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Avaliação de clientes

4,6 de 5 estrelas
19
Nossa Cultura. Ou o que Restou Dela
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em 26 de agosto de 2016
Coletânea de ensaios do autor, sobre o valor da cultura clássica inglesa, sobre as obras de diversos autores ingleses e outros autores relevantes que contaram a história passada e recente. Também expressa os pensamentos do autor sobre o que hoje é considerado cultura e arte, e os descaminhos delas decorrentes. Dalrymple, acima de tudo, nos faz pensar. Podemos discordar de suas idéias e conceitos, mas penso que o devemos respeitar pela autenticidade e experiência de vida. Não passamos incólumes por ele, com certeza. Desde que o descobri, já li outros dois livros dele e já encomendei o quarto.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 28 de janeiro de 2018
Theodore Dalrymple faz parte de uma lista seleta de autores indispensáveis para compreensão da nossa crise moral. Nesse livro, Dalrymple combina sua vasta experiência como médico em setores mais vulneráveis com uma rica bagagem literária para produzir uma serie de artigos sensacionais. Apesar de ter sido pensado na realidade da Inglaterra pós Tony Blair e estado de bem estar social, não é preciso muito esforço para conciliar a crítica presente nos artigos com nossa realidade no Brasil. A É Realizações mais uma vez está de parabéns por trazer essa obra para o Brasil.
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em 9 de maio de 2018
Uma verdadeira análise clínica do estado em que se encontra a cultura ocidental. Recomenda-se veementemente a leitura deste autor, é de grande valia a publicação deste tipo de obra em nosso país.
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em 8 de novembro de 2015
Os ensaios abordam diversos aspectos da cultura inglesa contemporânea, mas que também são observáveis no mundo ocidental em geral e no Brasil em particular. Sexo, literatura, teatro, infância, prisões, nada escapa ao olhar crítico do autor. Mesmo quem não se coloca do ponto de vista conservador, vai lucrar com a leitura.
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em 24 de março de 2017
Essencial para entender a degradação moral que vivemos hoje na era do ressentimento. Destaque para o texto sobre Princesa Diana e o sentimentalismo exacerbado.
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em 4 de fevereiro de 2016
Fico em dúvida qual o melhor livro do Autor, se este ou "a vida na sarjeta: O círculo vicioso da miséria..." Excelente.
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em 19 de maio de 2016
Simplesmente esclarecedor em vários pontos cotidianos, uma luz em meio a escuridão dos tempos em que vivemos hoje em dia.
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em 26 de agosto de 2016
Theodore Dalrymple, pseudônimo de Anthony Daniels, é um psiquiatra inglês de 67 anos com larga experiência clínica em prisões e hospitais de diversos países. Suas ideias, consideradas conservadoras, partem da crítica aos círculos intelectuais que minimizam a responsabilidade individual e assim desumanizam as pessoas, contribuindo para a formação, em vários países, de uma subclasse afligida pela violência endêmica, pela criminalidade, pela dependência do Estado e pelo abuso de drogas. Dalrymple publicou alguns livros, todos inéditos no Brasil, que vêm dando o que falar. Mais recentemente li Life at the Bottom (2003). A seguir, um pequeno resumo das principais ideias ali expostas:

Para Dalrymple, o comportamento humano não pode ser explicado se não for correlacionado aos significados e intenções que as pessoas conferem aos seus próprios atos. Para ele, as pessoas podem ser divididas em dois grupos: aquelas que se responsabilizam pelo que fazem e aquelas, os pobres coitados, que externalizam a responsabilidade – e a culpa – por suas ações, transferindo toda a cadeia de causalidade a outras pessoas ou circunstâncias. Todos transitamos pelos dois extremos: a diferença é de grau.

Esse segundo grupo de pessoas coloca-se no lugar de meras vítimas de forças sociológicas e econômicas poderosas e ocultas. Ocultas? Não tanto. Os intelectuais e acadêmicos dos últimos cento e cinquenta anos puseram-se a serviço de desvendar essas forças, criando uma dicotomia sociológica que fortaleceu aquela divisão entre as pessoas e a transmutou, separando aqueles que se encaixam na categoria de homens dos que, bem, não são tão humanos assim.

