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Fahrenheit 451
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 1 de junho de 2016
Difícil imaginar um mundo sem livros, é como imaginar um mundo sem cor, sem brilho, sem ar… Ray não só imaginou, como descreveu o mundo vazio, sem vida, sem graça. Onde não se fazem perguntas, onde não se questiona, onde não se pensa. Rotina, vidas desperdiçadas, onde a falsa felicidade é comprada/vendida em formas prontas, através de grandes telões (bem parecido com os programas atuais na TV, não?). Ter livros e lê-los é crime. Os mesmos devem ser queimados, porque ninguém pode ter acesso ao conhecimento. Todos devem pensar igual, ou melhor, nem devem pensar. Os livros devem ser queimados por quem devia proteger-nos do fogo: os bombeiros. O mais improvável acontece. Um bombeiro acorda e percebe que algo está errado e fica intrigado. Começa a se questionar e a questionar o sistema. E o sistema não deixará isso barato. Fica a dica: não queime livros, leia sempre que puder. Não os deixem parados na estante pegando poeira, estragando, pegando fogo. Seja o fogo do livro, leia e espalhe conhecimento. Questione e procure respostas.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 30 de julho de 2017
O romance Fahrenheit 451, que consagrou Ray Bradbury mundialmente, foi publicado em 1953 e filmado em 1966 por François Truffaut.
O título refere-se à temperatura em que o papel pega fogo e queima.
A história se passa numa sociedade distópica, em que os livros foram proscritos e na qual o simples fato de manter obras literárias ou filosóficas em casa constitui-se um crime.
O livro foi escrito em 1953 mas sua ação se passa num futuro não determinado. No entanto, nada do que se imagina sobre como serão as cidades é visto na obra. Ao contrário, o progresso industrial vem acompanhado da deterioração do ambiente urbano. Mas uma característica interessante é que todas as construções são feitas com materiais à prova de fogo. Ou seja, para que serviriam os bombeiros?
A função dos “bombeiros” nesse ambiente é justamente o oposto do que conhecemos hoje: eles incendeiam livros, evitando assim que os cidadãos sejam afetados pelo seu conteúdo. Em seu lugar, liberdade para se entupir de narcóticos e a constante presença da televisão.
O personagem principal é um bombeiro: Guy Montag. Ele é casado com Mildred, uma mulher que passa o dia diante dos murais televisivos que toda casa tem e que transmitem ininterruptamente “novelas” com as quais os moradores podem interagir.
“Resumos de resumos, resumos de resumos de resumos. Política? Uma coluna, duas frases, uma manchete! Depois, no ar, tudo se dissolve! ”

O casal não tem filhos e essa é a opção da maioria dos casais. Crianças são um estorvo e geralmente ficam em instituições de ensino, passando em geral 3 dias por mês com os pais que, tão logo os filhos chegam em casa são colocados diante da TV.

Montag leva uma vida quase retilínea, sem percalços. Sua rotina sofre o primeiro baque quando certo dia, voltando para casa, encontra uma jovem adolescente, Clarisse, que inicia uma conversa com ele. Ela fala sobre como as pessoas não aproveitam as coisas simples e belas da vida, como olhar para o céu, conversar com os amigos e se perguntar sobre o “porquê” das coisas.
Nessa mesma época, Montag presencia uma mulher que preferiu não sair da casa onde guardava seus livros, sendo queimada junto com eles.
“E pela primeira vez percebi que havia um homem por trás de cada um dos livros”
A partir desses dois acontecimentos, Montag se rebela contra o sistema e tenta fugir da cidade. Faz amizade com um professor Faber - que havia investigado no passado e que agora se torna seu cúmplice e o ajuda em sua fuga.
Nesse livro, estamos diante de um tipo de situação: o controle da cultura e do pensamento. O afastamento de tudo que é complexo e exige uma análise mais cuidadosa.
“Se não quiser um homem politicamente infeliz, não lhe dê os dois lados de uma questão para resolver; dê-lhe apenas um. Melhor ainda, não lhe dê nenhum”.
Melhores momentos do livro: o capítulo em que Montag decide não ir ao trabalho. Seu superior – Beatty – vai à sua casa ver o que está acontecendo e já sabendo que Montag tem livros escondidos em sua casa. Ele se senta ao lado da cama e fala sobre como tudo começou e explica como as coisas funcionam. Enquanto lia esse capítulo não pude deixar de perceber que Bradbury estava falando com o leitor do século XXI.
