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Avaliação de clientes

4,4 de 5 estrelas
7


em 31 de agosto de 2017
o livro é um I-ching maravilhoso de referências. Vale muito a pena se perder nas músicas filmes livros pensadores que passaram pela vida de Caetano
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100 PRINCIPAIS AVALIADORESem 24 de maio de 2018
Esse livro foi lançado quando eu era muito nova e na época até tentei ler (mesmo já gostando de Caetano) mas não conseguir dar prosseguimento à leitura. Resolvi ler essa nova edição de aniversário depois de escutar um podcast sobre o livro e foi uma boa decisão. Você pode ler esse livro para entender o tropicalismo aos olhos do Caetano ou como uma autobiografia (o que obviamente dá no mesmo). Como gosto mais de relatos autobiográficos, gostei mais das partes do livro que Caetano está descrevendo ele mesmo de forma super intimista, como o capítulo que fala sobre o período em que passou preso no Brasil.
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em 25 de fevereiro de 2018
A edição de 20 anos ganhou um novo capítulo é uma encadernação lindíssima. É sensacional acompanhar a trajetória de um ícone da arte genuinamente brasileira!
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em 17 de maio de 2018
Arrastadíssimo. Quase uma prosa do José de Alencar. Algumas forçadas de barra. Podia cortar umas partes. Continuo amando o Caetano.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 6 de março de 2018
Em 1997 Caetano Veloso lançou o livro "Verdade Tropical", no qual disserta sobre sua vida, o tropicalismo, o Brasil, a cultura, sexo e política, oferecendo ao leitor um ponto de vista extremamente particular dotado de opiniões complexas e intrigantes quase sempre munidas de argumentação subjetiva, mas inegavelmente forte. Como ele mesmo relata no livro, há muito tempo pediam que escrevesse algo sobre música, sobre sua vida, uma mescla dos dois principalmente, mas só após conversar com um editor americano que se impressionou com o artigo de Caetano sobre Carmen Miranda. Vendo que a demanda era de fato alta, Caetano começou a redigir o livro nas horas vagas, chegando a quinhentas muito bem escritas páginas.

Ao recontar a história da música que viveu, Caetano exibe os bastidores da era Pré-Tropicália e da continuação do movimento, explicando a fundo os conceitos que o originaram, como a ideia de Antropofagia Cultural, que recebe um capítulo inteiro. O músico também dedica um capítulo, o mais longo, à sua experiência na cadeia, escancarando a faceta mais conhecida da ditadura militar: o autoritarismo, o abuso, a crueldade recheada de ignorância.

O livro começa ligeiramente lento, o leitor precisará de algumas páginas para acostumar-se com a estilo do autor, admitidamente prolixo. Conforme o livro adentra mais na história contada, melhores e mais interessantes viram as divagações e, em certo momento, antes do meio, o livro torna-se incrível, espetacular, comandando o leitor a fixar-se sobre ele pelo máximo tempo que puder.

As últimas páginas são reservadas para dissertações breves sobre temas contemporâneos, fechando o livro com firmeza e impacto que obrigam o leitor a pensar muito sobre as palavras recém-lidas

O livro é excelente, extremamente recomendado para fãs de músicas mas também para entusiastas por história, cultura e política.
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em 26 de dezembro de 2017
"Assim como o Sol, Caetano brilhará eternamente" foi o que supostamente teria dito Nelson Rodrigues ao ver a trilha sonora para um filme baseado em sua obra, feita por Caetano,
Quanto ao futuro eu não sei, mas Caetano até aqui tem brilhado esplendorosamente neste "monstro católico tropical". Não só de maneira óbvia(música), pouco vista (politicamente), mas também através da pena. Neste livro ele condessa seu brilho de forma que só a literatura possibilitaria o que faz iluminar suas outras vertentes. Aqui é como ele nos mostrasse a nós mesmos, nossa "linha evolutiva" e, nas palavras de Roberto Schwarz, "armado intelectualmente": nos aproxima da experiencia de ser brasileiro, e talvez com isso nós consigamos iluminar nosso sempre grandioso futuro.
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em 8 de novembro de 2017
Como artista, suas canções são interessantes; escrevendo não poderia deixar de fazer algo também interessante. Não é uma autobiografia, apesar de aqui conter muito da vida dele, é tropicalmente, na verdade, um ensaio: ele fala muito da carreira, de cultura etc. O problema é o texto* acrescentado à edição de 20 anos, mencionando de forma positiva os governos petistas. Francamente... No primeiro governo do PT, houve, logo no começo, uma alteração no MP (foram alteradas, salvo engano, atribuições dos procuradores da República); no penúltimo, uma passeata contra tentativa de amordaçamento de membros do órgão por meio de emenda constitucional, além de, antes do impeachment, delegados da PF terem considerado uma ameaça certo comentário de ministro da Justiça que assumia tal pasta! Ou não?

* Carmen Miranda não sabia sambar, mas e daí? Ela foi a pessoa mais famosa do país assim mesmo! Como se não bastasse, o texto inédito desta edição faz crítica à elite brasileira... Ora, em vez de ler Sartre, Foucault etc, ele poderia ler outro francês, Aron, e autores de nacionalidades diferentes dessa, como Burke!
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