de 2018
A amazon entregou antes do prazo previsto e essas novas publicações de clássicos pela Nova Fronteira editora parece muito promissora. Edições bonitas e bem acabadas, boas traduções e titulos bem escolhidos.
Nesta edição de Moby Dick só ficou faltando um prefácio de algum professor de literatura contextualizando a obra para auxiliar a leitura de um livro que é bastante complexo.
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em 10 de abril de 2018
O livro em si e a história me agradaram muito. Lindo acabamento e chegou no dia certo, sem nenhum problema. Vale a pena.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 6 de março de 2018
Fazer uma análise ou resenha de Moby Dick é muito complicado, devido, obviamente, à complexidade da própria obra. Sim, pois esta não é apenas uma estória sobre vingança - apesar de poder ser lida assim. É uma história sobre a natureza humana encerrada sob as mais diversas facetas.
A obstinação do capitão Ahab em destruir Moby Dick, pode ser vista como uma alegoria da tentativa do homem de se libertar da sua condição humana: frágil e mortal. Trata-se de forjar seu próprio destino e se debelar contra um Deus que o abandonou. Seria uma tentativa de se libertar de Deus e nesse ponto o leviatã assume o simbolismo de divindade; nadando nas profundezas desconhecidas do oceano, ignorando os anseios da humanidade. Além disso, Melville faz inúmeras descrições acerca da baleia, cientifica, filosófica e artisticamente. Mas toda sua explanação, indiretamente, mostra que o conhecimento humano é limitado, incompleto, e se assumirmos que o leviatã é o Deus, então por mais que nos esforcemos, muito pouco conhecemos a seu respeito.
Com relação às descrições, essa é uma parte que merece destaque. As primeiras páginas do livro mostra Ishmael, o narrador, em busca de um navio para embarcar, sendo uma leitura muito dinâmica e prazerosa. Após o Pequod (navio) zarpar a narrativa começa a ficar entremeada por capítulos inteiros sobre descrições; descrições a respeito dos mais diversos tópicos relacionados às baleias e aos baleeiros. Esses capítulos descritivos quebram muito o ritmo da narrativa, e no início achei-os entediantes, tinha vontade de ver como a história ia prosseguir e não saber sobre o tamanho da cauda de cada tipo de baleia. Foi então que percebi que esses capítulos eram partes fundamentais do texto, não só, como já explanei acima, por limitar o conhecimento do leviatã e alegoricamente o de Deus, como pelo seu conteúdo metafísico. Em várias partes destes capítulos, Melville interrompe a descrição para fazer analogias, bastante filosóficas a respeito da natureza humana:
“... julgo que esta elevação das barbatanas do cachalote oferece provavelmente o mais grandioso espetáculo que se pode contemplar na natureza animada... Da mesma maneira, em sonhos, vi o majestoso Satanás estender para frente, do Báltico chamejante inferno, a sua colossal garra atormentada. Porém, para a contemplação de tais cenas, tudo depende do estado do espírito em quem se encontra a pessoa; em estado dantesco, avistará o demônio, mas se se encontra no humor de Isaías, verá arcanjos.”
Outro ponto que merece destaque é o nome do narrador Ishmael (Ismael) que foi o primogênito de Abraão com uma escrava egípcia, mas que foi abandonado por seu pai, após Sara, sua esposa, ficar grávida de Jacó. Logo, em Moby Dick, podemos usar o simbolismo bíblico e dizer que Ishamel é um filho abandonado pelo pai que erra pelo mundo, tentando talvez compreendê-lo ou ao menos conhecê-lo.
Contudo, tudo isso é apenas uma pequena parte da obra, apenas o que vi, como uma obra imortal, as interpretações possíveis são as mais variadas: é possível observar um romance que crítica o expansionismo americano e suas diversas questões sociais; ou ver na baleia uma forte referência à natureza, que o homem ao tentar destruí-la, será, implacavelmente, destruído por ela. Ou ver na obstinação de Ahab aliada ao seu totalitarismo a sua derrocada, sucumbindo e carregando tudo consigo, e nisso é possível traçar um paralelo com os regimes totalitários do século XX.
Por fim, queria fazer uma crítica à edição. A capa é maravilhosa, o papel e material de primeira qualidade, contudo, há inúmeros erros de grafias e pontuação no texto, o que compromete muito sua qualidade, aparentando que nem sequer houve uma revisão adequada.
“Ora, o comandante de Jonas... era um desses homens dotados de grande discernimento para descobrir um crime, mas cuja avareza os levam a acusar apenas os pobres. Neste mundo, companheiros, o pecado que paga pode viajar livremente e sem passaporte, ao passo que a virtude, se é pobre, será detida em todas as fronteiras.”
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em 8 de janeiro de 2018
Embora o conteúdo seja FANTÁSTICO, o livro veio com defeito em algumas paginas, uma quase ilegível.
Infelizmente já fiz anotações em varias paginas só fui ver essa que estava no final do livro.
Mas o livro em si é lindo.
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em 17 de fevereiro de 2018
A qualidade do produto é boa, é o original de Moby Dick na língua inglesa. Acontece que ainda que seja um clássico, o livro possui algumas falhas, como a monotonia da primeira parte e a incoerência permeada em considerável quantidade de partes.
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em 10 de janeiro de 2018
Não imaginei que me surpreenderia tanto com a história das baleias, forma de extração do óleo e muitas outras informações que me foram e são úteis para ampliação de conhecimentos.
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em 30 de julho de 2017
Nunca li o livro oroginal, porém essa graphic novel me deixou doida para conhecê-lo! Os desenhos do Chabouté são maravilhosos, trabalho primordial em P&B.
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em 12 de janeiro de 2018
This edition is unreadable. Don't waste your time. Missing letters and words all over the place. I don't really know why this is still allowed on Amazon.
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em 4 de fevereiro de 2015
Varia trechos muito bons, com outros monótonos. Estilo de escrita muito interessante, porém torna a leitura muito demorada para não nativos na lingua inglesa
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