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em 14 de novembro de 2017
Gostei bastante. Escrita bem fluida e agradável. Só achei ele cronologicamente confuso, devido o vai-e-vem das recordações do ex-agente John Douglas.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 22 de outubro de 2017
Claro, o autor apresenta os métodos utilizados para se realizar uma análise de perfil (que ajudará a identificar o suspeito de um crime) e conta um pouco sobre como esse método foi desenvolvido dentro do FBI, porém não se trata de uma manual com passos a serem seguidos, e os autores deixam isso bem claro. É um livro autobiográfico, um pouco científico e funciona como um bom thriller, pois os casos reais que o autor apresenta são narrados como uma história de suspense contada por um amigo.
A leitura fica um pouco repetitiva da metade para frente, pois os casos são apresentados da mesma forma, com a mesma escrita. O final quebra isso, pois é um pouco mais científico e crítico, com críticas à psiquiatria e ao DSM. É bem legal o reconhecimento de falhas que Douglas faz no último capítulo.
Quando o autor fala sobre sua vida, ele tende a se vangloriar, de maneira egoísta às vezes, dando menos importância aos agentes que trabalharam com ele no desenvolvimento do método de pesquisa sobre criminosos. A vida dele é interessante, mas parece ser contada por alguém exibido.
Edição padrão, brochura, capa com orelhas, miolo em papel Pólen Soft, boa diagramação e boa tradução, com bom emprego dos termos técnicos.
Um livro bem completo para quem se interessa sobre a temática de assassinos em série, escrito de maneira descomplicada. Uma boa leitura, me deixou satisfeito ao final. Recomendo. Ninguém vai se tornar um especialista em assassinos em série ao terminar o último capítulo, porém, um grande conhecimento, sobre como esses indivíduos pensam e agem, será adquirido.

Alan Martins, Blog Anatomia da Palavra
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 11 de novembro de 2017
Quando ouvi sobre ele no encontro de blogueiros da editora Intrínseca na Bienal do livro, fiquei bem animada para realizar a leitura, principalmente porque quando tem alguma adaptação, seja para filme ou seriado, gosto de comparar com a leitura realizada e verificar se foi fiel ao mesmo.

“Por favor, Deus, se eu ainda estiver vivo, me faça morrer rápido. E, se estiver morto, liberte-me logo das torturas do inferno.”

Mindhunter conta toda trajetória de John Douglas.
Requisitado dentro do FBI na Unidade de Ciência Comportamental. Claro que nem sempre fora assim. Ao longo do texto vemos como John sofreu e teve que batalhar para ter um espaço dentro desse sistema e conseguir implementar seus métodos de trabalho.
Ficou à frente do FBI há vinte e cinco anos e ao longo dessa jornada se tornou uma lenda pois entrar e capturar o que havia de mais importante dentro da mente perturbada e psicótica de assassinos em série não é para qualquer um.

John estudou e desenvolveu projetos, mas posso dizer que o mais audacioso sem dúvidas foi querer estar perto, sempre um passo à frente, para isso a melhor forma de se entender um assassino é estar com ele, conversar e foi assim que John fez. Em meio a entrevistas, pode esmiuçar cada traço de comportamento e a necessidade que disparava o gatilho desses assassinos, desde a morte da vítima, como foi causado, o perfil de cada uma delas.
“Há tantas coisas no trabalho de um agente da lei que são difíceis de compartilhar com pessoas de fora, até mesmo com um cônjuge. Quando você 20 passa os dias examinando cadáveres mutilados, especialmente quando se trata de crianças, este não é o tipo de coisa que quer levar para casa. É impossível, na mesa de jantar, abrir a boca para falar algo como: “Hoje peguei um caso fascinante de abuso sexual. Deixe-me contar um pouco sobre ele.”

A medida que a leitura avançava mais entusiasmada ficava com a expertise e a dinâmica dessa mente e porque não dizer grande estudioso John.
A história é como se fosse dividida em partes, não sei dizer quem teve a mesma experiência que eu, mas a sensação de estar sentada ao lado de John nos primeiros capítulos foi surreal, tamanho meu envolvimento.

“Assassinos em série são, por definição, assassinos “bem-sucedidos”, que aprendem com a própria experiência. Precisamos apenas ter certeza de que estamos aprendendo mais rápido do que eles.”

Sempre gostei muito de tudo que envolve a mente humana e Mindhunter foi um prato cheio para minha curiosidade.

