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Avaliação de clientes

4,5 de 5 estrelas
5

50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 25 de março de 2018
É um livro bastante extenso, de leitura nem sempre fácil aos que não estão familiarizados com temas de filosofia e sociologia.

Scruton é um filósofo conhecidíssimo por mapear e dogmatizar o pensamento conservador, dando-lhe profunda sistematicidade, sendo que escreve sobretudo nas áreas de política, ética, estética e religião. Nesta obra, porém, o autor busca analisar o pensamento da “nova esquerda”, sendo inegável a verve crítica que o próprio título já denota. Destrincha como cada um dos que vão analisados (os capítulos são referentes a autores específicos, tratando de sua obra, seus “nonsenses” e, em muitos casos, sua canalhice militante) é servil ao projeto revolucionário de mudar a sociedade, desde suas rusgas com o capitalismo e seus sensos de moralidade, até a simpatia declarada a regimes totalitários, uns mais, outros menos, desde que os regimes fossem esquerdistas e alegadamente “críticos”. Hobsbawn, Dworkin, Sartre, Lacan, Foucault, Badiou, Habermas, Marcuse e Zizek são alguns dos que são retratados; Scruton é bastante habilidoso em fazer uma síntese e em expor a crítica, muitas vezes com dados sobre a personalidade dos autores esquerdistas, mas não é uma obra a partir da qual se pode conhecer de fato o pensamento de cada um dos autores analisados, senão o que seriam seus erros, afetações e até perversões. Ao final do livro vai um capítulo bastante “saboroso”, em que Scruton posiciona o que seria a “direita” nas correntes do pensamento, ajudando a entendermos - com clarividência - onde está a razão na política.

Um livro interessante, merece 5/5 com gosto (obs: li em inglês “Fools, Frauds and Firebrands: Thinkers of The New Left”; portanto, não posso avaliar com sinceridade a qualidade da tradução e da edição).
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em 19 de março de 2018
Não sei como está essa edição da Record, pois li o apenas o original, então minha opinião é sobre o "livro-em-si". É de leitura fundamental, obrigatória, indispensável para quem pretende adquirir alguma fluência na difícil arte do desmascaramento das charlatanices intelectuais das vacas sagradas da esquerda mundial. Já havia uma tradução brasileira do "Thinkers" original dos anos 80, mas mesmo quem a possui pode ganhar com a aquisição dessa nova edição, já que Scruton adicionou análises de pensadores que não figuravam na edição antiga. Resta saber se a tradução é boa. A capa é o de menos, embora realmente a Record poderia ter sido mais feliz nesse quesito. Entretanto, trata-se do legítimo caso em que não se deve julgar o livro pela capa.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 25 de março de 2018
É um livro bastante extenso, de leitura nem sempre fácil aos que não estão familiarizados com temas de filosofia e sociologia.

Scruton é um filósofo conhecidíssimo por mapear e dogmatizar o pensamento conservador, dando-lhe profunda sistematicidade, sendo que escreve sobretudo nas áreas de política, ética, estética e religião. Nesta obra, porém, o autor busca analisar o pensamento da “nova esquerda”, sendo inegável a verve crítica que o próprio título já denota. Destrincha como cada um dos que vão analisados (os capítulos são referentes a autores específicos, tratando de sua obra, seus “nonsenses” e, em muitos casos, sua canalhice militante) é servil ao projeto revolucionário de mudar a sociedade, desde suas rusgas com o capitalismo e seus sensos de moralidade, até a simpatia declarada a regimes totalitários, uns mais, outros menos, desde que os regimes fossem esquerdistas e alegadamente “críticos”. Hobsbawn, Dworkin, Sartre, Lacan, Foucault, Badiou, Habermas, Marcuse e Zizek são alguns dos que são retratados; Scruton é bastante habilidoso em fazer uma síntese e em expor a crítica, muitas vezes com dados sobre a personalidade dos autores esquerdistas, mas não é uma obra a partir da qual se pode conhecer de fato o pensamento de cada um dos autores analisados, senão o que seriam seus erros, afetações e até perversões. Ao final do livro vai um capítulo bastante “saboroso”, em que Scruton posiciona o que seria a “direita” nas correntes do pensamento, ajudando a entendermos - com clarividência - onde está a razão na política.

Um livro interessante, merece 5/5 com gosto (obs: li em inglês “Fools, Frauds and Firebrands: Thinkers of The New Left”; portanto, não posso avaliar com sinceridade a qualidade da tradução e da edição).
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em 17 de março de 2018
Amazon poderia começar a vender o livro físico!
Ja passou da hora! . . . . . . . .
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em 9 de março de 2018
Ainda não li este livro do scruton, acabei de ver seu lançamento e a capa da versão portuguesa (de Portugal) está esteticamente maravilhosa com o Sartre na frente, mas essa da Editora Record deixou a desejar, muito feia e parecendo livros da márcia tiburi....
Olhem abaixo a capa portuguesa:
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