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Avaliação de clientes

4,6 de 5 estrelas
10
Suicidas
Formato: eBook Kindle|Alterar
Preço:R$34,90


100 PRINCIPAIS AVALIADORESem 13 de setembro de 2017
Montes escreveu este livro quando tinha apenas 19 anos, impressionante.
Li em dois dias; devorei-o. O autor soube como aguçar e manter a curiosidade no nível máximo. Passei as páginas ansioso para saber o que viria. Algumas cenas são bastante incômodas, fortes, e nos fazem pensar, mesmo tratando-se de uma ficção, no que o ser humano é capaz de fazer sob pressão.
É o quarto e último romance que li dele e, em minha opinião, o segundo melhor; o primeiro é o Jantar Secreto.
A história tem poucos furos, que podem variar dependendo da percepção de cada leitor, no entanto, nada que atrapalhe a leitura. Nota 5.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 6 de fevereiro de 2018
Tornei-me fã de Raphael Montes quando li "Jantar Secreto" e mais ainda após ter lido "Suicidas" sabendo ser esse o seu primeiro livro. Adorei o final, para mim totalmente surpreendente. Raphael explora com requinte o desequilíbrio e a fragilidade de cada um dos nove jovens envolvidos por vontade própria ou não em um aparente suicídio coletivo. Reforça o distanciamento de muitos pais na rotina dos filhos e a triste constatação do que aconteceu. A pergunta que ficou não conseguiu ser respondida: Por que?
1 pessoa achou isso útil
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em 28 de maio de 2018
"A grande verdade é que estávamos desgastados. A cada tiro, morria a própria vontadede morrer."

No livro de estreia de Raphael Montes, ele explora a decisão, e as consequências, de 9 jovens em se suicidar em uma roleta russa.

A história é maravilhosamente construída de 3 pontos de vista:
- O diário de Alê, achado no quarto, através do qual descobrimos como todos esses jovens se conheceram e se relacionaram antes do jogo letal.
- A gravação de uma conversa da delegada com as mães das vítimas (um ano depois) para discutir o livro encontrado na cena do crime.
- O livro, escrito em tempo real durante o jogo.

Intercalando os três pontos de vista, Raphael brinca com as informações dadas, levantando suspeitas e interpretações. O livro foca nas relações e nas atrocidades que o ser humano é capaz quando tem certeza da impunidade, uma certeza que apenas a morte eminente pode dar.

Demorei um pouco para ler o livro, não só por conta do horror, mas também por um personagem principal intragável. Incompreensível e homofóbico, Alê se mostra arrogante e preconceituoso. Recheado de comentários e xingamentos carregados contra mulheres, especialmente Waléria que dificilmente passa um capítulo sem ser chamada de gorda, mesmo quando a informação é irrelevante.

Um ponto altamente positivo, se refere a um aviso de gatilho (trigger warning), muito discreto porém funcional: Dada a estrutura de intercalar capítulos com a conversa com as mães, é possível dar um aviso de conteúdo sensível, e avisar que o capítulo pode ser pulado, ao apresentar que alguma mães se recusaram a ouvir determinado trecho, além de resumir o capítulo com gatilho no início do seguinte, oferecendo uma opção para quem não se sente a vontade.

Suicidas é um livro muito bem escrito e estruturado, um suspense que te deixa angustiado e concentrado até que as repostas sejam dadas, sendo difícil controlar a vontade de olhar a última página.
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em 21 de março de 2018
É bom, mas não gostei do final, a longa carta apara explicar o livro.
Teria que ter outra forma que não a confissão explícita.
Nem para a mãe a gente manda uma carta daquela.
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em 1 de fevereiro de 2018
Raphael Montes é o mlhor autor nacional que conheço de suspense e neste livro que foi seu primeiro , não foi diferente adorei !!!!!!!!!!!!
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em 19 de abril de 2018
Super intenso! O autor consegue segurar a atenção do leitor, além do conteúdo muito dierente, forte. As cenas sao narradas com muito minúncia nos colocando na própria história. Amei!
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em 7 de janeiro de 2018
Li “Dias Perfeitos” antes desse. E assim como naquele, Raphael Montes nos surpreende com uma narrativa bem escrita e concatenada. Recomendo a leitura.
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em 23 de maio de 2018
Um livro que me prendeu do começo ao fim e desgraçou minha mente em níveis estratosféricos, amei com toda a minha alma!
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em 20 de outubro de 2017
Foi o primeiro livro que li de Raphael, e até agora estou pensando no grandioso final que essa obra teve!
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 24 de novembro de 2017
Em recente coluna semanal, Raphael Montes assim escreveu sobre a literatura de terror:"(...) precisamos, sim, de mais autores dedicados a escrever romances de gênero, com ganchos, viradas e finais surpreendentes, para conquistarmos aos poucos um público-leitor acostumado a buscar os best-sellers internacionais."
Li a versão atualizada de Suicidas, após ter lido Jantar Secreto e Dias Perfeitos. Gostei mais do segundo e menos do terceiro. Se não soubesse, consideraria o livro ora resenhado o último do autor, e não sua primeira obra. Tendo em vista a idade do escritor ao completá-la,pouco mais de vinte anos, é um resultado que impressiona, pelo menos até chegar ao desfecho da história. A ideia genial de intercalar a leitura da narração elaborada por um dos principais protagonistas da trama, Alessandro, com o coro das mães dos suicidas, organizado por uma delegada para tentar esclarecer o efetivamente ocorrido, traz páginas impressionantes, tornando palpável a dor e perplexidade maternas.
No entanto,. quando surgem "os ganchos e viradas" surpreendentes, o livro perde toda a vitalidade e força.Excelente escritor, penso que Raphael Montes não necessita de artifícios para prender ou conquistar leitores. Pelo menos comigo, isso não funciona. Como é opção consciente do autor, tenho dúvida se encararei outro livro com esta receita de cenas exageradamente chocantes e final enganoso.
É uma pena, porque o potencial de Raphael é enorme: outra coluna dele, também recente, sobre a morte da última avó, foi dos textos mais bonitos e emocionantes que li. Espero que a maturidade produza efeito na produção do autor, como aconteceu com grandes escritores.
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