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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 12 de julho de 2017
Se vc não entende a frase "Olavo tem razão" é pq ainda não leu este livro. O livro é de um brilhantismo espetacular, talvez seja a melhor obra de Olavo de Carvalho.

Através de uma palestra que participou, que pregava uma idéia distorcida de ética (do epicurismo), Olavo faz digressão do período grego até o cenário atual, em que o PT foi alçado ao poder - o livro foi publicado na era do Collor!!! Algumas análises do panorama político e cultural foram proféticas.

Com um brilhantismo ímpar Olavo consegue amarrar os assuntos e nos dar um senso de unidade de assuntos das idéias filosóficas que permeiam a antiguidade e afetam hj nossas vidas. Por vezes o assunto é denso e um pouco pesado. Há um capítulo que já li e reli várias vezes, demonstra como os avanços científicos na área de psicologia, neurologia e marketing possibilitam uma atividade de engenharia social.
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em 30 de junho de 2017
É com estas palavras que poderíamos calcar toda a história ocidental, desde à formação do império de Carlos Magno até o "pós-moderníssimo" império global em ascensão; diversos jogos de tentativa-e-erro num plano global - entenda-se global por territórios conhecidos - que compreendem toda a história de nossa civilização.

O termo usado pelo autor nessas transições do poder global é "translatio imperii", representa sempre uma nova e mais tenebrosa mudança no sentido das ondas ocidentais. Nem sempre estas mudanças desenvolvem-se premeditadamente, muitas delas acabam sendo absorvidas pela cultura, e esta por sua vez integra-se ao todo, formando uma mistura insolúvel que dirige a civilização ao mero acaso das fatalidades. Porém, engana-se quem pensa que estas fatalidades são realmente espontâneas e que tais mudanças em maior ou menor grau premeditadas não possam ter uma base ou um arcabouço teórico por trás.

É nesse véu de incertezas que Olavo de Carvalho mergulhou ao procurar respostas para suas indagações surgidas durante o ciclo de Ética no MASP. Ao meu ver, este é o real exercício filosófico e a arte da Filosofia propriamente dita; o produto deste fio que é desenrolado o livro inteiro chega finalmente no Jardim de Epicuro em que ressurgirá o novo César. Tal conexão, que à priori parece ilógica com a proposta de império, mostra-se - após as descobertas do autor - límpidas e cristalinas aos olhos do leitor.

Só é possível a ressurreição de César mediante a fuga para o Jardim.
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em 20 de janeiro de 2018
Livro muito bem escrito, o autor apresenta uma vasta erudição e tem uma visão bem particular do mundo, a qual sustenta com fortes argumentos. Cada capítulo é como a peça de um quebra-cabeça, apresentando um assunto que aparentemente foge ao tema mas que, na junção com as demais peças, vão formando o vasto cenário do Jardim. Como ainda não cheguei ao último capítulo, minha opinião vale para 3/4 da do livro até aqui. Se ele está realmente certo em todas proposições apresentadas é algo que o leitor tem que descobrir, seja confrontando-as com seu próprio conhecimento ou pesquisando em outras fontes.
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em 1 de setembro de 2017
Revela a estratégia de comunicação das esquerdas no Brasil e as armadilhas em que ela se enrola.
Destaca a tendência imperial que vem desde os romanos, passa pela Europa e floresce nos EUA.
Uma belíssima lição de filosofia aplicada!
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 15 de dezembro de 2017
Só leia...e se prepare! Fantástico, preciso, profundo, abrangente, bem escrito, atual...incrível como a gente perde tempo lendo besteira quando poderia estar se deleitando com livros como esse
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em 7 de novembro de 2017
A obra do Olavo de Carvalho é excelente, e de fato fornece um panorama realístico do que se passa no Brasil (ainda que escrita em 1995, daquele tempo até hoje só pioramos como nação e sociedade).
Minha única restrição não vem do autor, é pessoal: acredito que uma apreciação muito maior da obra aconteceria se eu tivesse lido boa parte das incontáveis referências bibliográficas do livro, o que não é o caso. De todo modo, mesmo um leitor iniciante é capaz de compreender as ideias e aí sim, com base nessas referências, buscar se aprofundar nos diversos temas mencionados na obra.
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em 4 de dezembro de 2017
O livro me chamou atenção por seu conteúdo. A abordagem lúcida do tema é de fato algo que me fez ficar muito satisfeito, mas não surpreso, considerando a habilidade do Olavo de Carvalho no trato dos assuntos a que se dedica.
Indico a qualquer um que deseja uma boa leitura de um tema bem interessante e atual.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 24 de julho de 2018
O autor apresenta uma angustiante viagem pelo universo filosófico, partindo da antiguidade até os nossos dias aqui no Brasil. Com grande erudição o autor destaca a progressiva rendição das massas diante do canto paralisante dos demagogos ideólogos travestidos de acadêmicos imparciais.

Este efeito em escala mundial conduz a sucessivas tentativas de controle sobre todo o horizonte civilizacional visível.

O desenrolar dos raciocínios é surpreendente.
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em 15 de agosto de 2018
Aprofundando os estudos através do excelente trabalho do Professor Olavo de Carvalho que durante estes últimos anos através de seus escritos, cursos vem formando um novo grupo de pessoas inclusive de jovens que cansados das mentiras disseminadas pelo Comunismo foram em busca da Verdade. O Professor fala com propriedade de quem viveu a realidade e a conhece muito.
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em 8 de março de 2018
Trabalho brilhante, erudito e sintético. Retrata a decadência histórica do pensamento filosófico e dos filósofos que aos poucos foram substituidos por pseudo filósofos desde os gregos até a atualidade. A decadência se reflete no afastamento da busca da verdade e da crença em Deus, substituída pela prática da mentira e pelo ateísmo presente nos sofistas e seus sofismas ( raciocínios falsos e mentirosos com o intuito de apenas persuadir e enganar os mais ignorantes) . Na esfera da politica mostra a história dos poderosos e suas relações com as idéias dos "filósofos" e o clero, sempre retornando a idéia de dominação imperialista sobre as nações conjuntamente com a supressão das religiões. Tudo se passa numa espiral cada vez mais involutiva da consciência geral da humanidade acompanhada do verniz do avanço tecnológico e técnicas de manipulação de massas.
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