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Avaliação de clientes

4,7 de 5 estrelas
16

100 PRINCIPAIS AVALIADORESem 18 de janeiro de 2017
É impossível não começar a ler "A Faca Sutil" com um volume de expectativas imensa, dada a beleza e as emoções proporcionadas por "A Bússola de Ouro", estranhamente traduzido do coerente título em inglês, "Northern Lights". O título deve ter sido traduzido pelo mesmo pessoal que faz as versões brasileiras da "Sessão da Tarde", vai saber! O livro é fantástico desde as primeiras linhas, caminhando no sentido de criar uma estória mais madura, complexa e bem estruturada. Depois que Lyra um mundo em tudo novo para ela, encontra o seu personagem-contraponto, o menino Will, de 12 anos, proveniente deste nosso mundo velho e palpável. Se por um lado Lyra teve à sua disposição a possibilidade de crescer em um ambiente absolutamente seguro para ela, em que o cuidado a permitiu ser criança em tudo, para Will a infância, até ali, propiciou vivências perigosas e repletas de responsabilidades com as quais Lyra Belacqua, sobrinha de Lorde Asriel, nunca poderia supor arcar. Isso forjou em Will uma personalidade no mínimo taciturna, embora equilibrada demais para um menino em seus 12 anos, uma tal "esperteza que só tem quem está cansado de apanhar", como naquela música do Paralamas.

Sem entrar diretamente na descrição da estória, cabe dizer que este livro é aquele que oferece mais prazer em sua leitura dentre todos da trilogia do Philip Pullman. A interpretação corrente é de que o conjunto de livros é uma crítica direta ao cristianismo, mas o autor não o faz sem lançar mão de alegorias excepcionalmente bem construídas. A crítica é profunda, como sua análise também o é, mas tudo é amarrado de modo tão inteligente e bonito que em grande parte da leitura esqueci do segundo plano e me ative com todos sentidos à saga dos personagens. Me agrada a forma como Pullman constrói o mundo, dotado de infinitas possibilidades e universos, cujos personagens são altamente complexos e engajados em suas sagas pessoais, importando na construção de um conjunto ativo, com relevantes repercussões estruturais que me fizeram questionar se de fato fora escrito para crianças. Não chega a ser um manifesto ao ateísmo, como argumentavam alguns textos que li sobre a obra, mas é um soco no estômago do modelo de sociedade que pauta seus parâmetros de aceitabilidade de determinado conjunto de comportamentos pelo que rege tal leitura hegemônica do cristianismo. No Brasil isso é observado todos os dias nas questões que dizem respeito à emancipação feminina, aborto, casamento homoafetivo e dezenas de outras.

A leitura é escorreita e consegue prender o leitor de modo muito especial, pois é uma fantasia repleta de suspense e ação. Recomendo fortemente a leitura. Caso julgue a avaliação útil, peço a gentileza de marcar sua opinião abaixo.
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100 PRINCIPAIS AVALIADORESem 12 de junho de 2017
É impossível não começar a ler "A Faca Sutil" com um volume de expectativas imensa, dada a beleza e as emoções proporcionadas por "A Bússola de Ouro", estranhamente traduzido do coerente título em inglês, "Northern Lights". O título deve ter sido traduzido pelo mesmo pessoal que faz as versões brasileiras da "Sessão da Tarde", vai saber! O livro é fantástico desde as primeiras linhas, caminhando no sentido de criar uma estória mais madura, complexa e bem estruturada. Depois que Lyra um mundo em tudo novo para ela, encontra o seu personagem-contraponto, o menino Will, de 12 anos, proveniente deste nosso mundo velho e palpável. Se por um lado Lyra teve à sua disposição a possibilidade de crescer em um ambiente absolutamente seguro para ela, em que o cuidado a permitiu ser criança em tudo, para Will a infância, até ali, propiciou vivências perigosas e repletas de responsabilidades com as quais Lyra Belacqua, sobrinha de Lorde Asriel, nunca poderia supor arcar. Isso forjou em Will uma personalidade no mínimo taciturna, embora equilibrada demais para um menino em seus 12 anos, uma tal "esperteza que só tem quem está cansado de apanhar", como naquela música do Paralamas.

