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Avaliação de clientes

4,7 de 5 estrelas
13
Tartarugas até lá embaixo
Formato: eBook Kindle|Alterar
Preço:R$17,18


em 5 de novembro de 2017
A capa é bonita, o livro é pequeno, menor que os livros comuns, mas não chega a ser pocket, então não se assustem logo de cara. Ainda não li então não tem como falar do conteúdo. Mas veio bem embalado, sem nenhum amassado, e super rápido.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 5 de novembro de 2017
O desespero era tamanho que mesmo tendo parceria com a editora comprei o em e-book. Iniciei a leitura na hora do almoço, não consegui finalizar porque tinha aula até muito tarde, demorei exatos 5 dias, acabei comprando o livro físico e finalizando a leitura nele, um dia antes de ter recebido o livro de surpresa da Intrínseca.
Essa introdução é para mostrar um pouco a vocês de como sou fã de Green, autor que não lançava nada há exatos 6 anos. Se você ainda não ligou o nome à pessoa, ele é ninguém menos do que o cara que escreveu A Culpa é das Estrelas.
Eu posso lhe dar mais de 50 motivos para ler John Green, mas aqui o foco é o último livro. Para mim, o mais biográfico até o momento. Aza Holmes é uma adolescente que tem TOC, para terem ideia de acordo com pesquisas recentes mais de 4 milhões de brasileiros convivem com a doença e já foram diagnosticados com ela.
Aza sabe quantos micróbios há nos alimentos, ela mexe no band aid do dedo centenas de vezes, ela repete mentalmente coisas que se falasse em voz alta soaria como estranha ou ainda como louca. Ela sabe disso, é por essa razão que esconde de todos o que tem, ela finge que está tudo bem, mas diariamente ela trava uma batalha entre o que vive e o que sua mente lhe diz que deve fazer. Nem sempre ela ganha.
Na escola sua melhor amiga é Daisy, uma menina adorável que fala muito e que escreve fan fics de Star Wars, já a amamos, certo?
A amiga tem a maravilhosa ideia de irem atrás do pai de Davis, um milionário que sumiu após ser investigado de algums fraudes, Daisy acredita que o filho do milionário, Davis, certamente se recordará de Aza e com isso terão a chance de descobrirem onde o pai está e revelarem para polícia que está oferecendo 100 mil dólares de recompensa.
Acontece que Davis é incrível, ele não só vai lembrar dela como vai ser mais do que amigo...não entenda isso como um romantismo mas como duas pessoas que tem seus próprios problemas e que o mundo exterior nem sempre os entende.
Davis tem um irmão mais novo, Noah, que está sendo afetado pelo sumiço do pai. Fora isso ele é atencioso, honesto e não entende como seu pai possa ter se metido nisso. Além de que ele é muito fã do Universo e o estuda a fundo dando uma aula para gente durante a leitura.
Dentro desse universo Green - o autor tem TOC, lembram?- iremos nos apegar com Holmes, mergulharemos em seu mundo repetitivo e doloroso, e ainda sim encantador, ela tem empatia e Green brinca com as palavras de certa forma que quando percebemos já estamos envolvidos vivendo lado a lado com seus personagens.
É livro para se ler com calma, para entender melhor a doença, para ter sensibilidade com o que o outro passsa. É necessário e você o fecha terminando a leitura querendo discutir o que Holmes vive com os amigos.
Que livro, senhoras e senhores! Que livro!
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 11 de novembro de 2017
O livro veio com uma capa super bonita, nesse ponto me pegou logo pelo design. Aza, nossa protagonista é muito palpável, redondinha, bem construída e cativante. Na verdade, parece que ela e o autor se fundem, tamanha realidade que transmite.
A jovem – que tem apenas 16 primaveras – sai em busca de um ricaço sumido, com a promessa de uma bela recompensa, e ai que a trama engrena…. e aqui que ele me pescou!
Achei que tratava apenas de uma aventura, um suspense adolescente, uma busca pelo cara sumido. Pá! Nada, nada.
Green pega esse gancho, dá uma volta de 180 graus e narra uma linda história de amizade, superação e luta. Luta contra um inimigo poderoso que é nossa própria mente, impulsos e limitações. Viver em um espiral, lidar com a ansiedade. É fácil ter empatia pela protagonista, sofremos com seus dramas e também aprendemos um pouco mais.
Aza Holmes (referencia à Sherlock Holmes, um personagem de ficção da literatura britânica muito conhecido) tem TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo. Nesse vídeo (que não assisti inteiro, pq como disse, não simpatizo com ele srsrs) ele fala de sua vida com o transtorno.

“Pode ser um caminho longo e difícil, mas os transtornos mentais são tratáveis. Há esperança, mesmo que o seu cérebro lhe diga que não.”

Tartarugas até lá embaixo me surpreendeu, mostrou o talento desse autor e com certeza fez dessa experiencia de leitura algo pra vida toda. Mesmo com partes de sua narrativa que considero cansativas, repetitivas, estimula algumas reflexões interessantes de forma leve e descompromissada, levando quatro belas estrelas douradas!

“Depois que essa ideia surge, eu não consigo não fazer isso. Perdão pela dupla negativa, mas é uma verdadeira situação de negação
em dobro, um dilema em que negar a negação é de fato a
única escapatória.”

Drama, depressão, transtorno compulsivo, ansiedade, adolescência, cultura pop e muito mais, você encontra por aqui. Recomendo… :)
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 8 de novembro de 2017
Resenha feita originalmente no blog Virando Amor

Aza Holmes não está nem um pouco interessada em solucionar o desaparecimento do bilionário Russell Pickett, que logo após ter recebido um mandato de prisão fugiu pra não responder por seu crime; mas por insistência de sua amiga, Daisy – e por ter cem mil dólares envolvido pra quem tiver informações sobre o paradeiro dele –, elas se juntam pra resolver o mistério. Aza conhecia o filho de Russell, Davis, e isso pode ajudar a solucionar.

