eBooks Kindle eBooks Kindle Novo Kindle Oasis Books Electronics Fire TV Stick Cloud Drive Photos HI home_kitchen Computers VideoGames Wireless



em 19 de setembro de 2017
Roger Scruton dispensa apresentações. É um Filósofo de 1º linha.
Seu livro gira em torno das pretensões ateísticas de desfragmentar o mundo e a necessidade de retorno a contemplação do Sagrado.
Mas a avaliação positiva está ligada ao meu apreço pelo autor.
O tradutor é simplesmente péssimo e a Editora Record contratou um revisor ainda pior.
Compre pelo conteúdo importantíssimo mas se esforce para solucionar a miríade de frases truncadas e desconexas do tradutor.
0Comentar| 19 pessoas acharam isso útil. Esta avaliação foi útil para você? Informar abuso
em 12 de janeiro de 2018
Não irei retirar uma estrela devido à qualidade das ideais contidas na obra, pois, é uma lástima encontrar uma tradução tão porca em uma obra tão fundamental como essa. Enfim, quanto ao conteúdo em si, é Scruton, é lúcido e claro ao ponto de o leitor terminar o livro sem notar que terminou... simples assim. Mesmo a tradução não ajudando, a lógica da argumentação de todo livro é esclarecedora acerca da ideia de transcendência e poder, dos fundamentos da experiência do sagrado e, é claro, da beleza em um tom notadamente humanista e até mesmo existencialista em certos pontos; apesar de ser um livro leve e mais focado na questão espiritual, várias concepções "Frankfurter" (no sentido alemão de origem da escola de Frankfurt) são debatidas e refutas, principalmente aquelas de Marcuse e Adorno, durante os capítulos que versam sobre a sexualidade e a beleza, respectivamente. Não há como colocar de outro modo, o senhor Scruton é o antídoto aplicável às velhas ideias de igualdade pela inferioridade, de aceitação de qualquer proposta simplesmente por ela ser capaz de existir na "práxis" marxista, de religião como o ópio das massas (note-se o caráter "elitista" dessa afirmação) ao invés de uma reflexão sobre as questões sem resposta desse mundo: o que é mais sensato a ser feito; trata-se essa obra, de certa forma, como uma explicação do conceito de Lebenswelt (mundo da vivência enquanto tal) do filósofo Edmund Husserl, em um tom menos abstrato e mais abrangente, mais firme e menos obsoleto, se comparado àquelas de seus detratores, não o vejo como uma resposta ao ateísmo moderno sob quaisquer óticas uma vez que o espectro ateísta tornou-se uma espécie de segunda natureza do homem pós-moderno, e sendo assim, as afirmações e indagações feitas aqui trazem, sim, uma reflexão no âmbito da filosofia de vida do leitor para que ele - por conta própria - se indague acerca dos temas aqui tratados; essa é a atitude do filósofo real. Se este for o seu primeiro contato com Roger Scruton, é melhor que comece pela obra: "Como ser um conservador", é mais geral e menos complexa se comparada à esta.
0Comentar| 6 pessoas acharam isso útil. Esta avaliação foi útil para você? Informar abuso
em 10 de março de 2018
Ler Roger Scruton é ficar absorto, não apenas pela profundidade da argumentação filosófica, mas pela própria maestria da escrita e extensão de conhecimento demonstrados pelo autor. Em um momento do mundo em que a fé religiosa é incessantemente atacada e escarnecida pelo materialismo cientifico que afirmar explicar absolutamente toda a existência a partir da lógica evolucionista, é digno de nota que em seu trabalho Scruton demonstra não apenas um amplo conhecimento de tais argumentos evolucionistas, mas de fato os traz à tona e demonstra como muitos deles não são tão cientificamente convincentes quanto alegam ser - e mesmo aqueles que o são, de forma alguma anulam totalmente a possibilidade de aceitação do sagrado e do divino em nossas vidas, ao menos não na refinada visão teológica que Scruton constrói em sua narrativa magistral. Não é uma leitura fácil, e de fato torna - se pesada em alguns pontos de dissertação mais filosófica, mas a idéia essencial obtida ao final é certamente recompensadora.
0Comentar|Esta avaliação foi útil para você? Informar abuso
em 15 de setembro de 2017
Indica uma ponte entre os mundos espiritual e conceitual através da qual se pode captar o mundo humano de forma menos reduzida. Gostei bastante. Destaco o capítulo sobre música, no qual o autor dá uma aula de aplicação de sua idéia.
0Comentar| 2 pessoas acharam isso útil. Esta avaliação foi útil para você? Informar abuso
em 10 de fevereiro de 2018
Roger Scruton est toujours bien.
Je veux acheter d'autres buquins de l'auteur. j'espère trouver autres exemplaires en version Kindle. *
0Comentar|Esta avaliação foi útil para você? Informar abuso
em 4 de outubro de 2017
O livro mostra a opinião do autor sobre os diferenciais de nós, humanos, versus qualquer outra entidade. Só nós refletimos sobre a realidade e temos conhecimento da existência do passado e do futuro.
0Comentar| 3 pessoas acharam isso útil. Esta avaliação foi útil para você? Informar abuso
em 28 de setembro de 2017
Excelente livro, aborda de maneira genial o tema do ateísmo contemporâneo,
Roger Scruton é um dos maiores filósofos da atualidade.
0Comentar| 3 pessoas acharam isso útil. Esta avaliação foi útil para você? Informar abuso
em 28 de julho de 2017
Sir Roger Scruton desconstrói com maestria as inúmeras falácias que surgiram ao longo das últimas décadas. Em suma, uma maravilha de livro!
0Comentar| 18 pessoas acharam isso útil. Esta avaliação foi útil para você? Informar abuso
em 6 de agosto de 2017
Densidade de referências e de pensamento não é novidade quando se trata de Roger Scruton. Neste livro, entretanto, ele parece se superar. Numa articulação lúcida de ideias-chaves da cultura e da filosofia ocidentais, ele revela a necessidade do sagrado para que a existência humana seja plena de sentido. Num mundo crescentemente empobrecido (de espírito) como o nosso, Scruton é um indicativo de que a beleza e a fé ainda valem a pena.
0Comentar| 23 pessoas acharam isso útil. Esta avaliação foi útil para você? Informar abuso
em 20 de setembro de 2017
É um crime o que fizeram com esse livro! O tradutor conseguiu estragar um livro maravilhoso. Diversos erros de concordância e diversas partes confusas! O tradutor não sabe escrever. É um vilipêndio contra Scruton o que fizeram nesse livro
0Comentar| 17 pessoas acharam isso útil. Esta avaliação foi útil para você? Informar abuso