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Avaliação de clientes

4,2 de 5 estrelas
3

em 31 de agosto de 2017
o livro é um I-ching maravilhoso de referências. Vale muito a pena se perder nas músicas filmes livros pensadores que passaram pela vida de Caetano
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em 26 de dezembro de 2017
"Assim como o Sol, Caetano brilhará eternamente" foi o que supostamente teria dito Nelson Rodrigues ao ver a trilha sonora para um filme baseado em sua obra, feita por Caetano,
Quanto ao futuro eu não sei, mas Caetano até aqui tem brilhado esplendorosamente neste "monstro católico tropical". Não só de maneira óbvia(música), pouco vista (politicamente), mas também através da pena. Neste livro ele condessa seu brilho de forma que só a literatura possibilitaria o que faz iluminar suas outras vertentes. Aqui é como ele nos mostrasse a nós mesmos, nossa "linha evolutiva" e, nas palavras de Roberto Schwarz, "armado intelectualmente": nos aproxima da experiencia de ser brasileiro, e talvez com isso nós consigamos iluminar nosso sempre grandioso futuro.
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em 8 de novembro de 2017
Como artista, suas canções são interessantes; escrevendo não poderia deixar de fazer algo também interessante. Não é uma autobiografia, apesar de aqui conter muito da vida dele, é tropicalmente, na verdade, um ensaio: ele fala muito da carreira, de cultura etc. O problema é o texto* acrescentado à edição de 20 anos, mencionando de forma positiva os governos petistas. Francamente... No primeiro governo do PT, houve, logo no começo, uma alteração no MP (foram alteradas, salvo engano, atribuições dos procuradores da República); no penúltimo, uma passeata contra tentativa de amordaçamento de membros do órgão por meio de emenda constitucional, além de, antes do impeachment, delegados da PF terem considerado uma ameaça certo comentário de ministro da Justiça que assumia tal pasta! Ou não?

* Carmen Miranda não sabia sambar, mas e daí? Ela foi a pessoa mais famosa do país assim mesmo! Como se não bastasse, o texto inédito desta edição faz crítica à elite brasileira... Ora, em vez de ler Sartre, Foucault etc, ele poderia ler outro francês, Aron, e autores de nacionalidades diferentes dessa, como Burke!
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