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em 21 de março de 2018
A estudo do autor é muito bom, uma abordagem séria e fundamentada sobre o desenvolvimento psicológico do indivíduo até a idade madura, porém o livro fica prejudicado pela tradução sofrível literariamente falando. Há desde equívocos básicos, como traduzir eventually para eventualmente em vez de finalmente, "replace with" para "substituir com" em vez do "substituir por", ordinary para ordinário em vez de comum (ordinary people) até frases gramaticalmente confusas em português. Frequentemente tento pensar o que o autor tenha escrito originalmente em inglês para clarificar o sentido.
Coisas esquisitas tais como: " adulto competente" ; crescimento do cidadão para competência individual" ; "observação aumentada e liberdade diminuída" ; " lares quebrados" ; " ..indústria no lugar de passividade..; "ciência mole e ciência dura" e tantos mais.
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em 12 de fevereiro de 2018
Livro muito cansativo, repete o mesmo assunto varias vezes pra falar a mesma coisa. Dava pra cortar uns 80% dele
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em 7 de abril de 2017
O Dr Rossiter usa seu largo conhecimento científico e experiência na psiquiatria para formar um sólido argumento. Com linguagem acessível, esta base serve para reflexão sobre a natureza humana tanto na dimensão pessoal quanto coletiva, apontando princípios fundamentais para que nossa existência seja saudável e tenha condições de se autorrealizar em ambas dimensões. É neste contexto que ele analisa o comportamento político, demonstrando que a concentração de poder no Estado restringe a liberdade com responsabilidade necessária ao amadurecimento pessoal e seus frutos.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 21 de dezembro de 2017
O livro possui uma linguagem muito simples e acessível... Leitura fácil de se fazer... Mas é justamente aí que se apresenta um problema...
Embora o autor traga inúmeras discussões pertinentes em relação aos delírios presentes em discursos ideológicos de esquerda, o desenvolvimento dos argumentos, infelizmente, cai numa armadilha de excesso de simplificação...

Isso é comum em textos sectaristas, isto é, que presumem que todos os discordantes estão necessariamente alienados... Assim, o autor presume que TODOS os pensadores e simpatizantes da esquerda são psicóticos... Doentes mentais (no sendo literal, e não no sentido de xingamento)... Lyle Rossiter lembra muito o protagonista da obra O Alienista, de Machado de Assis.

Um exemplo, o autor desenvolve o conceito de altruísmo e argumenta a sua necessidade para que consigamos ter uma boa convivência social... Em seguida diz que os Governos de Esquerda impedem o verdadeiro altruísmo ao criarem mecanismos de benefícios sociais (no Brasil: Bolsa Família, cotas, PROUNI, etc...) Como é o governo que pratica essa remediação, as pessoas passam a se acomodar ... Tornando-se escravas da boa vontade do governo ...

Note que a tese é boa... É válida... Mas o argumento é agressivamente REDUCIONISTA... Ainda mais quando em seguida, o autor sugere que a solução é, de fato, deixar a ¨livre iniciativa ¨ dar conta das mazelas sociais, isto é, deixar que as pessoas ESPONTANEAMENTE se ajudem... Presumindo que isso, de fato, trará a resolução do problema....

Em fim, acredito que valha a leitura, embora não haja sofisticação no desenvolvimento dos argumentos, vale muito pelos temas discutidos...
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em 24 de fevereiro de 2017
Excelente obra para quem quer conhecer mais sobre as falácias das ideologias de esquerda e poder entender melhor sobre a esquerdopatia que domina a mente dos mais inexperientes, especialmente os mais jovens....
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em 24 de outubro de 2016
Como cientista e tendo servido ao próprio exército americano, o médico elaborou uma fantástica obra de abordagem psiquiátrica às causas da psicopatia esquerdista! Esclarece também bases para a liberdade individual / coletiva do ser humano.
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em 26 de novembro de 2016
Vale cada página! O livro contém muitas referências que servem opara ampliar o leque liberal e conservador.
OBS: esquerdistas odeiam esse livro porque arranca a máscara deles. Só compra não verificada critica!!!
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em 26 de outubro de 2016
Leitura lenta e cansativa, dá a impressão de que o autor fala praticamente a mesma coisa em todos os capítulos. O conteúdo do livro poderia ser resumido, tranquilamente, num artigo de 10 páginas! Basicamente, ele argumenta que o esquerdismo é uma manifestação de imaturidade, uma falha no desenvolvimento esperado das capacidades cognitivas e morais das pessoas (cheguei na metade do livro e isso foi tudo o que absorvi até agora). Essa ideia bastante simples não é suficiente para sustentar um livro de 500 páginas. Quem dá nota máxima para um livro como este provavelmente nunca leu Thomas Sowell ou Theodore Dalrymple, autores "anti-esquerda" que eu recomendo sem reservas.
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em 21 de maio de 2016
O livro é muito bom.
O ruim é que a obra expõe a psicologia de pessoas de mentalidade esquerdista e isto, será questão de tempo, refletirá numa onda de avaliações negativas por parte de quem (1) sequer leu o livro, mas tem raiva como consequência de comportamento esquerdista de manada, ou (2) leu o livro e viu nele o retrato de sua personalidade desvendada. A segunda hipótese, decerto, prevalecerá.
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em 10 de junho de 2016
Ao senhor que escreveu o comentário com o título "Charlatanismo" e àqueles que lhe tenham dado atenção.

Ao contrário do que ocorre no Brasil, "liberal" e "liberalism" na cultura política americana designam um esquerdista. Para os Pais Fundadores da América não funcionava assim. Obviamente, existe uma longa história - que não cabe aqui relatar - de como se deu essa transformação do termo em seu inverso. Do outro lado do espectro, os direitistas são "conservatives" ou "libertarians" - não sendo expressões sinônimas e comportando, ainda, variações dentro dessas duas correntes.
Isso posto, fica evidente o acertado uso do termo "esquerdista" para traduzir "liberal" (apesar de preferir, particularmente, "A Mente Progressista"). Por vezes, em conversas informais os "liberals" são chamados de "leftists", o que evidencia a acepção do termo.

Ademais, farsa é escrita com "s".
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