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10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 31 de agosto de 2017
O Labirinto dos Espíritos é o quarto e último livro de O Cemitério dos Livros Esquecidos, uma das minhas séries favoritas. Os livros podem ser lidos fora de ordem, pois as histórias se sobrepõem e se complementam. Como o autor diz, é uma história com quatro portas de entrada diferentes, e isso é o mais mágico de tudo. Contudo, ainda prefiro a ordem de lançamento: A Sombra do Vento, O Jogo do Anjo, O Prisioneiro do Céu e O Labirinto dos Espíritos.

A Sombra do Vento tem seu foco em Daniel Sempere, O Jogo do Anjo em David Martín e Isabella Gispert e O Prisioneiro do Céu conecta os dois primeiros livros e nos dá um pouco mais de Fermín. Então, o que traz o quarto livro? Traz mais uma personagem forte, nos traz Alicia!

O enredo se desenvolve em torno do sequestro de Mauricio Valls, vilão já conhecido do leitor. Alicia e Vargas são contratados para ajudar a desvendar o caso, mas terminam descobrindo muito mais do que deveriam e arriscando suas vidas. Claro, os mistérios estão conectados com os livros anteriores.

É o mais policial dos quatro livros, especialmente a primeira metade – a que mais gostei. Como lhe é peculiar, Zafón recheia suas páginas com intrigas, desaparecimentos, assassinatos, drama, paixão e uma pitada de humor.

A sombria Barcelona de outrora continua a encantar, o cemitério continua mágico e inspirador e a livraria dos Sempere ainda nos deixa com aquele sorriso bobo no rosto.

O que dizer de Alicia? Essa personagem, uma referência a Alice no país das maravilhas, me encantou profundamente. Bem construída, cheia de camadas, dramática, complexa e, ao mesmo tempo, tão transparente. Vargas? Prefiro não entregar o jogo… (Zafónzito, quiero matarte!)

Assim como nos demais volumes, em O Labirinto a metaliteratura está sempre em cena. Zafón nos presenteia com uma literatura que referencia – e reverencia – grandes obras, mas de forma despretensiosa e sutil. É um livro de entretenimento de qualidade, bem escrito, muitíssimo bem construído e com personagens inesquecíveis. INESQUECÍVEIS! Como esquecer Daniel Sempere?! Impossível!

A história é toda redondinha, sem pontas soltas, mas tem algo que pode incomodar aos mais cricris. Ao longo das investigações, repete-se muito as mesmas informações, sempre com algum acréscimo, mas ainda assim são muitas repetições. Elas ajudam, na verdade, o leitor a não se perder em meio a tantas épocas e tantos fatos distintos. Fiquei o tempo todo pondo em ordem os acontecimentos, puxando da memória o que eu já sabia e rabiscando as novas peças do quebra-cabeças. Uma delícia!

É bom? Muito bom! Amei? Sem dúvidas! Porém senti falta de um algo a mais, talvez de um final mais apoteótico e mais surpreendente. Senti vontade de abraçar o livro em diversos momentos, mas, apesar de a história estar completíssima, queria mais. Queria que superasse A Sombra do Vento… e não supera. É o único defeito.

São quase mil páginas e eu leria outras tantas. Zafón consegue prender o leitor do começo ao fim, com um ritmo frenético e uma linguagem elegante e quase poética, com personagens que exalam amor pelos livros e faz derreter o coração daqueles que compartilham dessa paixão.

Assim como um dia encontrarei aquele guarda-roupa que leva a Nárnia e aquela plataforma que leva a Hogwarts… Cemitério dos livros esquecidos, me aguarde, um dia lhe encontrarei.
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em 16 de outubro de 2017
Depois de ler "A sombra do vento" em 2005, minha experiência como leitor mudou. Conheci Záfon e, desde então, tenho acompanhado o lançamento de todas suas obras no Brasil. Adoro sua maneira de escrever. Embora a obra possa ser lida de maneira isolada, o leitor aproveitará melhor sua experiência se já tiver lido "A sombra do vento", "O jogo do anjo" e "O Prisioneiro do céu". Pena que acabou a saga do Cemitério dos livros esquecidos.
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em 12 de dezembro de 2017
Záfon fecha com chave de ouro a série do Cemitério dos Livros Esquecidos. Mais do que um livro, uma carta de amor à literatura, seus mais diversos gêneros e as possibilidades infinitas que os labirintos de palavras permitem a seus ávidos leitores. Termino a leitura já com saudades dos personagens e suas muitas histórias, com seus finais tristes, agridoces e raramente felizes. Bravo, Záfon! Bravo!
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em 4 de outubro de 2017
Se você acha que já leu de tudo, está enganado, Zafon sabe surpreender, sabe prender e cativar os leitores, quem lê qualquer livro do Zafon não esquece jamais as estórias, " O labirinto dos espíritos não é diferente". Prepare-se para não ter mais vida ao procurar pelos livros dele.
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em 12 de fevereiro de 2018
O Zafón sempre arrasa. Ele é incrível!

Esse é o último livro da série "Cemitério dos livros Esquecidos". Nele Zafón traz uma nova protagonista, Alicia, e através da investigação de um caso, ele vai amarrando todas as pontas com os personagens dos outros livros.

Simplesmente perfeito!
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em 27 de setembro de 2017
Um final muito triste pra quem acompanhou a saga. Não é uma daquelas que viram blockbusters no cinema, mas é aquela que nunca mais sai da memória. E ainda bem que é assim!
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em 31 de janeiro de 2018
O mestre não decepciona!Maravilhoso! Final perfeito para uma série de livros onde vc deseja que os personagens sejam de verdade e q vivam para sempre. Queria fazer uma crítica mais profunda, mas não sou de escrever boleros.. 😊
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em 9 de outubro de 2017
Ótimo como todos os livros da série trazendo luz a todos os mistérios ao longo da série desde a Sombra do vento.
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em 29 de setembro de 2017
As obras de Zafón são incríveis, essa não poderia ser diferente, cada palavra é uma descoberta nova, uma parte do mistério a ser revelado.
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em 10 de janeiro de 2018
todos os livros de zafón são excepcionais. este não foge à regra. é necessário ler, pelomenos, a sombradovento,primeiro livro da tetralogia, na minha opinião
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