Tamanha condescendência serviu a seu propósito: muitas pessoas começaram a sentir-se, bem, menos humanas. A racionalização de atitudes tornou-se disseminada. Afinal, justificativas “científicas” de cunho sociológico, econômico e psicológico agora passaram a existir. Livres de constrangimentos que operaram durante séculos, esta casta não-humana agora pode dar-se a realizar abortos via Kung Fu; a espancar esposas e abandonar seus filhos; a cometer todo tipo de violência contra o indivíduo e contra a sociedade; a tornar-se ainda menos humana através de drogas e, assim, tornar ainda mais “justificáveis” seus atos. A explicação, cada vez mais, passou a confundir-se com a justificativa.

O relativismo moral, cultural e intelectual engendrado pela academia permeou toda a sociedade e fez nascer o indivíduo relativo, sem certezas, sem opiniões e sem responsabilidade pelos próprios atos. Mas no momento em que a educação se torna relativizada acontece o pior: o indivíduo se torna prisioneiro das condições sociais em que nasceu. O relativismo educacional e lingüístico transformou uma classe social em uma casta fechada, selada, imobilizável. Mas esta é a intenção de alguns intelectuais, ansiosos por manter suas posições acadêmicas e que não deixam de esforçar-se por deixar transparecer a seus pares sua visão ampla e “democrática” de mundo.

“Vítimas” das diversas externalidades, esta casta pode o que os “humanos” não podem: transgressões normalmente não toleradas aos demais cidadãos são vistas com lentes mais nebulosas e condescendentes do que para com aqueles: pequenos furtos são tolerados, assim como a vandalização de bens públicos e a ocupação dos mesmos. A violência de sua parte é vista como uma válvula de escape perfeitamente aceitável. Afinal, por que vitimizar essas "pessoas" ainda mais? Excluem-se os “não humanos” das regras feitas apenas para os “humanos”, os únicos que as podem compreender e que, ao mesmo tempo, pós-modernamente se contêm ao fazer julgamentos morais sobre aqueles que julgam estarem aquém da condição de humanos.

Para que, diriam os intelectuais da esquerda, abandonar a nossa weltanschauung? Deixem os milhões de pobres coitados, atores e vítimas da violência, sofrerem, desde que nosso senso de superioridade moral permaneça intocado, assim como a visão de mundo predominante, criada por nós. A liberdade, para eles, está no que deveria ser, e não o que é; está na cabeça das pessoas, não nas suas atitudes. Acreditando, como Rousseau, na pureza original da alma humana, esses intelectuais não atribuem a essa mesma alma o que só uma natureza humana não tão pura assim (a real) sempre acaba por deixar transparecer.

Minha nota pessoal: muito duro? Talvez. Mas não demais, nestes tempos. A esquerda, utópica, desconsidera a natureza humana, ou a relativiza. A cada um de nós cabe avaliar as situações, dentro dos parâmetros da ética, e tomar decisões. A virtude como ideal está em transformar em atitudes apenas as decisões certas, o que infelizmente apenas poderá ser verificado a posteriori. No final, a última palavra e a última atitude são sempre nossas. Mas por que com o eventual preço a ser pago por elas deveria ser diferente? No responsibility, no freedom.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 18 de janeiro de 2017
Reunindo uma vasta experiência como médico psiquiatra com destacada atuação em hospitais localizados nos bairros da underclass inglesa, uma rica trajetória de vida (o autor já peregrinou por diversos países do globo, sujeitos a diversos tipos de regimes políticos e níveis de abertura política e desenvolvimento econômico e sócio-cultural), bem como uma arguta e perspicaz observação do comportamento humano, bem como dos malefícios que a cultura de massas, da vitimização, do politicamente correto e do Estado-Babá provocam na vida de uma sociedade, Theodore Dalrymple se tornou uma importante referência intelectual e do pensamento livre contemporânea, ideal para aqueles que desejam se livrar do jugo do pensamento único, tão sentido no Brasil dos tempos recentes.
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em 14 de fevereiro de 2018
A principio o livro pode parecer trivial, mas Dalrymple não é um filosofo e consorte seu argumento de maneira dispersa. É preciso ter um pouco mais de atenção para ligar os pontos e entender a onde ele quer chegar. Ver na fala dele uma mero velhote antiquado reclamando é muito fácil... mas em alguns pontos ele parece ter razão.
É um livro para refletir, não necessariamente para concordar.
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