Após o último capítulo, o autor relembra os dias em que estava escrevendo o livro e as pequenas alterações que ele mesmo fez no texto adaptado para o teatro, e o destino dado a Clarisse por François Truffaut em sua versão para o cinema. Fala também sobre as influências de outros escritores e cita uma curiosidade que, segundo ele, só notou depois de que o livro foi publicado (duvido):
“Só recentemente, revendo o romance, percebi que Montag foi batizado com o nome de uma fábrica de papel. E Faber, naturalmente, é um fabricante de lápis! Como meu inconsciente foi astuto ao dar esses nomes a eles.
E em não contar isso a mim”
Livro excelente, imperdível.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 14 de agosto de 2017
Uma distopia clássica que desenha, não apenas, um futuro apocalíptico, mas um presente perturbador. A ideia central da obra consiste na proibição da leitura, num futuro em que os bombeiros não mais apagam incêndios, eles os causam para queimar os livros.
O mais interessante da obra é que a decisão de queimar os livros foi da maioria e não de um governo totalitário. De forma que, não mais ler foi uma decisão do povo, pois as pessoas se convenceram de que não precisavam mais disto. Os televisores “supriam” aquilo que elas antes buscavam. E esse é o tema central do livro: o uso indiscriminado de certo tipo de “cultura” ou informação que te bombardeia incessantemente não lhe deixando tempo para pensar e refletir sobre o que se viu. Algumas vezes, não lhe deixa tempo para nada, nem para uma simples conversa ou um relacionamento mais saudável.
Não é difícil verificar que algo similar acontece nos nossos dias, onde as pessoas gritam seus gostos e valores nas redes sociais, mas não falam nada; pessoas que vivem assistindo programa de competições culinárias, mas não tem o prazer de cozinhar para si e para os seus; ou aqueles que passam o tempo inteiro falando pelo celular, mas não conversa com quem está ao seu lado.

“...esposa que falava tanto ao telefone que o marido, desesperado, correu até a loja mais próxima e telefonou para ela para perguntar o que havia para o jantar.”

No final a obra fala que uma sociedade sem livros é uma sociedade sem passado e, logo, sem futuro. O livro é o poder mágico da fênix, uma vez após outra nossa sociedade se destrói, e o conhecimento nos permite reconstruí-la, das cinzas, às vezes, literalmente. Como diz o livro, talvez chegue um dia em que aprendamos com nossos erros e não precisemos mais reconstruir o mundo, mas para esse dia chegar ainda precisaremos caminhar muito.
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em 21 de junho de 2017
Este livro foi publicado pela primeira vez em 1953, mas é impressionante como a problemática do romance é atual. Pois ele conseguiu prever como nossa sociedade estaria envolta por equipamentos sonoros dentro e fora de casa, extinguindo assim o silêncio, e que estaríamos sempre conectados, o que dificultaria a introspecção e o raciocínio crítico.
O titulo do livro é a temperatura em que o papel pega fogo, com isso ele alerta para o perigo do "politicamente correto", pois na narrativa os bombeiros do futuro não mais serviriam para apagar incêndios, mas antes para atear fogo nos livros. Isto porque todo livro diz algo que desagrada alguém, então para que ninguém se sentisse desconfortável a solução encontrada seria queimar todos os livros e criminalizar a leitura.
Portanto, trata-se de uma obra brilhante que magistralmente defende a importância da liberdade de expressão, e também demonstra como uma sociedade evoluída tecnologicamente poderia ao mesmo tempo ser medíocre e autodestrutiva.
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em 3 de março de 2017
Lembra muito o 1984 de George Orwell, porém mais curto e dinâmico. Terminei o livro sem gostar muito da história em si, achei tudo muito previsível, parecia "mais do mesmo". Porém, após ler as notas do autor, passei a respeitá-lo mais, me interessar mais por suas histórias e o livro deixou de parecer apenas mais uma crítica ao sistema totalitário já abordada nas distopias presentes em milhares de histórias.