Aza tem transtorno obsessivo compulsivo e ansiedade, e isso faz ela ter pensamentos bem aleatórios e não conseguir parar de pensar neles – logo no primeiro capítulo nós vemos como é isso quando ela está com os amigos na cantina da escola, mas não consegue se concentrar na conversa pois só consegue pensar que pode ter uma infecção por causa da bactéria C. diff. O John Green também sofre com esse problema, e por isso ele consegue passar fielmente tudo que uma pessoa com essa doença sente através de Aza, e essa representação é muito importante.

Você sabe que leu um livro bom quando termina a leitura se sentindo mais inteligente, e sempre termino os livros do John Green me sentindo assim. Me sentindo mais sábia, de certa forma. E faz sentindo, já que ele sempre usa metáforas, referências filosóficas que nos ajudam a compreender melhor seus personagens.

Uma das coisas que mais gosto nos livros do John Green é que os personagens secundários são sempre muito bem construídos, e nesse livro não é diferente. Daisy, melhor amiga da Aza, é a personagem mais legal do livro. Não só por ela ser divertida, mas por ela ser bem real. John consegue passar muito bem toda a dinâmica de quem convive com pessoas com o mesmo problema da Aza.

Se preparem para um livro recheado de referências a cultura pop, especialmente à Star Wars – a Daisy escreve fanfics de um romance entre Rey e Chewbacca –, e um romance entre Davis e Aza, que já é de se esperar, se tratando de John Green. Do romance em si, a coisa que mais gostei é que era uma ida a uma montanha russa sem exatamente falar sobre a montanha russa – quem lê o livro vai entender –, e não focou no romance, já que ambos os personagens têm muito com o que lidar, e de certa forma, os dois se ajudam.

Minhas expectativas estavam bem altas e fiquei muito feliz por terem sido supridas. Se algum dia John Green vai me decepcionar com um de seus livros, esse dia não é hoje. O desenvolvimento da trama foi excelente, me prendeu e entregou um final satisfatório e real.

O livro é mais recomendado, pra pessoas que têm TOC e também pra quem quer entender um pouco o que pessoas com TOC passam. Definitivamente o livro virou meu favorito e eu pretendo reler muito em breve.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 21 de novembro de 2017
John Green é um daqueles autores que nunca sabemos o que esperar. Tartarugas Até Lá Embaixo é um livro envolvente, faz com que a gente se perca em suas páginas e sinta as dores que a Aza Holmes sente como se fossem nossas. As doenças da mente são muito difíceis de serem compreendidas por quem as tem e muito menos por quem desconhece e trata como "frescura". Esse livro, assim como A Culpa É das Estrelas, tem inspiração em histórias reais, neste caso vivida pelo próprio John Green. Por esta razão, esse livro é tão tocante e comovente. Leitura imperdível.
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em 9 de novembro de 2017
Se você chegou até aqui, provavelmente já conhece os vícios literários de John Green por metáforas, da sua paixão em escrever romances adolescentes e também sabe como os livros do John precisam de total atenção para que as peças se encaixem e para que você não se perca.

Eu li Tartarugas Até Lá Embaixo em menos de um dia e me arrependo, pois agora já sei todo o enredo e não vou ter o prazer de saborear cada palavra com o cuidado merecido. É um livro que foca extremamente em pensamentos intrusivos, então você pode acabar se irritando tanto quanto eu pela falta de controle da protagonista e por ela abordar isso na maior parte do tempo. Mas é um livro bem fiel ao mundo real, com personagens repletos de egoísmos, medos e excentricidades.

A sinopse engana bastante, pois não li nada do que imaginava, embora não ache que isso tenha me decepcionado.

Na minha opinião, é o melhor livro do John, mesmo que os pensamentos da Aza acabem devorando ela e o próprio leitor.
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em 10 de novembro de 2017
Sou meio suspeito para indicar livros desse autor, amo todos. Assim que comprei, devorei. Ao final do livro, comecei a ler um pouco mais lentamente para ter o prazer de lê-lo por mais tempo (coisa de gente doida mesmo). Sempre me identifico com alguém das histórias do Green, mas nunca o personagem autor como dessa vez. Aza Holmes e Davis deixaram em mim uma marca, amei demais e, acredito, que sempre lembrarei dessa história. Deixou meu coração preenchido com tanta realidade. Sinto, agora que acabei de ler, uma saudade dos personagens, da narração, do ambiente, de Indianópolis. Acho que até mesmo ao final, identifico-me com Aza. Se recomendo? Com certeza.
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em 22 de outubro de 2017
John Green mostrando mais uma vez porque é um dos meus autores favoritos. Escrita inteligente, criativa e intensa. Assim com seus livros anteriores. Embora eu esperasse um final diferente essa história me mostrou o significado de continuar a vida.
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em 2 de novembro de 2017
Envolvente da primera à última página, John Green mais uma vez se superando ao falar sobre um tema tão pouco conhecido em sua esencia, o TOC. O livro fala também sobre a amizade, o primeiro amor... enfim lindo! estou torcendo pra que vire filme!!!
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em 23 de outubro de 2017
Acompanhar Aza e seus pensamentos foi um grande aprendizado. A leitura me deu uma visão sobre muitas coisas que eu sinto e me encorajou para ir atrás e descobrir o que são esses pensamentos que me permeiam todos os dias.
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