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Avaliações dos clientes

50 PRINCIPAIS AVALIADORES
19 de abril de 2017
Por puro acaso, cheguei a esse livro. Ele estava incluído numa oferta em que o download era gratuito. Baixei e ao final foi uma ótima surpresa.
Sempre que lembramos de d. Pedro I fatalmente nos vem à memória aquela figura do homem impulsivo, priápico, autoritário e grosseiro. E não pensamos que esse homem foi um menino criado por uma governanta, que não recebia qualquer atenção da mãe e filho de um homem despreparado para assumir o poder.
Seu pai e sua mãe viviam em cortes separadas, e isso prejudicou tremendamente o jovem príncipe da Beira, d. Pedro de Alcântara, que passou a morar em companhia da avó, d. Maria que, a essa altura, já era considerada louca.
De seus 36 anos de vida, d. Pedro passou 23 no Rio de Janeiro. Nascido em Portugal, fez-se homem no Brasil e aprendeu a amar a antiga colônia como se nela houvesse nascido.
Era um liberalista e constitucionalista, embora houvesse sido educado como absolutista. Chegou a emitir um decreto com os fundamentos da liberdade individual, proibindo a prisão sem emissão da ordem de um juiz ou magistrado e delimitou as regras de desapropriação de bens particulares. Foi também um entusiasta do fim da escravidão e favorável à vinda de mão de obra imigrante.
Foi d. Pedro I quem outorgou a primeira Constituição do Brasil em 25 de março de 1824, na Catedral da Sé do Rio de Janeiro. Essa Constituição foi a que mais vigorou no país até hoje: de 1824 até 1889. Só foi substituída com a queda da monarquia.
“...a nova bandeira e o novo brasão de armas, que levava as cores verde, da casa de Bragança, e amarela, da casa dos Habsburgo. O desmonte histórico praticado pelos republicanos recodificaria essas cores e as transformaria no verde de nossas matas e no amarelo de nosso ouro, nossa riqueza”.
Recomendo esse interessantíssimo trabalho que resgata importantes personagens da nossa história.
“Se existimos como corpo de Nação livre, se a nossa terra não foi retalhada em pequenas repúblicas inimigas, aonde só dominasse a anarquia e o espírito militar. Devemo-lo muito à resolução que ele tomou de ficar entre nós, de soltar o primeiro grito de nossa independência”.
CONCLUSÃO: Muito bom
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