Para aqueles que já estão cansados de ler sobre essas distopias sob a mesma luz de sempre, recomendo ler as notas do autor antes. Se não sentir nele nada diferente, deixe para lá; se, assim como eu, você se identificar com ele em alguns pontos e isso te fizer se interessar mais por sua obra, recomendo tentar.
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em 3 de janeiro de 2015
Fahrenheit 451 é genial por prever 50 anos antes o comportamento social. Ray Bradbury antevê elementos precisos presentes hoje - a TV interativa, o uso de drogas anestesiantes, a fratura entre real e virtual. Apresenta o convite a visitar um universo que valoriza a falta de memória para manutenção da felicidade, vigiado por bombeiros que exterminam livros para impedir a leitura e a reflexão.
É muito interessante em todos os aspectos.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 15 de novembro de 2017
Provavelmente a leitura desse livro nos dias atuais faz mais sentido do que na época em que foi escrito, nossa realidade é de uma forma incrível semelhante ao conteúdo dos acontecimentos da obra: as pessoas buscando cada vez mais entretenimento nas TVs, segurança baseada em seguros, andar com o carro atingindo velocidades absurdas, buscando sempre aplacar sem sucesso as dores psicológicas provocadas por o que hoje chamamos de depressão, uma vez que os livros foram proibidos e sua leitura considerada crime (as pessoas deixaram de ler por vontade própria, sendo a consequência disso ter virado crime, assim como vivemos nos dias atuais, as pessoas estão deixando de ler, preferindo passar horas e horas defronte televisores, computadores e celulares, alguns até acham absurdo que existam pessoas que passem horas lendo). Não há mais diálogos entre pessoas, a não ser por televisores (pensamos nos aplicativos de Smartfones), não há amor ao próximo, sensibilidade com a dor do outro, e tantos outros problemas que enfrentamos hoje e pode ser comparado com a obra de Ray Bradbury.
É uma leitura que deve ser feita por todos, um livro que deve ser discutido no meio familiar, nas escolas, essa obra é grandiosa desde sua publicação e ainda maior nos dias atuais.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 17 de setembro de 2017
Um dos primeiros livros do gênero, aborda com competência a velha temática do governo futurista totalitário. Nessa sociedade distópica, os livros são proibidos, pois, obviamente, são eles a fonte do conhecimento, das críticas e das ideias. Todo livro encontrado é queimado pelos bombeiros a uma temperatura de 451 graus fahrenheit, daí o nome do livro.
A queima de livros funciona como uma simbologia da censura e da alienação, numa tentativa de impedir que as pessoas pensem e ajam por si mesmas, permitindo-se ser cada vez mais manipuladas e controladas pelo sistema autoritário em que vivem. Até que, um dia, o personagem principal, que é bombeiro, fica curioso com um pequeno volume que encontra e começa a guardar livros em sua casa, tornando-se inconformado e insurgindo-se se contra a sociedade em que vive.
Pode parecer clichê, mas o livro foi escrito bem antes das distopias atuais, de forma que, na época, foi bastante original. Trata-se de uma crítica ostensiva à censura e à alienação provocada pelo uso abusivo e desenfreado da tecnologia, em detrimento da leitura.
É um clássico imperdível do gênero.
Ficou apenas uma dúvida:
Alguém pode me explicar como é que a versão digital pode custar mais caro do que o livro impresso?!
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100 PRINCIPAIS AVALIADORESem 2 de fevereiro de 2017
Não sei se foi um problema da tradução, mas o texto fica estranho e confuso em diversos momentos. A estória e o conceito são bons, mas o texto perde o ritmo e fica desinteressante e cansativo. Não se compara às grandes distopias da sua geração, nem chega perto. Não recomendo.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 15 de novembro de 2017
Qualquer um que já leu uma distopia sabe o quão impactante é a ver semelhanças das obras com a nossa realidade. Fahrenheit 451 não é diferente. Talvez o que diferencie a obra de outras do gênero seja o foco não no modelo de sociedade, mas na indústria do entretenimento e, claro, como ela impacta nossas vidas e como nos relacionamos.
Destaque para os comentários do autor no final do livro, que não tem especificados quando foram escritos, mas se mostram extremamente atuais.
É um livro relativamente pequeno, de leitura fácil. Se pegar gosto (como foi meu caso), dá pra ler em um dia.
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