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Avaliação de clientes

4,7 de 5 estrelas
4
Um Conto de Duas Cidades
Formato: Capa comum|Alterar
Preço:R$48,30+ Frete GRÁTIS em pedidos a partir de R$ 99

10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 7 de março de 2017
De Dickens, li "Grandes Esperanças". Mas o que deve ser lido é "Um conto de duas cidades". Semelhante a "Guerra e Paz" de Tolstoi, "Um conto de duas cidades não se limita a contar a história dos personagens principais. Pois que estão envolvidos até as entranhas na Revolução Francesa. E, pela presente obra, é possível ver o sentimento que invadiu o coração da nação francesa e levou à Revolução. Ao contrário do que romantizam os livros de história brasileiros, foi uma revolução sangrenta, um regime de exceção, onde pessoas de índole duvidosa, para dizer pouco, faziam parte do poder e guilhotinavam pessoas apenas por serem parte da "elite" da época ou por considerarem, em um julgamento sumário de 15 minutos, que eram inimigos da "revolução".
É uma leitura interessante e importante para evitarmos deixar que sentimentos como esse dominem novamente uma nação. "Eles" contra "nós". Ricos x pobres. Brancos x negros. Homossexuais x heterossexuais. E daí por diante.
Somos todos humanos. E as diferenças devem ser celebradas. E não relembradas o tempo todo como antagônicas. Que chato seria se todos fôssemos iguais. "O que seria do azul se não fosse o amarelo?" Já dizia Machado de Assis.
Saindo do cenário que permeia o livro e voltando especificamente aos personagens, a história trata de vítimas e assassinos. Pessoas desprovidas de ódio e outras imbuídas do único propósito de se vingar (de um ente abstrato, "a aristocracia e tudo que com ela se relaciona").
E aí temos todos os personagens. Alguns nos causam surpresa, pela reviravolta em sua personalidade no decorrer do livro. O maior herói da história é inimaginável em seu início.
E isso é o que tornou, a meus olhos, o livro tão interessante. Não há como não se emocionar com o final épico, grandioso, heroico.
Alguns livros começam prometendo muito. E terminam entregando pouco.
Um conto de duas cidades começa bem. Mas termina esplendidamente.
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10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 13 de dezembro de 2015
Quando você pensa na Revolução Francesa, algumas coisas vêm imediatamente à sua mente: Marie Antonieta. A Bastilha. A guilhotina. Um Conto de Duas Cidades? Sim, o que é uma torção totalmente estranha, já que Dickens passou a maior parte de sua carreira literária escrevendo a vida dos desfavorecidos em Londres. E, nesta novela não faz diferente. Além da Revolução, Dickens aborda emoções e reações humanas, que não são específicas de um evento histórico. Em outras palavras, o sofrimento humano não é simplesmente um problema do século XVIII francês. “Um Conto de Duas Cidades”, com toda a pobreza e injustiça que exibe, é uma revelação das condições que persistem em paralelo com o florescimento da violência e da desigualdade. Apesar de “Um Conto de Duas Cidades” ser uma grande crítica social, é também uma exploração dos limites da justiça humana. O que é "justiça" realmente? Trata-se de matar pessoas que mataram sua família? É aprisionar pessoas relacionadas a essas pessoas? Quando é que a justiça começar a se tornar ... injustiça? Estas são as grandes questões colocadas, ainda muito relevantes nos dias de hoje. Pergunte a si mesmo se você pode imaginar um país em que pessoas inocentes estão presas por suas opiniões políticas. Venezuela? Cuba? Coréia do Norte? Quanto mais perto olhamos, mais o falso aprisionamento dos protagonistas torna-se algo que lidamos no mundo real, como uma ficção. Em suma, Dickens escreveu aqui uma obra para ser lida e pensada.
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em 28 de agosto de 2016
Dickens tem esse estranho poder de criar narrativas de esperança em situações desfavoráveis e insípidas. É assim em Conto de Natal, em David Copperfield, Tempos Difíceis. Um Conto de Duas Cidades viaja entre Londres e Paris em tempos de revolução francesa, nos dando uma visão arrasadora dessa época confusa e perturbada.
Senti em alguns momentos que lia um poema, não romance. Às vezes, uma homenagem ao povo francês, às vezes, tristes constatações sobre esse povo. Mas há sempre uma celebração das coisas boas que existem e que podem salvar a alma humana. Recomendo o livro aqueles que gostam de história, gostam de narrativas que revelam pouco a pouco seus segredos e de viradas nas expectativas do leitor. Contudo, seja persistente pois em alguns momentos a história vai se arrastar antes que Dickens revele suas intenções.
Nesse livro, poucas coisas são o que parecem ser, e geralmente as personagens são melhores (ou piores) do que acreditamos que sejam.
Boa leitura, e viva Charles Dickens!
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em 4 de outubro de 2015
Livro que nos faz vivenciar a época da Revolução Francesa .
Podemos comparar com a política que vivemos hoje no Brasil .
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