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A imaginação totalitária eBook Kindle

3.5 de 5 estrelas 19 avaliações de clientes

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Número de páginas: 336 páginas Configuração de fonte: Habilitado Page Flip: Habilitado
Idioma: Português

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Descrições do Produto

Descrição do produto

Francisco Razzo é formado pela Faculdade de São Bento, em São Paulo, mestre em Filosofia pela PUC-SP, professor e palestrante. A imaginação totalitária é seu primeiro livro.

Um livro que escancara os perigos da esperança na política. Com o rigor de um scholar e a força argumentativa de um polemista, Francisco Razzo expõe uma tese perturbadora: esquerda, direita ou centro, somos todos responsáveis pelas jaulas voluntárias de nossas ideologias. A imaginação totalitária é a estreia promissora de um escritor que quer nos perturbar sem fazer nenhuma concessão. E, sobretudo, o relato de um exorcismo pessoal de alguém que também quer expulsar os demônios que infestam a atual sociedade brasileira – especialmente quando esta crê que a política é a última esperança que nos resta.

Detalhes do produto

  • Formato: eBook Kindle
  • Tamanho do arquivo: 1910 KB
  • Número de páginas: 274 páginas
  • Editora: Record; Edição: 1 (24 de junho de 2016)
  • Vendido por: Amazon Servicos de Varejo do Brasil Ltda
  • Idioma: Português
  • ASIN: B01HIXI59E
  • Dicas de vocabulário: Não habilitado
  • Leitor de tela: Compatível
  • Configuração de fonte: Habilitado
  • Avaliação média: 3.5 de 5 estrelas 19 avaliações de clientes
  • Lista de mais vendidos da Amazon: #2,612 entre os mais vendidos na Loja Kindle (Conheça os 100 mais vendidos na Loja Kindle)

Avaliação de clientes

3.5 de 5 estrelas
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Principais avaliações de clientes

Formato: eBook Kindle
O autor, Francisco Razzo, analisa de forma primordial os fatores que contribuem para a imaginação totalitária se estabelecer no campo do concreto. As dicotomias que o autor usa na argumentação mostram as características do que é totalitário e o que tende a não levar ao totalitarismo, como por exemplo: pecado original x nascido livre e racionalismo x empirismo. Com certeza é um livro que acrescenta conteúdo edificante a todo aquele que busca ver a política como um meio para se obter alguma coisa possível e não como o fim de todas as coisas.
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Formato: Capa comum Compra verificada
O livro A Imaginação Totalitária, de Francisco Razzo, inicia um autor que veio para ficar. Seu pensamento, sua escrita - clara, elucidadora - e o seu conhecimento de causa - advindo, diga-se de passagem, de anos de estudo e dedicação - são qualidades que denunciam a perenidade e racionalidade das suas palavras.

Acompanho o autor desde a época em que ele escrevia no saudoso blog "Ad Hominem - Humanidades e outras falácias", página que, arrisco dizer, uniu alguns dos melhores pensadores e articulistas dessa que se convencionou chamar de "nova direita". Gente do cacife de Joel Pinheiro da Fonseca, Gustavo Nogy, e o próprio Francisco Razzo fizeram parte - com seus textos sobre política, filosofia, etc. - do primeiro contato de diversas pessoas com esses temas tão caros ao nosso entendimento. Portanto, o livro A Imaginação Totalitária representa, em suma, anos de estudo, dedicação, debates, conversas e aprendizado que o autor tem feito nos espaços virtuais e fora deles - como, por exemplo, o curso de História da Filosofia Antiga magistralmente lecionado pelo autor na Faculdade São Bento, em São Paulo.

Quanto ao mérito do livro, tudo o que eu pudesse escrever seria pouco ante a qualidade da obra. Francisco Razzo esmiuça não os regimes totalitários que vivemos até aqui, principalmente no século XX - isso, diversos autores já fizeram -, mas ele adentra uma questão muito mais profunda: as condições mentais que permitem - ou melhor: que incitam - as pessoas a agirem de forma totalitária.
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Formato: Capa comum
Razzo faz um exercício bastante interessante dissertando sobre o que ele defini como "imaginação totalitária". Parte de uma concepção humana, desenvolve no capitulo dois uma especie de abordagem epistemológica sobre os mecanismos intelectuais para construir o conhecimento totalitário (positivo, fetiche da ciência, etc...) e chega, por fim, a ação politica baseada na imaginação totalitária. Evidentemente, outros autores abordaram temas semelhantes, em obras de ficção, ensaios, livros, etc... Mas creio que Razzo tem o mérito de inovar na forma como ele estruturou o raciocínio e organizou sua análise para abordar o tema.

Sobre o estilo podemos fazer um elogio e uma critica. Partes do livro têm uma sequência inteligente e excelentes sínteses. Ele é excelente em escrever conclusões de capítulos/trechos. Isso é uma grande qualidade, pois fecha muito bem os temas. No entanto, outras partes têm uma escrita truncada, complexa por demais e as vezes prolixa. Isso, contudo, pode muito bem ser lapidado ao longo do seu desenvolvimento como escritor. A razão de que não dei 5 estrelas foi exatamente essa. Mas Razzo é um ótimo autor e tem muito potencial. Excelente estréia.

Cabe lembrar, como é um autor que pode ser enquadrado como "de direita" Razzo sofre ataques de esquerdistas. E como teve divergências com outros autores do espectro conservador, obviamente ele sofre também criticas de autores/leitores. Por isso as avaliações baixas.
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Formato: Capa comum
Ainda estou no primeiro capítulo e já o estou amando. De cara, na introdução ele explica muito bem porque propõe uma experiência ideológica negativa em relação ao totalitarismo bem como porque optou pelo ensaio filosófico em vez de um tratado. Para evitar escrever "spoilers", não irei mencionar outros aspectos em profundidade mas no primeiro capítulo, já consegui imaginar a reação do amigo reacionário dele. Não tenho boa formação em Filosofia mas isso não me impede de ler seu livro, pois Francisco Razzo possui uma clareza e uma didática inigualáveis. Comecei a segui-lo no Facebook e posso dizer com satisfação que o livro não decepciona, pelo contrário, mostra o quão importante é sabermos sobre o totalitarismo para entendermos não só a História passada mas também a atual conjuntura e com muito otimismo, lutarmos por um mundo melhor.
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Formato: Capa comum
“A Imaginação Totalitária” é o título do livro de estreia do professor Francisco Razzo, recém-lançado em junho deste ano pela editora Record. O agudo e exigente ensaio filosófico, nas palavras do próprio autor, propõe o exercício de uma ideologia negativa e esmiúça ao longo das 330 páginas as nuances da estreita e, por vezes, perigosa relação entre a política e a imaginação.

O texto se desenvolve em 3 capítulos que se interconectam. No primeiro, “O homem totalitário”, o autor narra duas significativas experiências pessoais vividas e a partir delas começa a traçar as linhas mestras da sua argumentação. No segundo, “O conhecimento totalitário”, Razzo explicita a tortuosa conexão estabelecida entre verdade e política, e explica de que forma o ser humano, através de suas faculdades cognitivas, projeta suas esperanças e apoia suas certezas políticas em uma desastrosa teologia substituta. No último, “A política totalitária”, Francisco expõe por meio de uma sincera e corajosa argumentação os nefastos desdobramentos de uma política que se faz esperança, e depois, violência, pelas mãos do homem que sucumbiu à tentação interior da verdade totalitária.

Ao fim e ao cabo, Razzo mostra a importância de uma reflexão política e filosófica que seja pluralista, calcada em um firme ceticismo e apta a realizar um questionamento radical de nossas certezas.
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