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Avaliação de clientes

3,8 de 5 estrelas
4

em 7 de novembro de 2017
Um historiador maduro e um dos maiores acontecimentos da história humana. Relato técnico e analítico de primeira ordem. Excelente para iniciantes ou não.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 12 de novembro de 2017
Abrangente. De fácil leitura. Informou-me de fatos que desconhecia sobre as revoluções que pensava ser somente uma. Vale a leitura.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 4 de fevereiro de 2018
Daniel Aarão Reis concorda com Marc Ferro quando este determina, no meio da controvérsia, que o ocorrido em 1917 na Rússia não foi apenas um golpe, não foi apenas uma revolução: foi os dois.
O livro está dividido em duas partes. Na primeira, "O ciclo das revoluções russas, 1905-1921", o autor tratará do contexto que permitiu a ascensão bolchevique e tudo que veio antes, inclusive a esquecida Revolução de Fevereiro, sem a qual a mais famosa, "de Outubro", não teria sido a mesma (ou, quem sabe, nem teria sido). Leva-nos a conhecer brevemente os personagens envolvidos na revolução e na crítica a ela, trazendo à tona o Lênin e o Trótski políticos -- sem ponderações a suas "motivações pessoais", que é o que faz, por exemplo, Richard Pipes. O livro é breve, esses personagens são tratados de modo breve. Stálin aparece em poucos momentos.
Na segunda parte, "Os atores esquecidos", Aarão Reis concede espaço especial à atuação de camponeses e mulheres "nas revoluções russas". De acordo com o último censo realizado antes da Revolução, 85% da população russa era camponesa. Por mais que em muitos momentos essa massa de trabalhadores rurais fosse relegada a segundo plano nas atuações políticas, isso não significa que não tivesse contribuído com revoltas, reivindicações e ideias. As mulheres, que também não tiveram participação igualitária nem antes nem depois da Revolução, puderam ver momentos de protagonismo, como na passeata que organizaram em fevereiro de 1917. Alguns avanços conseguidos sobre jornada de trabalho, licença-maternidade e participação política serviram, por certo tempo, para colocar a Rússia como exemplo de avanço nos direitos das mulheres.
O livro é escrito com muito esmero. É didático sem ser simplório e tem riqueza de vocabulário sem ser prolixo. Agradará tanto ao leitor historiador quanto ao leitor leigo interessado no assunto. Não é uma fofoca histórica nem uma biografia de figuras: não espere grandes colocações sobre Lênin e outros personagens marcantes. O recorte é muito claro: a Revolução de 1917 e o que lhe diz respeito. Portanto, avança pouco no período pós-Revolução e não chega ao governo de Stálin.
Minha única crítica (vejam que não desmereço o livro por isso) é em relação a certa frieza com que historiadores conhecidos por seu flerte (ou namoro, mesmo, ou casamento) com a esquerda tratam o sangue que as ditaduras dessa corrente derramaram. Não que Aarão Reis não tenha falado da fome, das mortes, das guerras civis, da discrepância entre teoria e prática quando os bolcheviques chegaram ao poder e fizeram uma "ditadura militarizada". Ele fala disso, e critica o que é preciso criticar. Mas critica com a mesma ânsia que usaria para criticar ditaduras de direita? É verdade, historiadores apaixonados tendem a errar e acabar não fazendo história. Aarão não peca nisso e parece bem centrado -- mas teria a mesma calma se escrevesse sobre governos "de direita" que mataram muito menos?
No fechamento do livro, o autor nos apresenta sua opção por um utópico socialismo democrático: "O caminho rumo ao socialismo democrático passa pela persuasão das gentes e pela auto-organização, pela autonomia e pela liberdade -- principalmente a dos outros, como aconselhava Rosa Luxemburgo". Discordo dessa ilusão, mas Aarão Reis tem todo o direito, na conclusão, de expressar o que pensa sobre o assunto. E sua obra, bela e séria, não merece menos estrelas por isso.
15 pessoas acharam isso útil
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em 27 de dezembro de 2017
NÃO LI O LIVRO, MAS ACHO MUITO ESTRANHO ESTAR CLASSIFICADO COMO LITERATURA INFANTIL. O AUTOR, EM LIGEIRA PESQUISA NO GOOGLE, FOI UM MILITANTE COMUNISTA QUE PEGOU EM ARMAS DURANTE O REGIME MILITAR E, COMO TAL, CERTAMENTE CONTRIBUI, NESSA OBRA, PARA A PERPETUAÇÃO DA MISTIFICAÇÃO DA REVOLUÇÃO RUSSA COMO UMA LUTA PELA LIBERDADE E IGUALDADE QUANDO, NA VERDADE, SÓ CONSEGUIU PRODUZIR CADÁVERES E MISÉRIA POR ONDE PASSOU. MUITO, OU QUASE TUDO, DO QUE DE RUIM ACOMETE O BRASIL DEVE-SE A ESSA NEFASTA IDEOLOGIA QUE, COMO TUDO QUE É RUIM E BAIXO, ENCONTRA SOLO FÉRTIL PARA VICEJAR NESTAS BANDAS. SONHO COM O DIA EM QUE TEREMOS UM PAÍS LIVRE DESSE FLAGELO SOCIALISTA, EM QUE A LIVRE INICIATIVA A VERDADEIRA LIBERDADE INDIVIDUAL NOS PERMITA CONCRETIZAR O NOSSO FUTURO QUE AINDA NÃO CHEGOU.
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