Sem entrar diretamente na descrição da estória, cabe dizer que este livro é aquele que oferece mais prazer em sua leitura dentre todos da trilogia do Philip Pullman. A interpretação corrente é de que o conjunto de livros é uma crítica direta ao cristianismo, mas o autor não o faz sem lançar mão de alegorias excepcionalmente bem construídas. A crítica é profunda, como sua análise também o é, mas tudo é amarrado de modo tão inteligente e bonito que em grande parte da leitura esqueci do segundo plano e me ative com todos sentidos à saga dos personagens. Me agrada a forma como Pullman constrói o mundo, dotado de infinitas possibilidades e universos, cujos personagens são altamente complexos e engajados em suas sagas pessoais, importando na construção de um conjunto ativo, com relevantes repercussões estruturais que me fizeram questionar se de fato fora escrito para crianças. Não chega a ser um manifesto ao ateísmo, como argumentavam alguns textos que li sobre a obra, mas é um soco no estômago do modelo de sociedade que pauta seus parâmetros de aceitabilidade de determinado conjunto de comportamentos pelo que rege tal leitura hegemônica do cristianismo. No Brasil isso é observado todos os dias nas questões que dizem respeito à emancipação feminina, aborto, casamento homoafetivo e dezenas de outras.

A leitura é escorreita e consegue prender o leitor de modo muito especial, pois é uma fantasia repleta de suspense e ação. Recomendo fortemente a leitura. [...]
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 16 de dezembro de 2017
O segundo volume da trilogia Fronteiras do Universo mantém, se não eleva, a voltagem do primeiro título. Introduzindo um novo personagem, Will Parry, e transpondo para ele a perspectiva da narrativa, Philip Pullman enriquece a trama que tem em mãos. Mais dramático e adulto, o livro arrebata, assusta, comove. Ao inventar um instrumento "cortador de mundos", a faca sutil , que dá nome à obra, o autor teve uma sacada genial, que ampliou suas possibilidades literárias. Lê-se com enorme prazer!
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em 15 de maio de 2014
Li com tanta curiosidade as últimas páginas que me deparei, de repente, com a avaliação do kindle sobre a estória. E pensei: Ah! Não! O autor consegue manter a mesma dinâmica rápida do primeiro volume, com a entrada de novos personagens e a morte de outros. Extremamente sensível em determinadas partes. Pra quem curte fantasia....ótima opção.
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em 16 de junho de 2017
Enredo prende nossa atenção no inicio ao fim e trama bem interligada sendo possível saber o fim de cada personagem
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em 2 de dezembro de 2015
Uma ótima continuação para o primeiro livro desta série fantástica! Vale muito a compra. Ideal para quem gosta de Nárnia/Harry Potter e literatura do gênero.
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em 20 de janeiro de 2017
O livro em si é bem legal 😐
Mas tem partes meio tristes 😢
Mas vale apena ler o livro 👍
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em 7 de março de 2014
Este livro é o melhor da trilogia, apresenta uma nova perspectiva do que se viu no primeiro, é uma leitura agradável e cativante.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 9 de janeiro de 2018
“À luz do poste da rua, ela moveu com cuidado os ponteiros do instrumento e relaxou a mente na forma de uma pergunta. O ponteiro começou a girar em torno do mostrador em uma série de pausas e arranques quase rápidos demais para os olhos.
Ela tinha perguntado: O que ele é, amigo ou inimigo?” _Pág.029

Lyra e Will parece que estavam destinados a se encontrar e ao longo da leitura vamos descobrindo que ambos possuem um papel fundamental na guerra que está por vir, eles se conhecem em um mundo que liga os seus mundos, porém o mundo de Will é o nosso que conhecemos, Ci’gazze é a cidade onde eles se conhecem e esse novo mundo é assombrado por espectros que sugam a vida dos adultos.

Mas muitos mistérios envolvem esse novo mundo e Lyra e Will sabem que para sobreviver precisam ficar juntos e ajudar um ao outro, juntos eles vão Oxford do mundo de Will em busca de respostas, Lyra para saber mais sobre o Pó e Will para descobrir o paradeiro do seu pai que sumiu em uma expedição a muitos anos.