A leitura é bem fluida, repleta de hipóteses, estudos e muita análise de perfis, bem como de potenciais Seriais Killers. Claro que o leitor pode classificar a leitura como sendo autobiográfica, e de fato têm muito a respeito da vida de John, mas uma boa parte somos colocados no centro dos acontecimentos e além de um bom Thriller psicológico, ainda adicionaria um suspense, afinal estamos lidando com assassinos em série.

A edição realizada pela Intrínseca traz na capa a mesma usada no seriado, e se você ficou interessado em assistir também a série, ela se encontra disponível no catálogo da Netflix e estreou no mês de outubro pouco tempo depois do lançamento do livro aqui no Brasil.

Para amantes desse universo investigativo sem dúvidas é uma boa pedida.

Recomendo a leitura!
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em 30 de setembro de 2017
Conta a biografia de John E. Douglas e seus casos resolvidos, entrevistas com assassinos em série, de forma fluída e leve. Livro cativante!!!! Li em dois dias!!!
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 14 de outubro de 2017
Recomendo a leitura para quem gostaria de conhecer um pouco sobre as técnicas do FBI e sobre como é feita a análise de perfil dos assassinos em série. Não ganha cinco estrelas devido à egolatria sem limites do autor, que torna muito enfadonhas as partes "autobiográficas" do livro.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 11 de novembro de 2017
Hey pessoas! Já brincaram de Criminal Case? Aquele jogo do Facebook que enche seus amigos de notificações? Eu não, porque eu via Criminal Cases todos os dias no trabalho. Foi por lembrar-me muito do que eu via nos estágios durante a faculdade (delegacia, Ministério Público e Fórum) que eu apreciei tanto a leitura de Mindhunter, de John Douglas e Mark Olshaker, cortesia oferecida pela Editora Intrínseca ao Portal, livro que deu origem à série homônima que estreou esse mês na Netflix.
Como alguém se transforma em um assassino em série? Ele nasce assim ou é moldado pelo meio em que foi criado? São todos loucos? John Douglas dedicou sua carreira a investigar esses casos de assassinatos que ocorrem com várias vítimas, com o mesmo modus operandi (cometidos de maneira muito parecida) e pela mesma pessoa.
Mindhunter é um livro biográfico, onde o próprio investigador conta suas memórias, desde o início. Como ele foi parar no FBI, de onde veio seu interesse de estudar a mente humana e o estigma que isso tinha dentro do FBI. Hoje sabemos que no caso desse tipo de assassinos, conhecer sua mente é imprescindível, assim se pode antecipar seus passos; mas nos anos 70 isso não era bem visto.
Aos poucos ele foi tendo oportunidades de estudar mais sobre psicologia, mostrar que isso era útil e deu início ao uso do termo “serial killer”, assassino em série. Nessa biografia vamos conhecendo alguns dos casos mais tristes e brutais de assassinatos em série.
Com entrevistas, é possível ver um pouco dentro da cabeça de alguns assassinos, a loucura que para eles era justificada e um ponto muito interessante: a maior parte desses assassinos tem um QI altíssimo, que aliado com fatores ao longo da vida, os tornaram gênios para cometer crimes brutais e dificultar sua captura.
Quando nos atentamos ao fato, durante a leitura, de que se tratam de casos reais, que pessoas praticaram tudo aquilo e, principalmente, que inocentes morreram de forma brutal para alimentar a insanidade deles, deixa tudo mais forte.
Por melhor que estivesse sendo a leitura, eu sempre sentia a necessidade de parar um pouco e ler ou assistir alguma coisa leve, porque sim, coisas assim ainda acontecem hoje, e talvez por já conhecer tantos casos brutais de crimes, me deu uma sensação maior ainda de empatia por essas pessoas.
É uma leitura muito boa. É difícil por ser tão verdadeira, mas igualmente fascinante. Quem gosta desse tipo de entretenimento investigativo e quer ter um pouco da noção de como se dá uma investigação pode dar uma chance para Mindhunter que não vai se arrepender.
E se achar que as imagens mentais criadas na leitura são pouco, há a opção da série baseada no livro lançada pela Netflix.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 12 de novembro de 2017
John Douglas e seu colega Robert Ressler foram as pedras fundamentais da análise comportamental como ferramenta de investigação do FBI e, por esse pioneirismo, a leitura é válida, mas é claro que outros livros, filmes e séries já abordaram o tema em mais detalhes após a publicação dessa obra (original de 1995). Recomendado pra quem curte o tema e está começando a ler mais sobre o assunto, e também pra quem quer um complemento da série da Netflix.
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em 31 de outubro de 2017
Livro chato de autopromoção... não aguentei ler até o final. Ele fica se colocando de forma meio blase e a narrativa não cativa.
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