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Avaliação de clientes

4,8 de 5 estrelas
11


em 27 de abril de 2018
Uma excelente análise a respeito de vários autores e personalidades que contribuíram e muito para que hoje o cenário de dissonância cognitiva seja o que é. Quase um comportamento hegemônico entre aqueles que estiveram expostos as teorias e teses destes elementos de pensamento singular, e que criaram os delírios abordados na narrativa. Como a influência de Althusser, alguém que tinha surtos psicóticos e foi internado várias vezes em instituições psiquiátricas. Imperdível! Recomendo a leitura.
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em 6 de maio de 2018
Essencial para entender a incapacidade de as Esquerdas atenderem as atuais demandas das sociedades no Brasil e no mundo. Obra excelente que mostra as incongruências que desmontam o pensamento das Esquerdas.
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em 22 de abril de 2018
Livro bastante interessante, pois nos ajuda a ver as incoerências por trás dos escritos e pensamentos de diversos intelectuais da esquerda.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 25 de março de 2018
É um livro bastante extenso, de leitura nem sempre fácil aos que não estão familiarizados com temas de filosofia e sociologia.

Scruton é um filósofo conhecidíssimo por mapear e dogmatizar o pensamento conservador, dando-lhe profunda sistematicidade, sendo que escreve sobretudo nas áreas de política, ética, estética e religião. Nesta obra, porém, o autor busca analisar o pensamento da “nova esquerda”, sendo inegável a verve crítica que o próprio título já denota. Destrincha como cada um dos que vão analisados (os capítulos são referentes a autores específicos, tratando de sua obra, seus “nonsenses” e, em muitos casos, sua canalhice militante) é servil ao projeto revolucionário de mudar a sociedade, desde suas rusgas com o capitalismo e seus sensos de moralidade, até a simpatia declarada a regimes totalitários, uns mais, outros menos, desde que os regimes fossem esquerdistas e alegadamente “críticos”. Hobsbawn, Dworkin, Sartre, Lacan, Foucault, Badiou, Habermas, Marcuse e Zizek são alguns dos que são retratados; Scruton é bastante habilidoso em fazer uma síntese e em expor a crítica, muitas vezes com dados sobre a personalidade dos autores esquerdistas, mas não é uma obra a partir da qual se pode conhecer de fato o pensamento de cada um dos autores analisados, senão o que seriam seus erros, afetações e até perversões. Ao final do livro vai um capítulo bastante “saboroso”, em que Scruton posiciona o que seria a “direita” nas correntes do pensamento, ajudando a entendermos - com clarividência - onde está a razão na política.

Um livro interessante, merece 5/5 com gosto (obs: li em inglês “Fools, Frauds and Firebrands: Thinkers of The New Left”; portanto, não posso avaliar com sinceridade a qualidade da tradução e da edição).
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em 15 de junho de 2018
Produto chegou em excelente estado e no prazo estipulado. Título escolhido para auxiliar meus estudos. Leitura fluente e dinâmica. Recomendo a quem se interessa pelo assunto.
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em 30 de maio de 2018
O pensamento da esquerda atual, após sua derrocada no mundo inteiro, pode ser descrito nesta frase de Rorty, que é citada no livro: " Pragmatistas vêem a verdade como o que nos é benéfico acreditar..", ou seja, a esquerda é assumidamente desconectada da realidade, é na verdade, não uma ideologia, mas uma religião.
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em 19 de março de 2018
Não sei como está essa edição da Record, pois li o apenas o original, então minha opinião é sobre o "livro-em-si". É de leitura fundamental, obrigatória, indispensável para quem pretende adquirir alguma fluência na difícil arte do desmascaramento das charlatanices intelectuais das vacas sagradas da esquerda mundial. Já havia uma tradução brasileira do "Thinkers" original dos anos 80, mas mesmo quem a possui pode ganhar com a aquisição dessa nova edição, já que Scruton adicionou análises de pensadores que não figuravam na edição antiga. Resta saber se a tradução é boa. A capa é o de menos, embora realmente a Record poderia ter sido mais feliz nesse quesito. Entretanto, trata-se do legítimo caso em que não se deve julgar o livro pela capa.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 25 de março de 2018
É um livro bastante extenso, de leitura nem sempre fácil aos que não estão familiarizados com temas de filosofia e sociologia.

Scruton é um filósofo conhecidíssimo por mapear e dogmatizar o pensamento conservador, dando-lhe profunda sistematicidade, sendo que escreve sobretudo nas áreas de política, ética, estética e religião. Nesta obra, porém, o autor busca analisar o pensamento da “nova esquerda”, sendo inegável a verve crítica que o próprio título já denota. Destrincha como cada um dos que vão analisados (os capítulos são referentes a autores específicos, tratando de sua obra, seus “nonsenses” e, em muitos casos, sua canalhice militante) é servil ao projeto revolucionário de mudar a sociedade, desde suas rusgas com o capitalismo e seus sensos de moralidade, até a simpatia declarada a regimes totalitários, uns mais, outros menos, desde que os regimes fossem esquerdistas e alegadamente “críticos”. Hobsbawn, Dworkin, Sartre, Lacan, Foucault, Badiou, Habermas, Marcuse e Zizek são alguns dos que são retratados; Scruton é bastante habilidoso em fazer uma síntese e em expor a crítica, muitas vezes com dados sobre a personalidade dos autores esquerdistas, mas não é uma obra a partir da qual se pode conhecer de fato o pensamento de cada um dos autores analisados, senão o que seriam seus erros, afetações e até perversões. Ao final do livro vai um capítulo bastante “saboroso”, em que Scruton posiciona o que seria a “direita” nas correntes do pensamento, ajudando a entendermos - com clarividência - onde está a razão na política.

Um livro interessante, merece 5/5 com gosto (obs: li em inglês “Fools, Frauds and Firebrands: Thinkers of The New Left”; portanto, não posso avaliar com sinceridade a qualidade da tradução e da edição).
3 pessoas acharam isso útil
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em 23 de abril de 2018
O livro é muito bom, a entrega foi realizada antes do prazo previsto no momento da compra. Recomendo com segurança!
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em 17 de março de 2018
Amazon poderia começar a vender o livro físico!
Ja passou da hora! . . . . . . . .
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