Infelizmente nada sai como planejado, quando Lyra encontra Dra. Malone, uma catedrática que pesquisa sobre matéria escura que é o mesmo que o Pó em seu mundo, ela precisa fugir que pessoas que querem pegar Will e nessa fuga tem seu bem mais precioso roubado, de alguma forma o homem que fez isso com Lyra lhe é familiar e algo lhe diz que ela já o conhece.

“_O senhor nem sabe o que roubou! –bradou Lyra. – Me viu usando ele, resolveu roubar, e roubou. Mas o senhor, o senhor é pior do que a minha mãe, ela pelo menos sabe que o aletiômetro é importante, mas o senhor vai colocar ele em uma estante e não vai fazer nada! O senhor tinha que morrer! Se eu puder, vou fazer alguém matar o senhor. O senhor não merece ficar vivo! O Senhor é….” _Pág.146

Porém Sir Charles que algo em troca do aletiômetro, a Faca Sutil que está em uma torre em Ci’gazze e por ser adulto ele não pode ir lá pegar, apenas crianças conseguem viver lá sem ser incomodada pelos espectros, sem saída ambos aceitam, mas uma luta é travada pela Faca Sutil, Will perde três dedos e se torna o portador da Faca, ele agora pode abrir e fechar portais entre os mundo e por isso a Faca é tão cobiçada.

Com ajuda da Faca Sutil Will e Lyra decidem roubar o aletiômetro, quando conseguem ambos descobrem que a mãe de Lyra e Sir Charles se conhecem e Lyra finalmente lembra dele em seu mundo com o nome de lorde Boreal, juntos eles fogem e em Ci’gazze são perseguidos pelas crianças que desejam a Faca e para tê-la todas estão dispostas a mata-los, mas Serafina Pekkala e outras feiticeiras em seu comando salvam Lyra e Will.

“Depois que comeram alguma coisa, Serafina lhes contou: as feiticeiras tinham concordado que, já que tinham ido àquele mundo para encontrar Lyra e tomar conta dela, iriam ajudar a menina a fazer aquilo que ela agora sabia ser sua missão: Levar Will até o pai dele”. _Pág. 227

Os próximos acontecimentos são emocionantes e cheios de reviravolta, a vida de Lyra depende de Will e ele tem que decidir se vai seguir sem ela o seu caminho ou se vai em busca da sua nova amiga, um livro maravilhoso que nos prende a cada nova página.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 21 de novembro de 2017
Esse segundo livro vem para abalar nossas estruturas. Depois da morte trágica ocorrida no primeiro livro, nós nos sentimos tristes, mas confiantes de que agora as coisas vão ser mais calmas. Ledo engano! Recheado de aventuras, essa série vem me lembrando cada vez mais os contos de fadas originais, com mortes trágicas e heroicas, sangue e muita tensão.

Lord Asriel finalmente consegue abrir caminho para outro mundo e começa os preparativos para a grande guerra contra a Autoridade. Que seria Deus. Com isso ele pretende abolir de todos os mundos seus castigos e julgamentos injustos que impedem o ser humano de ser realmente livre.
Depois de uma longa jornada, Lyra, nossa protagonista cruza a janela para outro mundo com seu inseparável daemon em sua busca pelo Pó, deixando seus amigos, o agora rei dos ursos Iorek Byrnison, o aerostata Lee Scoresby e a fada Serafina Pekkala para trás. Cada um tentando descobrir seu lugar na grande guerra que está por vir. A única certeza que todos tem é que vão lutar pela menina. Mas pelo que ela lutará?

Com uma escrita envolvente, nós somos complemente absorvidos pela história de Pullman. À princípio, por envolver crianças nós tendemos a pensar numa história mais leve e delicada, mas logo vemos que a história tem seus momentos mais violentos, onde os vilões não tem a menor sombra de remorso em matar o que aparecer em seu caminho. É um livro capaz de agradar tanto o público jovem quanto adultos, já que contém a dose certa de magia, mistério e ação para encantar a ambos.
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