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em 10 de setembro de 2017
Trata de uma questão sensível de modo descuidado. Quem conhece orfanatos sabe que não existe, por melhor que seja o projeto, um orfanato onde as cuidadoras sejam tão cheias de amor e zelo, até pq elas têm a tarefa árdua de cuidar de dezenas de crianças sofridas, com problemas emocionais e psicológicos em virtude da orfandade/abandono.
Há trechos difíceis de engolir, como quando a cuidadora promete todo carinho e amor, assim como a mãe da garota dava à filha, ou quando a personagem principal diz adorar viver no orfanato, não ter qualquer problema em viver ali.
Criar um mundo de fantasia não significa camuflar a realidade, tornar o leitor alheio ao mundo que o cerca, favorecer a alienação. Esse é o grande desafio da literatura infanto-juvenil, trazer a fantasia, despertar o interesse sem ser alienante, sem reafirmar desigualdades, trazendo para a reflexão temas sensíveis e difíceis.
Também é preciso repensar a literatura como ferramenta destinada às classes abastadas apenas. Isso não é honesto. É preciso escrever livros para todas as crianças, pensando inclusive naquelas oprimidas, abandonadas, à margem da sociedade - quem sabe a sorte lhes sorri e um livro como esse caia na mão de uma delas?
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 15 de dezembro de 2017
Conto bonito, bem escrito com alguns ensinamentos sobre empatia e amor ao próximo, poderia ser maior com um melhor desenvolvimento sobre as questões do orfanato mas é compreensível já que o intuito era usar o pano de fundo "Natal" para trazer seus ensinamentos.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 12 de junho de 2015
Muito linda a história desse livro.
Uma fantasia que comove e apresenta lindas lições de vida.
Gosto de ter esses livros para ler para meus filhos a noite, e este, em particular, eles gostam muito.
Super indico!
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 24 de janeiro de 2017
Tão fofo! Como se histórias de Natal já não fossem ótimas, ainda tem todo o clima mágico que a autora conseguiu trazer pra esse conto. Uma leitura perfeita pra trazer um calorzinho pro coração. Esse foi o primeiro trabalho da Luiza Trigo que eu li e adorei sua escrita! Ansiosa para ler outras coisas da autora.
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em 3 de janeiro de 2018
Gostei da leitura bem fluída e envolvente, mas eu esperava um pouco mais de desenvolvimento sobre o orfanato, saber o destino das outras crianças, ou uma ação final da Priscila por aqulelas crianças que não possuem uma fada madrinha. Quem sabe a autora devesse pensar em uma continuação. Até mesmo uma série, mais jovem adolescente, que acompanhasse o desfecho da vida dos personagens até os 18 anos.
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em 29 de abril de 2017
Muito bom o livro, além de emociona, ensina as crianças a darem mais valor nas coisas simples. Muitas pessoas não ajudam, não valorizam o próximo, não se doam. Fazer o bem a alguém, você ganha em dobro. Amei
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em 9 de maio de 2017
Escolhi este título porque amo ler para meus filhos pequenos. Eles se identificam e lamentam a perda da mãe, porém o final compensa a decepção da perda!
1 pessoa achou isso útil
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em 3 de abril de 2017
Este livro nos apresenta uma historia linda. Ele é claro e poético ao mesmo tempo. Tem uma construção incrível da personagem principal e você deseja acompanhar a historia do começo ao fim. Super recomendo a leitura :)
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em 30 de novembro de 2017
É simples, gostosa de ler, rápida. Uma leitura que mostra uma certa realidade, porém sem perder a graça, a magia da idade mencionada
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em 24 de março de 2016
A Caixinha Mágica...um conto que esperava um final mais apropriado, uma continuação. Parece uma história incompleta mas é de bom tom.
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